Tratamento para Dependentes Químicos

clinica de reabilitação de drogas e álcool

Clínica de reabilitação de drogas e álcool

Pessoas que precisam de reabilitação por serem dependentes químicos, necessitam de cuidados especializados, na clinica de reabilitação de drogas e álcool o tratamento é  individualizado, deve ser projetado de acordo com as necessidades do paciente e de seus familiares, lembrando que quase sempre a família precisa ser tratada, pois está tão doente quanto o dependente químico.

A importância da abordagem e que tipo de terapia a ser usada, pois cada caso é único e cada ser também na clinica de reabilitação de drogas e álcool temos a terapia em grupo , encontros com em que estão incluso psicólogo e terapeuta fazendo um trabalho em conjunto .

A clinica de reabilitação de drogas e álcool explica o que vem a ser a psicoterapia individual e quando se faz necessário o uso ,  A psicoterapia individual é indicada na abordagem psicodinâmica dos casos mais complexos e em situações que se mostrem de alguma forma inadequadas para um trabalho em grupo. Na clinica de reabilitação de drogas os terapeutas utilizam também a psicoterapia em grupo que constitui recurso terapêutico privilegiado na medida em que oferece ao dependente uma diversificação de contatos interpessoais que possibilita o encontro com interlocutores que partilham das mesmas expectativas, angústias, conquistas e frustrações. O grupo funciona como matriz de novos modelos identifica tórios, proporcionando as seus integrantes novos vínculos e diferentes vetores de relacionamento.

Para os profissionais que atuam na clinica de reabilitação de drogas e álcool o processo de reabilitação é extremamente sério e deve ser abordado com muita cautela e critério, pois “Não existe ciência sem consciência, e não se pode lutar contra a droga quando se tem uma visão mecanicista do problema e quando a gente não interroga a respeito das motivações dos que se tornam usuários

Sendo assim, quando o dependente químico decide procurar por ajuda, chega ao local da clinica de reabilitação de drogas e álcool com seu estado emocional bem debilitado, tendo como características: a irritabilidade, agressividade, mentiras, diminuição dos cuidados básicos até mesmo de higiene, incluindo, perda de valores, depressão, síndrome do pânico, esquizofrenia, entre outras, precisando neste momento de toda atenção e acolhimento.

Um fator de suma importância para o tratamento é em relação ao bem estar do interno, que estando bem consigo mesmo, resgata a autoconfiança e obtém êxito para sua recuperação. A aceitação própria de ajuda provoca desejos de mudança e de libertação, conduzindo- o a deixar o vício.

É preciso depositar nele confiança e oferecer uma gama de atividades de modo que ele consiga se “reabilitar”, ou seja, melhorar suas capacidades mentais no que se refere à vida, aprendizagem, trabalho, socialização e adaptação de forma mais normalizada possível.

Na clinica de reabilitação de drogas e álcool teremos varias etapas para que se chegue a um resultado esperado entre elas estão a desintoxicação intensiva, conscientização sobre a doença da dependência química, a reabilitação individualizada e a reintegração social.

Esta mudança de conceito de vida na reabilitação do usuário de drogas é bem trabalhada e é exatamente neste ponto em que são alcançados os melhores resultados e as mudanças mais expressivas dele.

Em suma, a recuperação do dependente químico deve ser realizada por um estabelecimento preparado, no qual a clinica de reabilitação de drogas e álcool tanto no sentido funcional como também no estrutural oferece para acolher o paciente usando  o melhor tratamento para que ele volte a viver com mais saúde e livre das drogas.

A clinica de reabilitação de drogas e álcool trabalha com o profissional da psicologia que tem a função de  realizar o tratamento de um dependente químico, destacando sua aptidão para tratar o motivo que levou o dependente a recorrer às drogas como uma saída para os problemas.

Na maioria dos casos, um problema pessoal, familiar e, até mesmo, social gera a vontade de buscar as drogas e, por isso, é necessário resolvê-la para que o dependente não tenha recaídas ou crises de abstinência. Outras vezes, quando se acontece a fissura, pode ser que a vontade venha de maneira espontânea, sem nenhum motivo aparente, e a psicologia pode auxiliar no processo de encontrar gatilhos para desencadear a fissura.

É também função do psicólogo manter o controle mental do paciente mesmo após a desintoxicação. Quadros como ansiedade e pensamento acelerado podem surgir, prejudicando a recuperação já que podem ser gatilhos para recaídas.

Temos também o profissional da psiquiatria que irá atuar avaliando o paciente para analisar  se é necessário o uso de medicamento  para o acompanhamento do mesmo a fim de recuperá-lo da crise, evitando recaídas. Além disso, os medicamentos podem auxiliar na melhora dos sintomas de abstinências, no tratamento de outras doenças que podem estar associadas como depressão, ansiedade, esquizofrenia, bipolar por exemplo.

A clinica de reabilitação de drogas irá contar também com o profissional da terapia, que ira trabalhar o campo da terapia ocupacional trabalhando na recuperação do dependente químico que tem dificuldades em realizar as tarefas cotidianas. Ela tem foco na construção ou na reconstrução do cotidiano, de acordo com as necessidades de cada um.

O terapeuta ocupacional analisa o paciente como um todo, utilizando tarefas prescritas para alcançar seu objetivo. Essas atividades que farão parte do tratamento são feitas de maneira criteriosa por esse profissional para adequar todas as necessidades, observando sempre as dificuldades do dependente, além de visar sua satisfação dentro de seu tratamento.

Enfermeiros também fazem parte da equipe da clinica de reabilitação de drogas e álcool acompanhando  de perto o passo a passo da recuperação do paciente. A dependência química é uma enfermidade que precisa de atenção e cuidado, e o enfermeiro é o responsável por isso.

O principal papel dele é dar assistência junto ao médico e atender em casos especiais às necessidades prescritas aos pacientes, como a dosagem e o acompanhamento de medicações, por exemplo.

Então, é importante que o enfermeiro acompanhe o dependente químico principalmente para que nos primeiros momentos não haja recaídas. Por isso, esse profissional é indispensável para o sucesso da resolução desse problema.

A nutrição também faz parte dessa equipe auxiliando o organismo de um dependente químico, durante e após o processo de desintoxicação, fica bastante debilitado. É comum perda de peso, perda de cabelo e até mesmo delírios. Muitas vezes ocorre falta de nutrientes necessários ao corpo. Com isso, o organismo fica fraco e bastante suscetível a outras doenças.

Dessa forma, o nutricionista vem com o papel de tratar o organismo do paciente, concedendo a ele uma dieta balanceada que traga de volta a vitalidade para que ele volte a ser saudável. Assim, o indivíduo se torna mais propenso a aderir ao tratamento e não voltar à dependência.

Fonte G1: Normalmente, quem está com um problema de saúde procura um tratamento. Mas quando a pessoa não tem condições de tomar essa decisão, é correto que alguém decida por ela? A equipe de reportagem da TV TEM acompanhou algumas dessas histórias sobre o crack na região de Sorocaba (SP).

De acordo com os especialistas, a internação involuntária é necessária em alguns casos e tem ajudado na recuperação dos dependentes químicos. Segundo alguns ex-usuários, o caminho para não usar mais drogas está, muitas vezes, em ajudar os outros usuários a também superarem o vício.

Para Sandro Sposito, coordenador do departamento de neurologia da Pontifícia Universidade Católica (PUC) de Sorocaba, a internação compulsória é um mal necessário. “Como a droga causa uma dependência profunda, que o indivíduo perde realmente a crítica e a capacidade de imaginar outras possibilidades, outras alternativas, e a busca é tão ativa por isso, a dependência química é tão forte que não é uma dependência só psicológica, não é isto.

É uma coisa mais séria, é uma dependência química, uma alteração química que aconteceu no seu cérebro. E uma alteração química que demora, que vai levar um tempo para se reestabelecer ao normal.

Ninguém chega na clínica e consegue apenas por meio de orientação, de conversas, apagar aquilo como se fosse uma escrita a lápis e você passa uma borracha. Aquilo vai demorar”, ressalta.

Segundo Maria Clara Schnaidman Suarez, presidente do Conselho Municipal sobre Drogas, a internação involuntária é válida nos casos em que o indivíduo está colocando em risco a sua vida ou a vida de alguém. “Quando ele perdeu o discernimento do que ele está fazendo, seja para ele ou para os outros, e ele não tem condições de decidir por ele mesmo. Mas o sucesso de uma internação, de um tratamento, só vai ser alcançado quando esse tratamento se tornar voluntário pelo paciente”, destaca.

Ou seja, o paciente com o passar dos dias em uma clínica de recuperação vai se desintoxicando, voltando a consciência da realidade e sendo assim acaba por aceitar o restante do tratamento completo por livre e espontânea vontade, esse período de aceitação varia de individuo para individuo, podendo varias de um a cinco meses.

Na publicação Principles of Drug Addiction Treatment: A Research-Based Guide (Princípios do Tratamento do Vício em Drogas: Um Guia Baseado em Pesquisa), o instituto apresenta quais são os princípios de um tratamento eficaz. O texto diz “o tratamento não precisa ser voluntária para ser eficaz. Sanções ou incentivos impostos pela família, ambiente de trabalho ou pelo sistema judicial podem aumentar significativamente a taxa de internação e de permanência – e finalmente o sucesso das intervenções de tratamento”.

Codependência Descubra se você precisa de ajuda

Codependência é um termo usado por profissionais, que pode confundir ou contrariar a mensagem de recuperação do Nar-Anon. Portanto, esse e outros termos, são evitados em nossas reuniões regulares, porque tendem a enfocar o dependente químico.

O Nar-Anon colabora com profissionais e organizações de fora, mas não é afiliado a determinadas pessoas ou terapias específicas. Mantém a sua autonomia e não pode se desviar do seu propósito primordial.

Um Grupo de Nar-Anon não pode resolver todos os problemas pessoais de seus membros. Ao invés de tentar resolver os problemas de todo mundo, sugere a quem precisa de ajuda, o encaminhamento a fontes apropriadas.

A doença da família

A adicção (dependência química) é a doença do adicto (dependente químico), provocada pelo uso de drogas. Entendemos que se trata de uma doença reflexiva, porque afeta a estrutura familiar e os relacionamentos desse núcleo básico da sociedade. A insanidade decorrente dessa situação pode trazer consequências desastrosas.

O familiar necessita de ajuda para escapar da imobilidade decorrente de lutas e fugas frustradas. A família, fora de ritmo, reluta ou não sabe como promover o desligamento requerido, permanecendo indefesa. Ausente, deixa de estabelecer limites, confundindo-os com repressão.

Nossa experiência revela que o uso compulsivo de drogas não indica falta de afeto pela família. Não é uma questão de amor, mas de doença. O dependente químico perdeu a capacidade de opção em matéria de drogas. Mesmo quando sabe o que acontece, quando toma o primeiro teco, ele a usará.

Familiares, parentes, amigos, empregadores, colegas tentam controlar o adicto. Sentem-se culpadas e com medo. Tornam-se doentes emocionalmente.

Uma pessoa pode tornar-se adicta através de medicamentos ou de drogas de rua. O resultado é o mesmo. Alguns podem atuar razoavelmente bem em seus empregos, enquanto a família, amigos e companheiros de trabalho os encobrirem. Porém, a adicção afetará toda ou parte de suas vidas social, familiar ou econômica. Mesmo quando o usuário tenta passar sem drogas, a síndrome de abstinência é tão dolorosa que ele volta às drogas para aliviar a dor.

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