Tratamento para Dependentes Químicos

casa de recuperação para meninas menores de idade

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Os profissionais que atuam na casa de recuperação para meninas menores de idade, ressaltam que a dependência química é uma doença crônica e multifatorial, isso significa que diversos fatores contribuem para o seu desenvolvimento, incluindo a quantidade e freqüência de uso da substância, a condição de saúde do indivíduo e fatores genéticos, psicossociais e ambientais.

O tipo de ajuda mais adequado para cada pessoa depende de suas características pessoais, da quantidade e padrão de uso de substâncias e se já apresenta problemas de ordem emocional, física ou interpessoal decorrentes desse uso.

Na casa de recuperação para meninas menores de idade, nossos profissionais têm em mente que os jovens que caíram no mundo das drogas são seres humanos, e como tal necessitam de apoio e pessoas especializadas para tirarem ele desse caminho.  No tratamento aplicado na casa de recuperação para meninas menores de idade, sabemos que não só apenas os jovens irão precisar de apoio, mas também seus entes queridos, pois os mesmos também estão no processo de reabilitação pelos traumas causados ao ver um filho se envolvendo nesse mundo tão sórdido que é os mundos das drogas devemos ressaltar que o sofrimento para a família de dependentes químicos é muito grande ao longo do processo e, por isso, todo o esforço no sentido de minimizar essa situação é muito bem-vindo.A avaliação realizada na casa de recuperação para meninas menores de idade se segue da seguinte forma envolvendo diversos profissionais da saúde, como médicos clínicos e psiquiatras, psicólogos, terapeutas ocupacionais, assistentes sociais e enfermeiros.

A dependência química explica os profissionais da casa de recuperação para meninas menores de idade representa um impacto profundo em diversos aspectos da vida do jovem e também daqueles que estão ao seu redor. Dada a sua complexidade, é interessante que os programas de tratamento sejam multidisciplinares para atender às diversas necessidades do paciente (aspectos sociais, psicológicos, profissionais e até jurídicas, conforme demonstrado em diversos estudos), sendo mais eficaz na alteração dos padrões de comportamentos que o levam ao uso da substância, assim como seus processos cognitivos e funcionamento social.

Para manter-se livre das drogas, o jovem terá que realizar uma série de mudanças em seu estilo de vida, (re) aprender “fontes de prazer” que não as que estejam relacionadas ao consumo – geralmente, pessoas com problemas com drogas afastam-se todas as formas de lazer, hobbies, relacionamentos, etc. E retomar a uma vida “careta” pode ser uma das tarefas mais difíceis no processo de recuperação.

 Os profissionais da casa de recuperação para meninas menores de idade sabem que o consumo de drogas é totalmente passível de tratamento. Vale ressaltar que além de cessar o consumo, o tratamento eficaz é aquele que traz o jovem ao retorno produtivo na família, na sociedade e na escola.

 O psiquiatra ira atuar de forma a entender distúrbios que foram causados devido o uso das drogas, como depressão, fobias e ansiedades em geral, que tanto podem ser causa quanto conseqüência da dependência e o psiquiatra juntamente com outros profissionais da casa de reabilitação para meninas menores de idade saberão fazer a análise correta.

A psicoterapia utilizada na casa de recuperação para meninas menores de idade é um tratamento em que o objetivo é resolver questões vinculadas ao comportamento, às emoções, aos relacionamentos sociais. Quando essas questões estão associadas à dependência de substâncias químicas.

O psicólogo que atua na casa de recuperação para meninas menores de idade tem em mente que deve mostrar compaixão pelo paciente, mas também deve passar segurança, oferecendo melhores perspectivas para o futuro do dependente e de toda a família.

Os terapeutas realizam um trabalho na casa de reabilitação para meninas menores de idade baseado na psicoterapia que envolve todos os membros da família, ajudando os parentes do dependente a lidarem com a situação e ajudando o próprio dependente a se livrar de seu vício.

A terapia familiar contribui bastante para a reintegração do dependente ao meio familiar e à própria sociedade. A motivação maior da terapia familiar é a compaixão pelos familiares do dependente químico. O terapeuta ocupacional também ira analisar o paciente como um todo, utilizando tarefas prescritas para alcançar seu objetivo. Essas atividades que farão parte do tratamento são feitas de maneira criteriosa por esse profissional para adequar todas as necessidades, observando sempre as dificuldades do dependente, além de visar sua satisfação dentro de seu tratamento.

 O nutricionista da casa de recuperação para meninas menores de idade vem com o papel de tratar o organismo do paciente, concedendo a ele uma dieta balanceada que traga de volta a vitalidade para que ele volte a ser saudável. Assim, o indivíduo se torna mais propenso a aderir ao tratamento e não voltar à dependência.

O principal papel do enfermeiro na casa de recuperação para meninas menores de idade é dar assistência junto ao psiquiatra e atender em casos especiais às necessidades prescritas aos pacientes, como a dosagem e o acompanhamento de medicações, por exemplo.

 Nossos profissionais da casa de recuperação para meninas menores de idade enfatizam que tudo o que um dependente químico em recuperação precisa nesses momentos de dificuldade é de compreensão, de paciência e de bastante apoio. A tendência é que ele se isole cada vez mais tanto no momento do vício quanto no momento da reabilitação.

Na casa de recuperação para meninas menores de idade, nos preocupamos com o bem estar dos nossos pacientes e seus familiares baseado nessa idéia, temos profissionais com mais de dez anos de experiência, nosso espaço é todo voltado para o bem estar do paciente, pois sabemos que um ambiente tranqüilo e saudável é essencial para recuperação. Com base nesse ideal na casa de recuperação para meninas menores de idade, os jovens tem espaço para o lazer com quadras para praticas de lazer e esportes, piscinas, salas de TV, quartos amplos e arejados, salas para as reuniões do NA ( narcóticos anônimos ) , salas para as reuniões com os terapeutas tanto em grupo como individual , refeitórios amplos sendo a alimentação sempre supervisionada por nutricionista , espaços verdes , equipe de segurança e de limpeza .

Codependência

 “Ninguém cria filho para ser dependente químico. A gente quer que ele seja advogado, médico ou qualquer outra profissão que faça ele feliz, menos dependente químico”. O relato é de uma mãe que lutou – durante anos – para a recuperação do filho de apenas 18 anos. A reportagem do Cada Minuto não identificará a mãe e usará um nome fictício para contar o caso.

A dependência química é um conjunto de fenômenos comportamentais, cognitivos e fisiológicos que se desenvolvem após o uso repetido de determinada substância. A dependência pode dizer respeito a uma substância psicoativa específica (por exemplo, o fumo, o álcool ou a cocaína), a uma categoria de substâncias psicoativas (por exemplo, substâncias opiáceas) ou a um conjunto mais vasto de substâncias farmacologicamente diferentes.

Entretanto, a família do dependente também é atingida. A codependência é uma realidade que pessoas fortemente ligadas emocionalmente ao dependente químico enfrentam durante todo o processo.

Maria das Dores*, de 46 anos, é mãe de dois filhos. Segundo ela, o filho mais novo sempre foi carinhoso e estudioso, mas aos 15 anos começou a apresentar um comportamento diferente. “Ele começou a ficar agressivo, mentia bastante e mudou de amizades, eu pensei que era a fase dele da adolescência, sabe?”. Segundo Maria, aos poucos, o menor foi deixando de lado a escola e a educação que a mãe tinha repassado.

Mesmo com todos os indícios que algo estava acontecendo, a mãe não conseguia acreditar que havia algo de errado. “Até que um dia, peguei ele furtando alguns materiais de casa e vendendo, o quarto dele já não era o mesmo, os objetos dele foram vendidos para comprar droga”, contou Maria que ainda completou afirmando que o filho pedia dinheiro todos os dias à ela, mas ela se negava e ele ficava agressivo.

Maria não buscou ajuda e ficou contra os familiares que afirmavam que o adolescente estava envolvido com drogas. “Eu não enxergava o que estava acontecendo ou não queria enxergar? Foi quando percebi que estava totalmente dependente de um dependente químico, não é engraçado? Eu não buscava ajuda porque eu passei a mão na cabeça dele dizendo que nada estava acontecendo, mas estava e eu não sabia como agir”, ressaltou.

Após três anos, Maria procurou um psicólogo e descobriu o que era codependente. Para ela, foi uma fase difícil entender que ela também precisava de ajuda e segundo Maria, primeiramente ela precisou compreender que precisava se ajudar aceitando a situação para que pudesse buscar tratamento para o filho que está, atualmente, internado em uma clínica de reabilitação.

“Continuei a terapia, busquei grupos de apoio e hoje em dia, vejo que meu filho apresenta melhoras. Eu sei que não criei filho para ser dependente químico, mas com fé, vou vê-lo formado e bem de vida”, enfatizou.

O que é ser codependente?

Segundo a psicóloga e especialista em dependência química, Roseanne Albuquerque, ser codependente é uma condição emocional, psicólogica e comportamental, uma maneira destrutiva de relacionar-se, uma espécie de “prisão afetiva” onde os familiares passam por diversos estágios. “O familiar vai passar pelo estágio de negação, preocupação, vai buscar ser o responsável pelas atitudes do dependente e exaustão emocional surgindo assim a condição emocional de sentir raiva, culpa, medo e vergonha”, informou.

Conforme a especialista é importante que os familiares busquem ajuda especializada com grupos de autoajuda, informativos e terapia com profissionais da área de dependência química. “Os grupos vão fortalecer os familiares para buscarem reconhecimento das suas limitações e do seu papel diante do dependente estimulando e promovendo uma melhor qualidade de vida”, comentou Roseanne.

A especialista também explicou que a terapia vai ser um suporte psicólogico promovendo a conscientização e trabalhando todos os estágios da codependência.

“A terapia vai trabalhar, por exemplo, com os estágios da negação, preocupação com o dependente e com a condição emocional de raiva, culpa, medo e vergonha”, explicou Roseanne.

Roseanne também enfatizou que é a codependência não é considerada doença, pois não é classificada no CID10. “Mesmo não sendo considerada doença, a codependência apresenta as mesmas características do processo de dependência química, visto que o codependente é uma pessoa que tem a vida fora de controle por viver uma relação disfuncional com o dependente necessitando também de tratamento”, finalizou.

Ajuda é possível

Sobre o Amor-Exigente

Desde 1984, a ONG Amor-Exigente (AE) atua como apoio e orientação aos familiares de dependentes químicos e às pessoas com comportamentos inadequados. Através de um eficiente programa de auto e mútua ajuda, o Amor-Exigente desenvolve preceitos para a reorganização familiar, sensibilizando as pessoas e levando-as a perceber a necessidade de mudar o rumo de suas vidas a partir de si mesmas, proporcionando equilíbrio e melhor qualidade de vida. Como diz o seu lema: torná-las CADA VEZ MELHOR!

Este programa, que há mais de 3 décadas funciona e dá certo, é praticado por meio de 12 Princípios Básicos, 12 Princípios Éticos, Espiritualidade Pluralista e Responsabilidade Social, através de reuniões semanais, cursos e palestras, sempre com a dedicação e comprometimento dos milhares de voluntários espalhados por todo o Brasil, Argentina e Uruguai.

Visando maior abrangência do seu movimento de proteção social, o Amor-Exigente expandiu seu programa, dando origem aos projetos especiais: Prevenção – visa desestimular a experimentação e uso de tabaco, álcool e outras drogas através de uma abordagem educativa junto a pais, avós e professores para ajudar na formação de seus filhos, netos e alunos; Sobriedade – esse trabalho com abordagem distinta, destina-se especialmente às pessoas em processo de recuperação pelo uso e abuso de álcool e outras drogas; Amor-Exigentinho – proposta voltada para o público infanto-juvenil que utiliza os Princípios Básicos do Programa de forma lúdica, clara e objetiva, visando auxiliá-lo a adotar atitudes responsáveis e saudáveis; Sempre É Tempo – focado nos adultos da Melhor Idade que muitas vezes passam pela “síndrome do ninho vazio” ou com o desafio de cuidar dos netos enquanto os pais trabalham e/ou estudam.

Sobre a FEAE

A FEBRAE- Federação Brasileira de Amor-Exigente – teve sua fundação instituída em 18 de novembro de 1984. Surgiu da necessidade de congregar os grupos que vinham atuando na linha do Programa Amor-Exigente (AE), de modo a favorecer maior eficiência e melhores resultados.

Com o alto nível de credibilidade do Programa, mais e mais grupos de ajuda mútua, para dependentes químicos e familiares, foram-se instalando. Assim, para preservar a integridade da proposta de trabalho com Amor-Exigente, sua linha de funcionamento e objetivos, foi instituída a FEBRAE.

Em 2009, com a criação do Novo Estatuto, o nome da federação mudou para FEAE – Federação de Amor-Exigente , acolhendo assim os grupos que nasceram fora do país e ampliando as fronteiras para a atuação do movimento. A sede da FEAE é em Campinas, SP.

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