Tratamento para Dependentes Químicos

casa de recuperação para menores dependentes químicos

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Os especialistas da casa de recuperação para menores dependentes químicos ressaltam que durante os últimos anos, a dependência química deixou de ser tratada como um desvio de caráter e assumiu o seu papel como um transtorno de natureza biológica, psicológica e social. Essa mudança de mentalidade repercutiu nas estratégias de tratamento e tomou força uma nova concepção a respeito de jovens com vícios como o álcool o fumo e a cocaína.
Para os especialistas da casa de recuperação para menores dependentes químicos, o reconhecimento que o consumo da droga ser uma doença foi um grande salto para que os tratamentos pudessem ser mais humanizados, retirando o rotulo negativo que acompanhava um dependente . Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), a dependência química é uma doença crônica comportamental, fisiológica e cognitiva que ocorre com o uso repetido de determinadas substâncias. A partir desse reconhecimento as pesquisas se tornaram mais eficaz e o tratamento com mais foco no dependente como um ser humano que necessita de ajuda e amparo.
Os profissionais que atuam na casa de recuperação para menores dependentes químicos ressaltam que as drogas que mais causam dependência entre os jovens são as mais comuns, consideradas psicoativas, entre elas estão o álcool, o fumo e a cocaína, por exemplo. Mas há ainda que se considerar indivíduos que se viciam em substâncias farmacológicas.
Essas substâncias, ou comumente chamadas de drogas, psicoativas atuam no Sistema Nervoso Central das pessoas e alteram a sua capacidade de pensar, sentir e até agir. Elas também causam um desequilíbrio no organismo, alterando o metabolismo químico, o que causa a dependência.
Muitos podem ser os motivos ressalta os profissionais da casa de recuperação para menores dependentes químicos, que pode levar um jovem ao uso das drogas, desde uma curiosidade experimental, até fatores genéticos e psicossociais. Há estudos relacionados a esse entendimento sobre a predisposição de um indivíduo ao risco da dependência e do vício, mas ainda entende-se como uma doença multifatorial.
Podemos considerar então, como fatores de risco, a genética, a disponibilidade de substâncias psicoativas, a falta de monitoramento dos pais, quando se é mais jovem, transtornos psiquiátricos e o ambiente que se está inserido.
Para um maior esclarecimento os profissionais da casa de recuperação para menores dependentes químicos listaram alguns sintomas que pode indicar que o jovem está viciado em algum tipo de droga esses são alguns do sintoma: o aumento da tolerância no uso dessas substâncias, ou seja, os efeitos a serem obtidos só acontecem após consumo exagerado;
– Vontade incontrolável de utilizar a substância em variados momentos;
– Falta de controle e limite ao consumir;
– Tentar reduzir o consumo, mas não ter sucesso;
– Deixar de lado atividades antes consideradas prazerosas, para realizar outras relacionadas ao vício;
– Sintomas de desconforto ao não consumir a substância com freqüência, que podem ser observadas a partir de tremores, ansiedade, irritabilidade, insônia e sudorese;
– Ter ou perceber sintomas de prejuízos a saúde, mas ainda assim realizar consumo da substância.
E como se dá o tratamento? Os profissionais da casa de recuperação para menores dependentes químicos enfatizam que devemos ressaltar que cada indivíduo possui características diferentes em relação ao seu vício, seja uma característica pessoal, como a personalidade, como também a quantidade e a freqüência de utilização da droga. Fatores emocionais, ou seja, pessoas já com características de instabilidade com os seus bem-estares emocionais, e físicos devem ser considerados no diagnóstico do psiquiatra e do psicólogo.

O objetivo do tratamento do psicológico, que atua na casa de recuperação para menores dependentes químicos é prestar assistência preventiva, curativa e de reabilitação, por meio da psicoterapia individual e/ou de grupo. A intenção é que, a partir do uso de técnicas de prevenção e de recaída, a pessoa consiga atingir a abstinência e, com isso, seja capaz de readaptar-se socialmente, elaborando as suas dificuldades pessoais e tendo consciência das questões relacionadas ao seu vício e a possibilidade de recaída.”
Os psicólogos que atuam na casa de recuperação para menores dependentes químicos, enfatizam que com o tratamento psicológico, o dependente químico consegue reavaliar e corrigir o seu pensamento aprende a dominar os problemas e as situações que a princípio ele considerava insuperável. Mesmo que o quadro inicial do dependente apresente perdas e limitações que dificultam o aprofundamento dessas questões inconscientes e angustiantes, o especialista necessita abordar o comportamento com praticidade e concretude, buscando soluções que substituem os padrões de comportamento destrutivo. “É um tratamento mais realista e adaptativo.”
O psiquiatra que atua na casa de recuperação para menores dependentes químicos irá avaliar a necessidade de medicação para o acompanhamento do paciente a fim de recuperá-lo da crise, evitando recaídas. Além disso, os medicamentos podem auxiliar na melhora dos sintomas de abstinências, no tratamento de outras doenças que podem estar associadas como depressão, ansiedade, esquizofrenia, bipolar por exemplo.
O terapeuta ocupacional que atua na casa de recuperação para menores dependentes químicos ira analisar o paciente como um todo, utilizando tarefas prescritas para alcançar seu objetivo. Essas atividades que farão parte do tratamento são feitas de maneira criteriosa por esse profissional para adequar todas as necessidades, observando sempre as dificuldades do dependente, além de visar sua satisfação dentro de seu tratamento.
Na casa de recuperação para menores dependentes químicos, o nutricionista vem com o papel de tratar o organismo do paciente, concedendo a ele uma dieta balanceada que traga de volta a vitalidade para que ele volte a ser saudável. Assim, o indivíduo se torna mais propenso a aderir ao tratamento e não voltar à dependência.
O ambiente aonde esse tratamento ocorrera é de suma importância ressalta os profissionais da casa de recuperação para menores dependentes químicos, sendo assim planejamos nosso espaço para que o jovem e seus familiares se sintam seguros e acolhidos.
Com uma infra estrutura a casa de recuperação para menores dependentes químicos , tem em seu ambiente quadras para praticas de lazer e esportes , salas adequadas para as reuniões , salas de TV, piscinas, refeitórios sempre limpos , alimentação balanceada, quartos arejados, seguranças para zelar pelo bem estar do local e equipe de limpeza e um espaço verde que irá transmitir tranqüilidade e paz para o jovem e seus familiares.

Codependência

O sofrimento mental remete as pessoas a refletirem sobre diversos aspectos
emocionais, sociais, culturais e espirituais que se apresentam rotineiramente e
interferem na experiência dos envolvidos. Objetivou-se identificar as
características de co-dependência entre familiares de dependentes químicos.
Adotou-se o método descritivo, sendo aplicado um formulário com nove
familiares de pacientes dependentes químicos, internados pela primeira vez em
uma instituição psiquiátrica no período de março a agosto de 2007. Os dados
foram analisados em números absolutos e índices percentuais. Verificou-se
que todos os familiares desconhecem o quadro de co-dependência e acham
que apenas o paciente necessita de tratamento. Sentem-se responsáveis,
assim como culpados, penalizados ou ansiosos pelo mesmo. 66,67% tentam
mostrar para outras pessoas que são bons para o dependente; 77,78% têm
medo de errar em relação à pessoa e percebem que precisam mudar seu
comportamento, embora não saibam como ou não estejam conseguindo; 100%
sentem-se presos a esse relacionamento e continuamente estão ajudando a
pessoa internada, mesmo contra a vontade. Concluiu-se que todos os
entrevistados apresentaram características de co-dependência, ignoram que
sejam co-dependentes, desconhecem grupos de apoio e não procuram formas
de tratamento para si, apesar de 2 (22,22%) terem sugerido que se elaborasse
formas explicativas de como tratar e conviver com a pessoa portadora de
dependência química.
Ajuda
Sobre o Amor-Exigente
Desde 1984, a ONG Amor-Exigente (AE) atua como apoio e orientação aos familiares de dependentes químicos e às pessoas com comportamentos inadequados. Através de um eficiente programa de auto e mútua ajuda, o Amor-Exigente desenvolve preceitos para a reorganização familiar, sensibilizando as pessoas e levando-as a perceber a necessidade de mudar o rumo de suas vidas a partir de si mesmas, proporcionando equilíbrio e melhor qualidade de vida. Como diz o seu lema: torná-las CADA VEZ MELHOR!
Este programa, que há mais de 3 décadas funciona e dá certo, é praticado por meio de 12 Princípios Básicos, 12 Princípios Éticos, Espiritualidade Pluralista e Responsabilidade Social, através de reuniões semanais, cursos e palestras, sempre com a dedicação e comprometimento dos milhares de voluntários espalhados por todo o Brasil, Argentina e Uruguai.
Visando maior abrangência do seu movimento de proteção social, o Amor-Exigente expandiu seu programa, dando origem aos projetos especiais: Prevenção – visa desestimular a experimentação e uso de tabaco, álcool e outras drogas através de uma abordagem educativa junto a pais, avós e professores para ajudar na formação de seus filhos, netos e alunos; Sobriedade – esse trabalho com abordagem distinta, destina-se especialmente às pessoas em processo de recuperação pelo uso e abuso de álcool e outras drogas; Amor-Exigentinho – proposta voltada para o público infanto-juvenil que utiliza os Princípios Básicos do Programa de forma lúdica, clara e objetiva, visando auxiliá-lo a adotar atitudes responsáveis e saudáveis; Sempre É Tempo – focado nos adultos da Melhor Idade que muitas vezes passam pela “síndrome do ninho vazio” ou com o desafio de cuidar dos netos enquanto os pais trabalham e/ou estudam.

Sobre a FEAE
A FEBRAE- Federação Brasileira de Amor-Exigente – teve sua fundação instituída em 18 de novembro de 1984. Surgiu da necessidade de congregar os grupos que vinham atuando na linha do Programa Amor-Exigente (AE), de modo a favorecer maior eficiência e melhores resultados.
Com o alto nível de credibilidade do Programa, mais e mais grupos de ajuda mútua, para dependentes químicos e familiares, foram-se instalando. Assim, para preservar a integridade da proposta de trabalho com Amor-Exigente, sua linha de funcionamento e objetivos, foi instituída a FEBRAE.
Em 2009, com a criação do Novo Estatuto, o nome da federação mudou para FEAE – Federação de Amor-Exigente , acolhendo assim os grupos que nasceram fora do país e ampliando as fronteiras para a atuação do movimento. A sede da FEAE é em Campinas, SP.

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