Tratamento para Dependentes Químicos

clinica de recuperação álcool e drogas para meninas dependentes químicos

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Os especialistas que atuam na clinica de recuperação álcool e drogas para meninas dependentes químicos  enfatizam que alguns adolescentes se voltam para as drogas e o álcool como uma forma de escapismo. Quando estão tristes ou deprimidos vêem estas substâncias como forma de esquecer e se sentirem mais felizes.  O adolescente pode ver uma atitude mal-humorada como “apenas ser um adolescente”, mas pode haver uma depressão mais profunda.

Muitos adolescentes são tímidos e têm dificuldades para fazer amigos. As drogas e o álcool os ajudam a se sentirem mais confiantes. Ou mesmo para se relacionar com um grupo social que é conhecido pelo o uso destas substâncias, decorrente da necessidade de fazer amigos.

A curiosidade é uma parte natural da vida e os adolescentes não estão imunes à essa vontade. Os profissionais que atuam na clinica de recuperação álcool e drogas para meninas dependentes químicos  ressaltam que  muitos adolescentes começam a experimentar drogas e álcool simplesmente porque são curiosos e querem saber o que se sente ao usar .Como adolescentes, eles têm a ilusão de que são invencíveis. Mesmo sabendo que as drogas são ruins, acreditam que nada de ruim pode realmente lhes acontecer.

Adolescentes do sexo feminino muitas vezes se voltam para as drogas como uma maneira mais rápida de perder peso. Durante o ensino médio especialmente, as meninas se tornam mais conscientes de seu corpo e de sua sexualidade e podem tornar-se desesperadas para emagrecer e atrair a atenção dos meninos mais populares. Essas jovens também podem estar lutando com um transtorno alimentar, como anorexia ou bulimia.

 Os psicólogos e os psiquiatras que atuam na clinica de recuperação álcool e drogas para meninas dependentes químicos enfatiza que os adolescentes, especialmente entre as idades de quatorze e dezesseis anos, possuem uma baixa auto estima devido à aparência física ou a falta de amigos, e isto pode acarretar um comportamento autodestrutivo. A mídia, as intimidações, e muitas vezes a pressão familiar, colocam os adolescentes para agirem e olharem de uma determinada maneira, e os fazem perder a confiança neles mesmos se não satisfazerem esses altos padrões. Drogas e álcool parece ser a maneira fácil de escapar a esta realidade. Os psicólogos da clinica de recuperação álcool e drogas para meninas dependentes químicos, ressalta que o jovem está no  conto clássico da pressão dos pares sendo o motivo para a experimentação de álcool e drogas. Esta pressão dos pares acontece com mais freqüência entre as idades de dezesseis e dezoito anos, quando os adolescentes começam a pensar “todo mundo está fazendo isso” e, por isso, devo fazer também. Esta pressão dos colegas é mais evidente do que a pressão para fazer amigos e é, por vezes, instigada por amigos mais velhos.

Os adolescentes muitas vezes sentem um imperativo social para experimentar tudo o que podem, enquanto ainda são jovens. Sentem a situação como “agora ou nunca”. Tem que usar drogas agora, antes de se tornarem adultos e terem responsabilidades. Imaginam que se não experimentarem quando adolescentes estarão perdendo tudo na vida. Os especialistas da clinica de recuperação álcool e drogas para meninas dependentes químicos ressaltam que ainda se houver um histórico familiar de dependência de drogas ou alcoolismo, os adolescentes podem ser geneticamente predispostos a experimentar drogas e álcool e se tornarem dependentes. 

 Para um maior esclarecimento os profissionais da clinica de recuperação álcool e drogas para meninas dependentes químicos  traz alguns dos sintomas da dependência química :

  • Desejo incontrolável de usar a substância
  • Perda de controle (não conseguir parar depois de ter começado)
  • Aumento da tolerância (necessidade de doses maiores para atingir o mesmo efeito obtido com doses anteriormente inferiores ou efeito cada vez menor com uma mesma dose da substância)

Sintomas de abstinência:

Sudorese

  • Tremores
  • Ansiedade  quando a pessoa está sob efeito da droga

O tipo de ajuda mais adequado para cada pessoa ressalta os profissionais da clinica de recuperação álcool e drogas para meninas dependentes químicos  depende da características pessoais, da quantidade e padrão de uso de substâncias e se já apresenta problemas de ordem emocional, física ou interpessoal decorrentes desse uso.

A avaliação do jovem na clinica de recuperação álcool e drogas para meninas dependentes químicos  ira envolver diversos profissionais da saúde, psiquiatras, psicólogos, terapeutas ocupacionais.. Os profissionais que atuam na clinica de recuperação álcool e drogas para meninas dependentes químicos enfatizam  que terão mais sucesso as ações que contemplam abordagens multidisciplinares, ou seja, trabalho e estudo de profissionais de diversas áreas e especialidades. Trabalhando com os profissionais quem já atuam na área há mais de dez anos e fazendo a junção dos saberes a clinica de recuperação álcool e drogas para meninas dependentes químicos têm em seu corpo de atuação psiquiatras, psicólogos, terapeutas e nutricionistas que juntos elaboram o melhor tratamento para reestruturar a vida do jovem e de seus familiares. Dentre tantas funções o psicólogo que atua na clinica, ira realizar o tratamento da dependência química ,  investigando o motivo que levou o dependente a recorrer às drogas como uma saída para os problemas, ira também manter o controle mental do paciente, em quadros como ansiedade e pensamentos acelerados . O psiquiatra irá avaliar a necessidade de medicação para combater doenças que acompanha o uso das drogas tais como depressão, transtorno bipolar e esquizofrenia  evitando assim as recaídas . O terapeuta ocupacional analisa o paciente como um todo, utilizando tarefas prescritas para alcançar seu objetivo. Essas atividades que farão parte do tratamento são feitas de maneira criteriosa por esse profissional para adequar todas as necessidades, observando sempre as dificuldades do dependente, além de visar sua satisfação dentro de seu tratamento e, além disso, o terapeuta ira participar das reuniões com o grupo dos narcóticos anônimos que fazem parte do tratamento na clinica de recuperação álcool e drogas para meninas dependentes químicos. A nutrição é parte fundamental no tratamento para que o organismo possa se reabilitar limpando-se das toxinas, a alimentação fornecida na clinica é supervisionada por um profissional da área. A clinica de recuperação álcool e drogas para meninas dependentes químicos  conta com um espaço para o lazer com quadras, sala de TV, piscina, salas para as reuniões , quartos arejados e amplos , refeitório limpo e organizado , seguranças para zelar pelo bem estar dos pacientes , equipe de limpeza contando também com um espaço verde com arvores aonde o jovem terá tranqüilidade para seguir seu tratamento.

Codependência

 “Ninguém cria filho para ser dependente químico. A gente quer que ele seja advogado, médico ou qualquer outra profissão que faça ele feliz, menos dependente químico”. O relato é de uma mãe que lutou – durante anos – para a recuperação do filho de apenas 18 anos. A reportagem do Cada Minuto não identificará a mãe e usará um nome fictício para contar o caso.

A dependência química é um conjunto de fenômenos comportamentais, cognitivos e fisiológicos que se desenvolvem após o uso repetido de determinada substância. A dependência pode dizer respeito a uma substância psicoativa específica (por exemplo, o fumo, o álcool ou a cocaína), a uma categoria de substâncias psicoativas (por exemplo, substâncias opiáceas) ou a um conjunto mais vasto de substâncias farmacologicamente diferentes.

Entretanto, a família do dependente também é atingida. A codependência é uma realidade que pessoas fortemente ligadas emocionalmente ao dependente químico enfrentam durante todo o processo.

Maria das Dores*, de 46 anos, é mãe de dois filhos. Segundo ela, o filho mais novo sempre foi carinhoso e estudioso, mas aos 15 anos começou a apresentar um comportamento diferente. “Ele começou a ficar agressivo, mentia bastante e mudou de amizades, eu pensei que era a fase dele da adolescência, sabe?”. Segundo Maria, aos poucos, o menor foi deixando de lado a escola e a educação que a mãe tinha repassado.

Mesmo com todos os indícios que algo estava acontecendo, a mãe não conseguia acreditar que havia algo de errado. “Até que um dia, peguei ele furtando alguns materiais de casa e vendendo, o quarto dele já não era o mesmo, os objetos dele foram vendidos para comprar droga”, contou Maria que ainda completou afirmando que o filho pedia dinheiro todos os dias à ela, mas ela se negava e ele ficava agressivo.

Maria não buscou ajuda e ficou contra os familiares que afirmavam que o adolescente estava envolvido com drogas. “Eu não enxergava o que estava acontecendo ou não queria enxergar? Foi quando percebi que estava totalmente dependente de um dependente químico, não é engraçado? Eu não buscava ajuda porque eu passei a mão na cabeça dele dizendo que nada estava acontecendo, mas estava e eu não sabia como agir”, ressaltou.

Após três anos, Maria procurou um psicólogo e descobriu o que era codependente. Para ela, foi uma fase difícil entender que ela também precisava de ajuda e segundo Maria, primeiramente ela precisou compreender que precisava se ajudar aceitando a situação para que pudesse buscar tratamento para o filho que está, atualmente, internado em uma clínica de reabilitação.

“Continuei a terapia, busquei grupos de apoio e hoje em dia, vejo que meu filho apresenta melhoras. Eu sei que não criei filho para ser dependente químico, mas com fé, vou vê-lo formado e bem de vida”, enfatizou.

O que é ser codependente?

Segundo a psicóloga e especialista em dependência química, Roseanne Albuquerque, ser codependente é uma condição emocional, psicólogica e comportamental, uma maneira destrutiva de relacionar-se, uma espécie de “prisão afetiva” onde os familiares passam por diversos estágios. “O familiar vai passar pelo estágio de negação, preocupação, vai buscar ser o responsável pelas atitudes do dependente e exaustão emocional surgindo assim a condição emocional de sentir raiva, culpa, medo e vergonha”, informou.

Conforme a especialista é importante que os familiares busquem ajuda especializada com grupos de autoajuda, informativos e terapia com profissionais da área de dependência química. “Os grupos vão fortalecer os familiares para buscarem reconhecimento das suas limitações e do seu papel diante do dependente estimulando e promovendo uma melhor qualidade de vida”, comentou Roseanne.

A especialista também explicou que a terapia vai ser um suporte psicólogico promovendo a conscientização e trabalhando todos os estágios da codependência.

“A terapia vai trabalhar, por exemplo, com os estágios da negação, preocupação com o dependente e com a condição emocional de raiva, culpa, medo e vergonha”, explicou Roseanne.

Roseanne também enfatizou que é a codependência não é considerada doença, pois não é classificada no CID10. “Mesmo não sendo considerada doença, a codependência apresenta as mesmas características do processo de dependência química, visto que o codependente é uma pessoa que tem a vida fora de controle por viver uma relação disfuncional com o dependente necessitando também de tratamento”, finalizou.

Ajuda é possível

Sobre o Amor-Exigente

Desde 1984, a ONG Amor-Exigente (AE) atua como apoio e orientação aos familiares de dependentes químicos e às pessoas com comportamentos inadequados. Através de um eficiente programa de auto e mútua ajuda, o Amor-Exigente desenvolve preceitos para a reorganização familiar, sensibilizando as pessoas e levando-as a perceber a necessidade de mudar o rumo de suas vidas a partir de si mesmas, proporcionando equilíbrio e melhor qualidade de vida. Como diz o seu lema: torná-las CADA VEZ MELHOR!

Este programa, que há mais de 3 décadas funciona e dá certo, é praticado por meio de 12 Princípios Básicos, 12 Princípios Éticos, Espiritualidade Pluralista e Responsabilidade Social, através de reuniões semanais, cursos e palestras, sempre com a dedicação e comprometimento dos milhares de voluntários espalhados por todo o Brasil, Argentina e Uruguai.

Visando maior abrangência do seu movimento de proteção social, o Amor-Exigente expandiu seu programa, dando origem aos projetos especiais: Prevenção – visa desestimular a experimentação e uso de tabaco, álcool e outras drogas através de uma abordagem educativa junto a pais, avós e professores para ajudar na formação de seus filhos, netos e alunos; Sobriedade – esse trabalho com abordagem distinta, destina-se especialmente às pessoas em processo de recuperação pelo uso e abuso de álcool e outras drogas; Amor-Exigentinho – proposta voltada para o público infanto-juvenil que utiliza os Princípios Básicos do Programa de forma lúdica, clara e objetiva, visando auxiliá-lo a adotar atitudes responsáveis e saudáveis; Sempre É Tempo – focado nos adultos da Melhor Idade que muitas vezes passam pela “síndrome do ninho vazio” ou com o desafio de cuidar dos netos enquanto os pais trabalham e/ou estudam.

Sobre a FEAE

A FEBRAE- Federação Brasileira de Amor-Exigente – teve sua fundação instituída em 18 de novembro de 1984. Surgiu da necessidade de congregar os grupos que vinham atuando na linha do Programa Amor-Exigente (AE), de modo a favorecer maior eficiência e melhores resultados.

Com o alto nível de credibilidade do Programa, mais e mais grupos de ajuda mútua, para dependentes químicos e familiares, foram-se instalando. Assim, para preservar a integridade da proposta de trabalho com Amor-Exigente, sua linha de funcionamento e objetivos, foi instituída a FEBRAE.

Em 2009, com a criação do Novo Estatuto, o nome da federação mudou para FEAE – Federação de Amor-Exigente , acolhendo assim os grupos que nasceram fora do país e ampliando as fronteiras para a atuação do movimento. A sede da FEAE é em Campinas, SP.

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