Tratamento para Dependentes Químicos

clínica de recuperação para alcoólatras na zona sul

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É claro que do ponto de vista biológica beber regularmente três doses de uísque ou de pinga causa impacto biológico significativo como hipertensão arterial ou doenças gástricas e hepáticas relacionadas ao consumo de álcool. A pessoa pode não ser dependente, mas nem por isso deixa de lesar o organismo quando exagera na bebida.

A clinica de recuperação para alcoólatras na zona sul enfatiza que há um numero substancial de pessoas, que fazem uso nocivo do álcool, pois ocasional ou regularmente bebe acima das quantidades supracitadas. Se numa festa, a pessoa bebe cinco copos de cerveja ou três de uísque, está ingerindo mais do que seu organismo tolera em termos de intoxicação alcoólica.

A clínica de recuperação para alcoólatras na zona sul ressalta que há uma distinção entre três padrões de consumo de álcool. Há os que não têm problemas ao beber, os que fazem uso abusivo do álcool e os que são dependentes dessa substância. Hoje está mais ou menos estabelecido que a pessoa sem problemas, se for um homem saudável, pode beber o equivalente a dois ou três copos de vinho, ou dois copos de chope, ou uma dose pequena de destilado. Em se tratando de mulheres, as doses deverão ser um pouco menores, já que elas são mais sensíveis aos danos biológicos provocados pela bebida. Esse padrão de uso contido do álcool é o que a maioria das pessoas desenvolve.

O uso nocivo do álcool sempre envolve risco alerta os profissionais que atuam na clinica de recuperação para alcoólatras na zona sul: risco físico para a saúde e risco comportamental para o ambiente. Uma sociedade complexa como a nossa não está aparelhada para proteger o indivíduo intoxicado. Inúmeras pesquisas a respeito do assunto deixam claro o grande custo social do uso nocivo do álcool.

Os profissionais da clinica de recuperação para alcoólatras na zona sul alerta que o álcool é uma droga que produz tantos efeitos que, às vezes, por uma série de problemas físicos, a pessoa pode não se sentir disposta para beber. No entanto, para a grande maioria que se encontra no processo de uso nocivo ou de dependência não existem dias mais ou menos confortáveis em relação ao álcool, porque a necessidade de beber sempre fala mais alto. É isso que evidencia melhor a transição entre uso nocivo e dependência. Quanto mais dependente a pessoa for, maiores a necessidade e menos dias ruins para beber. Para auxiliar os dependentes do álcool e também seus familiares que também estão sofrendo com esse processo destrutivo no qual o individuo se encontra a clinica de recuperação para alcoólatras na zona sul , conta com profissionais qualificados e com larga experiência na área, tendo em sua equipe , psicólogos que atuam com dependentes de álcool , já tendo todo o conhecimento do  caminho a ser percorrido para auxiliar o paciente , contando também em seu quadro com psiquiatras que atuam com dependentes de álcool , já tendo experiência na área , terapeutas  e também uma equipe de apoio que irá auxiliar os demais profissionais .

A clinica de recuperação para alcoólatras na zona sul, ressalta a importância de um trabalho multidiplicinar, aonde todos profissionais trabalham em conjunto para a recuperação do paciente.

Os especialistas que atuam na clinica de recuperação para alcoólatras na zona sul explica como se comporta um alcoólatra perante o uso da bebida, primeiro temos a Compulsão: esta é uma necessidade ou vontade incontrolável de consumir alguma bebida alcoólica. Esta compulsão apenas desaparece quando o individuo consome a substância do seu desejo.

Ausência de controle: depois de ingerida a primeira dose de uma bebida alcoólica a pessoa simplesmente não consegue

Parar por ali. Sendo assim ela bebe toda a garrafa ou bebidas a sua disposição.

Sintomas físicos: a abstinência é um dos principais sintomas do alcoolismo e são apresentadas com características físicas como suor, náusea, tremores e ansiedade. Tudo isto surge quando a pessoa não consome a droga por um determinado tempo.

Tolerância: com o tempo as quantidades de álcool consumidas são cada vez maiores para gerar os efeitos de embriagues que o dependendo procura.

O tratamento para alcoólatra é realizado por especialistas na clinica de recuperação para alcoólatras na zona sul que oferecem atendimento de qualidade. É interessante que o tratamento seja feito por consultas com um psicólogo e um psiquiatra, para que depois passe por terapeutas que irão auxiliar o dependente em seus medos e inseguranças.

 A terapia em grupo que é utilizada na clinica de recuperação para alcoólatras na zona sul esta modalidade de tratamento consiste nos grupos de apoio e de ajuda mútua, como os Alcoólicos Anônimos – AA, que são os mais conhecidos, mas há outros grupos, que atuam na clinica de recuperação para alcoólatras na zona sul, a terapia individual é mais uma opção muito importante no tratamento do alcoolismo, pois ajuda o alcoolista a identificar pontos importantes que o levam a beber, bem como identificar os fatores de proteção a fim de desenvolver estratégias de ação para evitar uma recaída futura.

Através da terapia individual também são tratadas doenças que possam estar relacionadas ao alcoolismo, como a depressão.

Os profissionais da clinica de recuperação para alcoólatras na zona sul atuam também com a psicoterapia que é um tipo de terapia que trata problemas de saúde emocional. Considerando o alcoolismo pode estar relacionado à depressão, carência afetiva, ansiedade, baixa resistência à frustração, entre outras dificuldades emocionais, não é difícil entender o porquê da psicoterapia se mostrar imprescindível para tratar o alcoolismo: o alcoolista procura no álcool o alívio momentâneo das suas angústias, por não conseguir usar os recursos pessoais espontaneamente para lidar com os problemas.

Na psicoterapia, o alcoolista irá conhecer mais sobre si mesmo. Através desse processo, aprenderá habilidades para voltar a ter uma vida saudável e sem álcool. A psicoterapia também auxilia na prevenção de recaída, motivando o alcoolista a manter-se sóbrio, e na elaboração de plano de vida.

Sempre lembrando a importância da família para que o tratamento tenha uma melhor eficácia, pois não apenas o dependente que adoece, mas também sua família.

Como seres humanos, temos muitas vezes a necessidade de ajudar ao outro. Queremos que ele pare de sofrer e melhore. Não medimos esforços para amparar quem amamos e proteger das coisas que lhes fazem mal. Mas qual é o limite? Até onde devemos ir? Quanto devemos fazer para ajudar o outro? A intensidade e o grau de envolvimento devem ter um limite. Uma pessoa que vive o problema do outro como se fosse seu e se preocupa mais em ajudar o outro do que em ajudar a si mesma é chamada de co-dependente.

O termo co-dependência surgiu no final da década de 70, simultaneamente em diversos centros nos EUA. Originalmente, era usado para designar pessoas que tinham suas vidas afetadas pelo envolvimento com alcoólatras, desenvolvendo com elas um padrão de relacionamento nocivo a ambos. Muito antes disso, entretanto, já era sabido que os familiares de alcoólatras desenvolviam com esta pessoa uma relação parecida com a que esta pessoa desenvolvia com o álcool. Os familiares dos alcoólatras, na década de 40, sentiram a necessidade de criar um grupo de 12

passos, paralelo ao AAA, para que pudessem trocar experiências e se recuperarem. Assim nasceu o Al-Anon.

Nos anos seguintes, a definição foi expandida para a convivência com outros vícios, transtornos do impulso ou compulsões. Hoje se sabe que o relacionamento com pessoas perturbadas, carentes, doentes, deprimidas e dependentes pode gerar a co-dependência.

Estes relacionamentos são caracterizados por se evitar discutir os problemas e expressar abertamente as emoções. A comunicação não é direta e clara, e criam-se expectativas irrealistas sobre o outro doente. Existe uma espécie de pacto de silencio para não se mudar em nada o equilíbrio da relação, mesmo que seja em direção ao crescimento.

Melody Beattie, em seu livro Co-dependência Nunca Mais[i], define o co-dependente como uma pessoa que tem deixado o comportamento de outra afetá-la e é obcecada em controlar o comportamento dessa outra pessoa .

A co-dependência é uma doença crônica e progressiva. Uma pessoa co-dependente é viciada em se vincular a pessoas problemáticas. Geralmente quando sai de um relacionamento com uma pessoa perturbada, procura uma outra pessoa perturbada e repete os comportamentos co-dependentes. Estes comportamentos incluem um ajudar ao outro compulsivamente e uma obsessão em tomar conta do outro.

A pessoa co-dependente tem baixa auto-estima, valoriza-se pouco, e considera o outro de quem cuida mais importante que ela mesma. Sente muita culpa, o que faz com que se responsabilize pelos comportamentos da outra pessoa. Sente também muita raiva, mas não se permite expressar abertamente este sentimento. O co-dependente pode usar esta raiva para se auto-agredir, protegendo assim o outro, de quem realmente sente raiva, mas que não pode ferir de nenhuma maneira.

O tratamento da co-dependência não é fácil, mas é possível. O ideal é combinar a psicoterapia com os grupos de auto-ajuda de 12 passos.

Na psicoterapia, a pessoa co-dependente tem como desafios: aceitar suas limitações em ajudar aos outros e colocar-se como sua prioridade número um; desenvolver um projeto de vida próprio, com objetivos e metas realistas; aprender que ajudar o outro significa dar-lhe autonomia e responsabilidade para decidir que ajuda precisa, lidar com a culpa; perceber e expressar a raiva; e que só pode ajudar o outro quando a ajuda estiver dentro das suas possibilidades; e também comunicar seus desejos e necessidades de forma clara e aberta.

Existem hoje muitos tipos de gupos de auto ajuda, entre eles o Al-Anon, para familiares e amigos de alcoólatras, o MADA (Mulheres que Amam Demais), para mulheres dependentes de relacionamentos, e finalmente o CoDA (Codependentes Anônimos), para co-dependentes em geral. Nestes grupos é possível partilhar experiências e buscar a recuperação ao lado de pessoas com sofrimentos semelhantes.

As pessoas co-dependentes sentem como se o outro fosse seu bote salva-vidas. Mas este bote está furado e afundando. Mudanças geram medo, mas também representam desafios. O grande desafio do co-depentende é libertar-se, aprender a nadar, e ir na direção que deseja. Se estiver forte, poderá até rebocar o bote salva-vidas e assim, de verdade, ajudá-lo.

[i] Melody Beattie. Co-dependência nunca mais. Ed Record, 1997

Cecília Zylberstajn é psicóloga pela PUC-SP, psicodramatista e psicoterapeuta de adolescentes e adultos http://www.minhavida.com.br

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