Tratamento para Dependentes Químicos

centro de reabilitação para menores

centro de reabilitação para menores

Antes de qualquer coisa, é preciso entender como funciona a dependência química ressalta os profissionais do centro de reabilitação para menores. Para ajudar alguém que é dependente químico, dominado pelo vício em álcool ou drogas, você deve entender a natureza dessa dependência.

Nenhuma das explicações científicas sobre a dependência é completa. O uso de drogas pode estar relacionado ao campo biológico, fazendo com que o usuário precise de seus estímulos fisicamente, mas também pode estar relacionado à dependência mental, que leva um dependente químico, teoricamente afastado do vício, a ter recaído após muitos anos sem uso de drogas, voltando ao hábito em poucos dias depois de muita luta contra a dependência.

 Os profissionais do centro de reabilitação para menores ressaltam que a dependência de drogas e álcool pode afetar qualquer pessoa, mesmo aquelas que não têm predisposição genética para o alcoolismo, ou que tenha poucos riscos relacionados ao ambiente, ou ainda pessoas que sempre se mostraram íntegras moralmente.

Uma das situações mais freqüentes é um pai ou mãe descobrirem que possuem filhos dependentes de drogas. O sentimento mais comum é de tristeza e de infelicidade, principalmente quando o dependente químico está prejudicando sua própria vida.

Sentir culpa não irá ajudar É necessário tomar atitudes concretas, como usar do amor e a busca de ajuda por profissionais que tenham competência para lidar com a situação no qual o jovem se encontra, pois sozinho não ira conseguir ,  essa ajuda os familiares irão encontrar no centro de reabilitação para menores.

 Os profissionais do centro reabilitação para menores enfatizam que muitas vezes, certas circunstâncias podem tornar bastante difíceis o diálogo com o dependente. No caso de pais tentando controlar seus filhos adolescentes, essa imposição de limites pode ser vista pelo jovem como uma tentativa de impedir suas ações, resultando no descumprimento dos conselhos e ordens. Além disso, a maioria dos dependentes químicos não se dá conta do vício e, por acreditar que seu corpo e mentes estão sob controle, acaba não conseguindo identificar os perigos às quais suas ações podem lhe expor.

Como vimos o jovem pode perder o controle do consumo da substância. E isso afeta todos os aspectos da vida do usuário, no âmbito mental, emocional e físico. A dependência química deve ser encarada como ela é: uma doença. E precisa do tratamento adequado.

 Os profissionais do centro de reabilitação para menores ressalta que  hoje as drogas estão sendo consumidas cada vez mais. A primeira instância, usar substâncias químicas é sinônimo de felicidade e prazer. Buscar o prazer sempre foi a meta da humanidade na história.

Mas não é apenas o prazer que compele o indivíduo ao uso e abuso de substâncias. Problemas emocionais, sociais e mentais são os maiores fatores de risco. Por isso, o tratamento no centro de reabilitação para menores enfatiza que o tratamento completo muitas vezes envolve a terapia, para tratar os transtornos que levam ao uso de drogas e são agravados por ela. Também é preciso tratar toda a questão social deste jovem.

É muito importante agir sem preconceito. Qualquer pessoa pode acabar desenvolvendo dependência e isso não deve ser tratado como motivo de vergonha ou falha moral. Um dependente químico possui uma doença crônica e necessitará de apoio dos familiares e amigos para conseguir superar seu problema e poder ter uma vida normal.

Em geral, muito se discute sobre a possibilidade da pessoa dependente conseguir livrar-se sozinha do vício. Segundo os psicólogos que atuam no centro de reabilitação para menores enfatizam que os transtornos causados pelo uso das drogas, tanto no emocional quanto na parte física do dependente os levam a não conseguir se livrar sozinhos do vicio e que essa forma de pensar é um grande e terrível mito.

O vício é muito difícil de ser tratado. O papel do psicólogo neste tipo de tratamento é muito importante, já que poderá aprofundar questões mais complexas na sua vida. Ao achar que pode sair sozinho, muitas pessoas acabam aprofundando o problema.

Sendo assim, quando o dependente químico decide procurar por ajuda, chega ao centro de reabilitação para menores com seu estado emocional bem debilitado, tendo como características: a irritabilidade, agressividade, mentiras, diminuição dos cuidados básicos até mesmo de higiene, incluindo, perda de valores, depressão, síndrome do pânico, esquizofrenia, entre outras, precisando neste momento de toda atenção e acolhimento.

Um fator de suma importância para o tratamento é em relação ao bem estar do interno, que estando bem consigo mesmo, resgata a autoconfiança e obtém êxito para sua recuperação. A aceitação própria de ajuda provoca desejos de mudança e de libertação, conduzindo- o a deixar o vício.

 Quando o jovem e seus familiares decidem por procurar uma ajuda o centro de reabilitação para menores pode-se presumir que a sua motivação contenha um desejo de mudança e de libertação das drogas, pois sabemos que não é um processo fácil, como nos alguns jovens têm dificuldade em lidar com tantas mudanças de uma vez e talvez precisem de ajuda para vencer os perigos ao longo do caminho”.

É preciso depositar nele confiança e oferecer uma gama de atividades de modo que ele consiga se “reabilitar”, ou seja, melhorar suas capacidades mentais no que se refere à vida, aprendizagem, trabalho, socialização e adaptação de forma mais normalizada

 Pesquisas mostram a importância do Centro de Reabilitação para menores, pois é nesse ambiente que o jovem encontrara profissionais especializados que irão auxiliar nesse processo de desintoxicação e de autoconhecimento de si, de seus potenciais e poderão perceber que conseguem caminhar sem o consumo das drogas.

No centro de reabilitação para menores, o jovem terá atendimento com psicólogos  que irá trabalhar com a psicoterapia que  é um tratamento em que o objetivo é resolver questões vinculadas ao comportamento, às emoções, aos relacionamentos .

 O psiquiatra que entenderá distúrbios, como depressão, fobias e ansiedades em geral, tanto podem ser causa quanto conseqüência da dependência  e o psiquiatra saberá fazer a análise correta.

Os grupos de auto-ajuda fazem parte do tratamento no centro de reabilitação para menores como Alcoólicos Anônimos (AA) e Narcóticos Anônimos (NA), reúnem pessoas que sofrem dos mesmos problemas para compartilhar experiências e procurar apoio umas nas outras.  O centro de reabilitação para menores de idade além de contar com profissionais de alta experiência, também tem um espaço adequado para esse tratamento, contando assim com quadra para pratica de esporte e lazer, piscinas, quartos arejados, sala de TV, refeitórios, equipe de segurança e limpeza e um ambiente com imensa área verde trazendo mais paz e tranqüilidade para o jovem e seus entes queridos.

Codependência

O sofrimento mental remete as pessoas a refletirem sobre diversos aspectos 
emocionais, sociais, culturais e espirituais que se apresentam rotineiramente e 
interferem na experiência dos envolvidos. Objetivou-se identificar as 
características de co-dependência entre familiares de dependentes químicos. 
Adotou-se o método descritivo, sendo aplicado um formulário com nove 
familiares de pacientes dependentes químicos, internados pela primeira vez em 
uma instituição psiquiátrica no período de março a agosto de 2007. Os dados 
foram analisados em números absolutos e índices percentuais. Verificou-se 
que todos os familiares desconhecem o quadro de co-dependência e acham 
que apenas o paciente necessita de tratamento. Sentem-se responsáveis, 
assim como culpados, penalizados ou ansiosos pelo mesmo. 66,67% tentam 
mostrar para outras pessoas que são bons para o dependente; 77,78% têm 
medo de errar em relação à pessoa e percebem que precisam mudar seu 
comportamento, embora não saibam como ou não estejam conseguindo; 100% 
sentem-se presos a esse relacionamento e continuamente estão ajudando a 
pessoa internada, mesmo contra a vontade. Concluiu-se que todos os 
entrevistados apresentaram características de co-dependência, ignoram que 
sejam co-dependentes, desconhecem grupos de apoio e não procuram formas 
de tratamento para si, apesar de 2 (22,22%) terem sugerido que se elaborasse 
formas explicativas de como tratar e conviver com a pessoa portadora de 
dependência química.

Ajuda

Sobre o Amor-Exigente

Desde 1984, a ONG Amor-Exigente (AE) atua como apoio e orientação aos familiares de dependentes químicos e às pessoas com comportamentos inadequados. Através de um eficiente programa de auto e mútua ajuda, o Amor-Exigente desenvolve preceitos para a reorganização familiar, sensibilizando as pessoas e levando-as a perceber a necessidade de mudar o rumo de suas vidas a partir de si mesmas, proporcionando equilíbrio e melhor qualidade de vida. Como diz o seu lema: torná-las CADA VEZ MELHOR!

Este programa, que há mais de 3 décadas funciona e dá certo, é praticado por meio de 12 Princípios Básicos, 12 Princípios Éticos, Espiritualidade Pluralista e Responsabilidade Social, através de reuniões semanais, cursos e palestras, sempre com a dedicação e comprometimento dos milhares de voluntários espalhados por todo o Brasil, Argentina e Uruguai.

Visando maior abrangência do seu movimento de proteção social, o Amor-Exigente expandiu seu programa, dando origem aos projetos especiais: Prevenção – visa desestimular a experimentação e uso de tabaco, álcool e outras drogas através de uma abordagem educativa junto a pais, avós e professores para ajudar na formação de seus filhos, netos e alunos; Sobriedade – esse trabalho com abordagem distinta, destina-se especialmente às pessoas em processo de recuperação pelo uso e abuso de álcool e outras drogas; Amor-Exigentinho – proposta voltada para o público infanto-juvenil que utiliza os Princípios Básicos do Programa de forma lúdica, clara e objetiva, visando auxiliá-lo a adotar atitudes responsáveis e saudáveis; Sempre É Tempo – focado nos adultos da Melhor Idade que muitas vezes passam pela “síndrome do ninho vazio” ou com o desafio de cuidar dos netos enquanto os pais trabalham e/ou estudam.

Sobre a FEAE

A FEBRAE- Federação Brasileira de Amor-Exigente – teve sua fundação instituída em 18 de novembro de 1984. Surgiu da necessidade de congregar os grupos que vinham atuando na linha do Programa Amor-Exigente (AE), de modo a favorecer maior eficiência e melhores resultados.

Com o alto nível de credibilidade do Programa, mais e mais grupos de ajuda mútua, para dependentes químicos e familiares, foram-se instalando. Assim, para preservar a integridade da proposta de trabalho com Amor-Exigente, sua linha de funcionamento e objetivos, foi instituída a FEBRAE.

Em 2009, com a criação do Novo Estatuto, o nome da federação mudou para FEAE – Federação de Amor-Exigente , acolhendo assim os grupos que nasceram fora do país e ampliando as fronteiras para a atuação do movimento. A sede da FEAE é em Campinas, SP.

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