Tratamento para Dependentes Químicos

Ajuda para dependente químico

Ajuda para dependente químico

A ajuda para dependente químico deve vir da família ou amigos, pois alguém com muito envolvimento e vício em drogas dificilmente consiga para sem ajuda.

Apesar de muitas famílias adoecerem junto com o dependente químico, ela é fundamental ajuda para dependente químico, tanto na intervenção pelo tratamento quanto pelo afeto onde o dependente químico opte por parar para que consigo conviver com a família.

A busca por um tratamento na ajuda para dependente químico é aconselhada, o contato com profissionais da área que pode esclarecer e orientar os tipos de tratamento, porém quando as pessoas não conseguem ficar sem o uso de drogas e aconselhado a retirada do local onde possa fazer consumo.

Alguém dependente quimicamente sofre consequências com a falta da droga, portanto facilmente escolherão por continuar com o uso, mesmo sabendo do mal que esteja acontecendo, a internação é uma ajuda para dependente químico, pois preserva e evita maiores perdas.

Grupos de apoio como os narcóticos anônimos é uma forma de ajuda para dependente químico, podendo ser antes e depois da internação, assim como a família participar dos grupos nar-anon e amor exigente, contribuem para o entendimento da doença e na recuperação do dependente.

O auxílio da família é importante na ajuda para dependente químico, porém vemos que a superproteção e o excesso de críticas podem contribuir para a recusa pelo tratamento e ser motivo de recaída.

Fatores emocionais são fortes estímulos ao uso abusivo de drogas, pois a droga passa a ser utilizada como amenizador de sentimentos dolorosos não qual não sabem lidar, assim terapias são fundamentais na ajuda para dependente químico para minimizar as consequências psicológicas e também verificar as comorbidades psíquicas, depressão, transtorno obsessivo compulsivo, entre outras.

Estamos à disposição na ajuda para dependente químico, entre em contato se precisar. Informamos que nosso tratamento ocorre sob regulamento e vistoria do corpo de bombeiros, Anvisa e possui alvará de funcionamento.

Fonte G1: Normalmente, quem está com um problema de saúde procura um tratamento. Mas quando a pessoa não tem condições de tomar essa decisão, é correto que alguém decida por ela? A equipe de reportagem da TV TEM acompanhou algumas dessas histórias sobre o crack na região de Sorocaba (SP).

De acordo com os especialistas, a internação involuntária é necessária em alguns casos e tem ajudado na recuperação dos dependentes químicos. Segundo alguns ex-usuários, o caminho para não usar mais drogas está, muitas vezes, em ajudar os outros usuários a também superarem o vício.

Para Sandro Sposito, coordenador do departamento de neurologia da Pontifícia Universidade Católica (PUC) de Sorocaba, a internação compulsória é um mal necessário. “Como a droga causa uma dependência profunda, que o indivíduo perde realmente a crítica e a capacidade de imaginar outras possibilidades, outras alternativas, e a busca é tão ativa por isso, a dependência química é tão forte que não é uma dependência só psicológica, não é isto.

É uma coisa mais séria, é uma dependência química, uma alteração química que aconteceu no seu cérebro. E uma alteração química que demora, que vai levar um tempo para se reestabelecer ao normal.

Ninguém chega na clínica e consegue apenas por meio de orientação, de conversas, apagar aquilo como se fosse uma escrita a lápis e você passa uma borracha. Aquilo vai demorar”, ressalta.

Segundo Maria Clara Schnaidman Suarez, presidente do Conselho Municipal sobre Drogas, a internação involuntária é válida nos casos em que o indivíduo está colocando em risco a sua vida ou a vida de alguém. “Quando ele perdeu o discernimento do que ele está fazendo, seja para ele ou para os outros, e ele não tem condições de decidir por ele mesmo. Mas o sucesso de uma internação, de um tratamento, só vai ser alcançado quando esse tratamento se tornar voluntário pelo paciente”, destaca.

Ou seja, o paciente com o passar dos dias em uma clínica de recuperação vai se desintoxicando, voltando a consciência da realidade e sendo assim acaba por aceitar o restante do tratamento completo por livre e espontânea vontade, esse período de aceitação varia de individuo para individuo, podendo varias de um a cinco meses.

Na publicação Principles of Drug Addiction Treatment: A Research-Based Guide (Princípios do Tratamento do Vício em Drogas: Um Guia Baseado em Pesquisa), o instituto apresenta quais são os princípios de um tratamento eficaz. O texto diz “o tratamento não precisa ser voluntária para ser eficaz. Sanções ou incentivos impostos pela família, ambiente de trabalho ou pelo sistema judicial podem aumentar significativamente a taxa de internação e de permanência – e finalmente o sucesso das intervenções de tratamento”.

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