Tratamento para Dependentes Químicos

clínica de reabilitação para meninas menores de idade

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Mas os profissionais da clínica de reabilitação para meninas menores de idade enfatizam que ninguém começa com o objetivo de se tornar um viciado. Eles podem tentar o álcool, somente quando sair com amigos, e depois torná-lo um hábito. Com o tempo, ingerir bebidas ou consumir drogas torna-se menos prazeroso e seu uso contínuo torna-se necessário apenas para o viciado sentir-se “normal”.

Finalmente, os viciados chegam a um ponto onde eles buscam e usam drogas, apesar dos problemas que ela está criando para si e para seus entes queridos. As drogas nesse ponto, já tomaram suas vidas.

Segundo especialistas da clínica de reabilitação para meninas menores de idade a grande parte do público ainda não considera a dependência como uma doença do cérebro, e sim como uma fraqueza moral ou falta de caráter. Como muitas outras doenças, o vício pode ser controlado ou administrado através de tratamento médico e mudanças comportamentais.

Os profissionais da clínica de reabilitação para meninas menores de idade enfatizam que as drogas podem levar a danos cerebrais duradouros e às doenças, ao mesmo tempo, que causam prejuízos à capacidade de uma pessoa para tomar boas decisões e aprender com os erros.

O vício em drogas é considerado uma doença do cérebro porque as drogas, incluindo o álcool, podem alterar a estrutura cerebral e como ele funciona. Isso pode levar a comportamentos mais compulsivos e destrutivos.

A vulnerabilidade à dependência varia de pessoa para pessoa, ressalta os profissionais da clinica de reabilitação para meninas menores de idade algumas delas são mais propensas devido à sua pouca idade, genética ou transtornos mentais.

As Pesquisas realizadas pelos profissionais da clinica de reabilitação para meninas menores de idade, demonstraram que quanto mais jovem uma pessoa começa o uso de drogas, mais provável será o dano que vai causar no seu desenvolvimento cerebral. As drogas são substâncias químicas que interferem com a forma como as células nervosas normalmente enviam, recebem e processam informações. Algumas drogas como a maconha e a heroína mimetizam neurotransmissores naturais, impedindo os receptores e permitindo que a droga bloqueie a ação de ativar as células nervosas, resultando na transmissão de mensagens anormais.

Outras drogas, como a cocaína e anfetamina fazem com que as células nervosas liberem anormalmente grandes quantidades de neurotransmissores impedindo as normais de agirem, provocando a reciclagem destes produtos químicos no cérebro humano.

Todas as drogas têm como alvo o sistema de recompensa do cérebro, inundando o circuito com a dopamina, um neurotransmissor que regula a sensação de prazer. O cérebro se ajusta aos surtos, reduzindo o número de receptores. Isso reprime a função da dopamina e faz com que o usuário deva tomar mais e mais drogas para obter as mesmas sensações, um efeito conhecido como tolerância.

E se os viciados tentam parar de usar as drogas, eles podem ser incapazes de apreciar coisas que antes lhes traziam prazer. Eles podem sentir-se vazios, sem vida e deprimidos, que são os sintomas de abstinência. Como a doença cardíaca ou diabetes, o vício é uma doença tratável. Enfatiza os profissionais da clinica de reabilitação para meninas menores de idade, o tratamento irá incluir profissionais como psiquiatras, psicólogos, terapeutas entre outros da área da saúde. O psiquiatra que atua na clinica de reabilitação para meninas menores de idade usara medicação quando for necessário, pois o uso das drogas pode desencadear algumas doenças, como a esquizofrenia, depressão e transtorno bipolar os medicamentos também ira minimizar a retirada ou desejos de consumir drogas, juntamente com aconselhamento comportamental.

A psicóloga ira atuar juntamente com o psiquiatra fazendo o trabalho da escuta chegando ao ponto que levou o jovem ao uso das drogas, sendo assim, quando o dependente químico decide procurar por ajuda,e chega a clinica de reabilitação para meninas menores de idade com seu estado emocional bem debilitado, tendo como características: a irritabilidade, agressividade, mentiras, diminuição dos cuidados básicos até mesmo de higiene, incluindo, perda de valores, depressão, síndrome do pânico, esquizofrenia, entre outras, o jovem necessita de todo acolhimento e respeito possível.

Os especialistas que atuam na clinica de reabilitação para meninas menores de idade enfatiza que é preciso depositar nele confiança e oferecer uma gama de atividades de modo que ele consiga se “reabilitar”, ou seja, melhorar suas capacidades mentais no que se refere à vida, aprendizagem, trabalho, socialização e adaptação de forma mais normalizada possível.

O psicólogo que atua na clinica de reabilitação para meninas menores de idade irá ajudar na reintegração social desse usuário, auxiliando-o a entender os conflitos e as emoções que levam ao uso da droga, levando em conta três aspectos principais: as características pessoais do dependente, a natureza do ambiente em que vive e as características do vício, como as drogas usadas e a freqüência de uso. Por meio de sessões de conversa e de testes psicológicos, este profissional poderá identificar a função dos sintomas e o que eles querem dizer, podendo agir e direcionar seu trabalho objetivamente para cada pessoa, visto que cada indivíduo é único e possui razões e características diferentes que o levam à dependência.

O psiquiatra irá atuar juntamente com psicólogo fazendo um trabalho de parceria avaliando os casos que necessitam de certos medicamentos para o paciente a fim de recuperá-lo da crise, evitando recaídas. Além disso, os medicamentos podem auxiliar na melhora dos sintomas de abstinências,

O terapeuta ocupacional unindo se com os demais profissionais da clinica de reabilitação para meninas menores de idade irá analisar o paciente como um todo, utilizando tarefas prescritas para alcançar seu objetivo. Essas atividades que farão parte do tratamento são feitas de maneira criteriosa por esse profissional para adequar todas as necessidades, observando sempre as dificuldades do dependente, além de visar sua satisfação dentro de seu tratamento.

A clinica de reabilitação para meninas menores de idade, também enfatiza a importância do profissional da nutrição, pois o dependente acaba por perder muitos nutrientes devido o uso das drogas, e uma alimentação balanceada ira auxiliar na desintoxicação dando mais condições do paciente se recuperar. O ambiente também é parte fundamental para que o tratamento obtenha o sucesso esperado, por isso a clinica se preocupa em dar aos seus pacientes um ambiente seguro com espaços para o lazer, esporte, piscinas, salas de TV, quarto arejados e amplos, refeitórios sempre higienizados, seguranças para zelar pelos pacientes, como a preocupação é sempre o bem estar do paciente a clinica tem uma extensa área verde no qual a tranquilidade está sempre presente.

CODEPENDÊNCIA E TRATAMENTO FAMILIAR Professora e Conselheira Angela Hollanda CODEPENDÊNCIA “A palavra Codependência surgiu nos centros de tratamento no final da década de 70. O termo surgiu simultaneamente em diversos centros de Minnesota usado para descrever pessoas cujas as vidas foram afetadas pelo envolvimento com um dependente químico.

O codependente, filho, cônjuge, ou amante de um dependente químico, era visto como alguém que desenvolvera um padrão doentio de lidar com a vida, numa reação ao abuso de álcool ou drogas praticadas por outra pessoa.” A ideia básica naquela época, quando surgiu a palavra codependência, era que os codependentes podiam ser definidos como pessoas que não conseguiam administrar suas vidas em função de uma relação comprometida com um depende químico. “O codependente é aquele que deixou-se influenciar pelo comportamento de outra pessoa, e que vive obcecado em controlar o comportamento desse outro.”

É preciso deixar claro que o outro pode ser uma criança, um adulto, um amante, um cônjuge, um irmão ou irmã, um avô, pai, cliente ou melhor amigo. Pode ser um alcoólatra, dependente químico, um deficiente mental ou físico, alguém “normal” e que às vezes mergulha em sentimento de tristeza, e/ou qualquer pessoa mencionada anteriormente.

A codependência é uma doença? É uma doença emocional e comportamental, chegando na maioria das vezes desencadear doenças sérias como depressão, hipertensão, diabetes e outros males físicos. Uma das razões pelas quais chamam a codependência de doença é que muitos codependentes reagem a doenças (o alcoolismo, por exemplo), e o fato do problema ser progressivo.

À medida que as pessoas que nos cercam tornam-se mais doentes, podemos reagir mais intensamente. Qualquer que seja o problema do outro, a codependência envolve um sistema habitual de pensar, sentir e comportar-se, em relação a nós mesmos e aos outros, que pode causar sofrimento.

Comportamentos ou hábitos codependentes são mais autodestrutivos. Podemos mudar? Somos capazes de aprender outros comportamentos mais saudáveis? TRATAMENTO FAMILIAR O impacto que a família sofre com o uso de drogas por um de seus membros é emocionalmente tão devastador quanto às reações que o usuário de drogas possa ter.

Existem alguns estágios que caracterizam este impacto pelo qual a família de um dependente químico na passa:

1 – Na primeira etapa, ocorre sempre o mecanismo de negação. Ocorre tensão e desentendimento e as pessoas deixam de falar sobre o que realmente pensam e sentem, não admitem e não aceitam que tal fato possa estar acontecendo na sua família, logo na sua família.

2 – Em um segundo momento, a família demonstra extrema preocupação com essa questão e tenta controlar o uso da droga, bem como as suas consequências físicas, emocionais, no campo do trabalho e no convívio social. Mentiras e cumplicidades relativas ao uso abusivo de álcool e drogas instauram um clima de segredo familiar. A regra é não falar do assunto, mantendo a terrível ilusão de que as drogas e álcool não estão causando problemas na família.

3 – Na terceira fase, a desorganização da família é imensa. Seus membros assumem papéis rígidos e previsíveis, servindo de facilitadores. As famílias assumem responsabilidades de atos que não são seus, e assim o dependente químico deixa de ter a oportunidade de perceber as consequências do abuso de álcool e drogas. É comum ocorrer uma inversão de papéis e funções, como por exemplo, a esposa que passa a assumir todas as responsabilidades de casa em decorrência o alcoolismo do marido, ou a filha mais velha que passa a cuidar dos irmãos em consequência do uso de drogas da mãe.

4 – O quarto estágio é caracterizado pela exaustão emocional, podendo surgir graves distúrbios de comportamento e de saúde em todos os membros. A situação fica insuportável, levando ao afastamento entre os membros e gerando desestruturação familiar. Embora tais estágios definam um padrão do impacto das substâncias, não se pode afirmar que em todas as famílias o processo será o mesmo, mas inevitavelmente existe uma tendência dos familiares de se sentirem culpados e envergonhados por estar nesta situação. Infelizmente, devido a estes sentimentos, muitas vezes a família demora muito tempo para admitir o problema e procurar ajuda externa e profissional, o que leva o problema a ser ainda mais agravado. Geralmente, um eventual momento de internação foi antecedido por várias tentativas de recuperação com o objetivo de evitar uma internação.

Provavelmente, houve a intenção e a esperança de acertar, mas, infelizmente não deu certo! Inicia-se então, uma intensa e cansativa busca de um tratamento adequado. Nesta fase a família já se encontra quase sempre esgotada, desestruturada, sem esperanças e completamente adoecida. Assim sendo, no período de internação do dependente químico deve-se ter como um dos objetivos, a conscientização da família sobre a seriedade da doença da adicção, a dificuldade de vivenciar situações tão destruidoras sozinhos, e, paralelamente, alertá-la sobre a importância da busca de mecanismos de ajuda adequados como: profissionais especializados, grupos de apoio (AA, NA, Amor Exigente) etc, que a oriente e possa prepará-la para conviver adequadamente com esta doença.

Caso contrário, a desordem estabelecida nesta família só vai se agravando. O que os familiares podem e devem fazer para ajudar? A família tem um papel extremamente importante na recuperação do dependente químico. Ela não só pode, mas deve ajudar seu ente querido na busca da recuperação de um problema tão grave. Entretanto, muitas vezes, o desespero e a fragilidade emocional a qual a família é submetida é tão grande que quase sempre a atrapalha de exercer adequadamente seus papéis. A família é fundamental no processo de recuperação e posterior manutenção na medida em que ajuda o dependente químico a resgatar valores, princípios e autoestima, mas, ao atuar como facilitadora e com atitudes inadequadas, poderá ser o disparo, que o levará à recaída de comportamentos, à irresponsabilidade e, certamente, ao uso de substâncias.

A constatação dessa dura realidade, ou seja, o deixar-se vencer pela doença, poderá levá-lo a sentimentos de menor-valia, desânimo, frustração e descrença na própria capacidade de recuperação. O que não a família não deve fazer? Independente do motivo que causou a dependência, a família não deve envergonhar-se, isolar-se, fazer julgamentos e reprovações, apegar-se aos ressentimentos e, muito menos, fingir que o problema não existe. Estes comportamentos só farão com que se afaste da realidade dos fatos, dificultando e atrasando a busca adequada de soluções para enfrentar a doença. É de vital importância que a família não só entenda, mas que comunique a outros que a dependência química é uma grave doença e que, apesar de ser incurável, progressiva e fatal, há chances de recuperação e manutenção de uma boa qualidade de vida.

Quanto mais rápida for a busca da conscientização para um melhor tratamento e acompanhamento, maiores serão as chances de recuperação. Todos necessitam de ajuda! Neste caso, a família precisa se fortalecer e se reequilibrar.

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