Tratamento para Dependentes Químicos

clinica de recuperação para dependentes químicos e alcoólatras

clinica de recuperação para dependentes químicos e alcoólatras

A clinica de recuperação para dependentes químicos e alcoólatras ressalta que embora exista uma diversidade de conceituações de dependência química, todas elas são unânimes ao afirmar que a dependência é considerada uma relação alterada entre o indivíduo e seu modo de consumir uma determinada substância.

A clínica de recuperação para dependentes químicos e alcoólatras explica que dependência química é uma doença crônica, caracterizada por comportamentos impulsivos e recorrentes de utilização de uma determinada substância para obter a sensação de bem-estar e de prazer, aliviando sensações desconfortáveis como ansiedade, tensões, medos, entre outras. A tolerância é o primeiro critério relacionado à dependência.

Tolerância é a necessidade de crescentes quantidades da substância para se atingir o efeito desejado ou, quando não se aumenta a dose, é entendida também como um efeito acentuadamente diminuído com o uso continuado da mesma quantidade da substância. O grau em que a tolerância se desenvolve varia imensamente entre as substâncias.

Os profissionais da clínica de recuperação para dependentes químicos e alcoólatras ressaltam que a dependência química é reconhecida como uma doença que afeta o indivíduo no campo biopsicossocial e as estratégias de seu tratamento busca o restabelecimento físico, psicológico e a reinserção social do dependente.

O tratamento da dependência química é muito complexo, e seu sucesso e efetividade estão intimamente ligados ao grau de motivação do indivíduo. Os sintomas da dependência não diferem em grande escala de pessoa para pessoa, mas na clínica de recuperação para dependentes químicos e alcoólatras seus profissionais entendem que a   motivação para a mudança se apresenta de uma determinada forma para cada um, sendo assim, variável. Após uma avaliação do quadro, o tratamento mais indicado será discutido junto com o dependente, sua família e a equipe multidisciplinar.

A internação é parte do tratamento, e uma estratégia. Ela é utilizada com o objetivo de desintoxicar o indivíduo, levando o dependente a um tratamento adequado na clinica de recuperação para dependentes químicos e alcoólatras e com profissionais altamente qualificados. Além disso, a internação é necessária quando o dependente apresenta sintomas de abstinência muito intensos, ou quando quadros psiquiátricos são desencadeados pelo uso excessivo de drogas.

Após o período de internação e o acompanhamento continuado é a estratégia mais indicada nos quadros de dependência química. Dessa forma, o tratamento com os profissionais que atuam na clínica de recuperação para dependentes químicos e alcoólatras trabalham com o tratamento multidisciplinar que permitirá ao indivíduo lidar com os sintomas de abstinência, que poderão estar mais amenos.

O tratamento psicológico que os profissionais da clínica de recuperação para dependentes químicos e alcoólatras visa mostrar ao paciente que ele possui em si próprio meio de enfrentamento de situações desconfortáveis sem a utilização de drogas. Como já foi dito, os aspectos psicossociais exercem um papel muito importante na manutenção da doença, pois passados os sintomas de abstinência, são eles que permanecem. Assim, o acompanhamento de um psicólogo é de extrema relevância para o tratamento da dependência química, pois mais importante do que a abstenção das substâncias que causaram a dependência, é manter o indivíduo afastado das drogas, que será um desafio constante na vida do paciente.

Na clínica de recuperação para dependentes químicos e alcoólatras a  participação do dependente químico em grupos de apoio, como Alcoólicos Anônimos, Narcóticos Anônimos, e de sua família em grupos respectivos, pode ser muito importante para determinados casos no sentido de promover uma maior motivação e de fazê-lo compreender que a dependência química não é um problema que afeta apenas a sua vida. Ao perceber que outros dependentes conseguem se manter afastados das drogas, o paciente se sente motivado a conquistar o mesmo.

A família, ao frequentar grupos de apoio divide suas dificuldades com familiares de outros dependentes químicos, e aprende diferentes estratégias para lidar com o problema.

Os profissionais da clinica de recuperação para dependentes químicos e alcoólatras enfatizam que o tipo de ajuda mais adequado para cada pessoa depende de suas características pessoais, da quantidade e padrão de uso de substâncias e se já apresenta problemas de ordem emocional, física ou interpessoal decorrentes desse uso.

Na clinica de recuperação para dependentes químicos e alcoólatras a avaliação do paciente pode envolver diversos profissionais da saúde, como médicos clínicos e psiquiatras, psicólogos, terapeutas ocupacionais, educadores físicos, assistentes sociais e enfermeiros. Quando diagnosticada, a dependência química deve contar com acompanhamento a médio-longo prazo para assegurar o sucesso do tratamento, que varia de acordo com a progressão e gravidade da doença.

Na clinica de recuperação para dependentes químicos e alcoólatras a nutrição faz parte da preocupação da equipe de profissionais, além de fornecer uma alimentação equilibrada no ponto de vista nutritivo, oferece também refeições seguras no ponto de vista higiênico sanitário. Portanto, pode afirmar que não se resume em alimentar o paciente, mas garantir a qualidade e a segurança do alimento. Isto é feito desde escolha da compra da mercadoria que é realizada semanalmente, até o produto final.

Com isso, a clinica possui o Manual de Boas Práticas, que é seguido pela equipe e supervisionado pela Nutricionista, verificando sempre as condições do alimento, a limpeza da estrutura e de seus equipamentos.

Tendo também a preocupação com um ambiente prazeroso para seus pacientes, a clinica de recuperação para dependentes químicos e alcoólatras traz em seu espaço área de lazer amplo, com quadra de esporte, espaço para sala de TV, espaço para esporte com aparelhos de ginástica, quatros amplos e espaço para reuniões contando com uma grande área verde.

Mas não podemos esquecer que a participação da família é muito importante trazendo uma grande sensação de bem estar tanto para o paciente como para os familiares que se sentiram mais fortificados, um apoiando o outro.

Os profissionais da clinica ressalta a importância de um conjunto tanto de profissionais experientes como um espaço adequado e a família, que juntos conseguiram tirar o individuo desse estagio em que se encontra para que assim veja perceber sua importância para si mesmo, pra seus entes queridos e para sociedade.

Codependência

Conviver diretamente com uso abusivo de drogas de alguns de membros da família faz com que os demais vivenciem dificuldades ao lidar com essa problemática.

Considerando que a família é importante para a rede de apoio ao dependente químico e que o comportamento de codependência está presente na vida desses familiares, interferindo na saúde mental, tivemos como objetivo identificar o modo como a codependência é expressa no grupo de familiares de dependentes químicos.

Estudo descritivo com abordagem qualitativa, realizado com familiares de dependentes químicos assistidos em um Centro de Atenção Psicossocial (CAPS-ad), no período de junho/agosto de 2007. Os dados foram produzidos por meio de entrevista individual e dez sessões grupais. Os familiares manifestaram comportamento codependente por meio do sofrimento, dor emocional e adoecimento físico e psíquico, refletidos em respostas múltiplas, como medo, desconfiança, culpa, excesso de cuidado/controle para com o outro, descuido para consigo e mudanças no estilo de vida.

O grupo revelou que ser um familiar codependente significa vivenciar inúmeros sofrimentos, o que requer necessidade de assistência profissional. Este estudo nos permitiu fomentar uma reflexão sobre a prática de intervenção de saúde em relação aos familiares dos dependentes químicos, ressaltando e valorizando o papel da família como rede de suporte ao membro usuário de drogas, pois as práticas de intervenção ainda são muito focadas na droga e, por conseguinte, no indivíduo que dela é dependente.

Palavras-chave: Transtornos Relacionados ao Uso de Substâncias; Relações Familiares; Prática de Grupo; Enfermagem; Saúde Mental

O consumo de drogas psicoativas pode ser considerado uma forma de percepção e expressão da pessoa em si mesma, envolvendo relações que incluem os outros e o ambiente em que vive.

Esse consumo de drogas é um fenômeno essencialmente complexo e que ultrapassa fronteiras internacionais, tornando-se um dos maiores problemas de saúde pública mundial, exacerbando-se em consequência da globalização.2

No Brasil, o uso de drogas intensifica-se sempre mais, tornando difícil e complexa sua abordagem, principalmente porque as políticas públicas voltadas para esse setor não logram acompanhar os avanços desse fenômeno, não criando dispositivos legais e de atenção que atendam a essa realidade, de modo que a dinâmica da família brasileira vem sendo atingida por mais esse fenômeno de saúde pública.

A dinâmica da família revela significativa rede de apoio nas diversas situações da vida real, além da “grande e árdua” tarefa de educar os filhos. Na elaboração de uma “rede de apoio ou o sistema terapêutico”, são solicitados e valorizados os recursos da própria família (nuclear e ampliada).

Na assistência ao dependente químico, observamos, amiúde, a pouca atuação de profissionais de saúde em relação aos seus familiares, incentivando-os a participar do tratamento de seu componente usuário, visualizando-os na qualidade de codependentes, ou seja, como aquela pessoa que também sofre com a dependência química.

Ao estudar os padrões de codependência e prevalência de sintomas psicossomáticos em pessoas de famílias com histórico de alcoolismo, um codependente pode ser definido da seguinte forma:

[…] refere-se àquela pessoa que convive de forma direta com algum sujeito que apresenta alguma dependência química, e em especial, ao álcool. E por extensão às pessoas que por qualquer outro motivo viveram uma prolongada relação parentalizada na família de origem, assumindo precocemente responsabilidades inadequadas para a idade e o contexto cultural. […] é uma doença crônica e progressiva.

Assim como ocorre com os dependentes e codependentes do álcool, ao visualizarmos a família como parceira do tratamento de pessoas com outras dependências químicas, devemos considerar as possíveis necessidades e dificuldades desse grupo, além de seu adoecimento, o qual pode interferir diretamente no agravamento da problemática vivenciada pelo núcleo familiar, notadamente do próprio dependente químico.

Trabalhando as limitações, dificuldades e sentimentos da família codependente e, em especial, daquele partícipe que mais interage com o dependente químico, assumindo, muitas vezes, o papel de cuidador e também responsável, será mais fácil ocorrer interferência positiva no tratamento.

Consideramos imprescindível a atuação da família na prevenção ao uso indevido de drogas psicoativas, assim como na recuperação e reinserção social do dependente químico. Essas dependências químicas envolvem, pelo menos, outra pessoa além do toxicômano, ou seja, os codependentes, que podem tomar iniciativas para mudar, porém, por vezes, ilusórias.

Esse codependente é o parceiro indissociável do dependente químico que, ao expressar desejo de ajudar, deve ser chamado a participar do tratamento, pois constitui um recurso importante pelo poder que exerce sobre o conjunto de relações nas quais o toxicômano é o elemento central.

Reconhecendo a importância da família na formação de seus membros, sendo elemento principal na construção de uma rede social de apoio ao dependente químico, a equipe de saúde mental precisa estar atenta ao funcionamento dessa rede, criando laços de parceria, fundamentais e imprescindíveis no tratamento do dependente químico e no desenvolvimento de relações mais sadias e ou significativas.

Dessa forma, a integração da família na dinâmica de atenção ao adicto pode facilitar sua recuperação, proporcionando modos de enfrentamento que resultarão em melhor qualidade de vida.

Assim, percebendo como imprescindíveis a presença e a atuação da família no tratamento de dependentes químicos, uma vez que essa vivência é influenciada e influencia o assunto em foco, pretendemos com este estudo responder à seguinte indagação:

Como a codependência é expressa em membros familiares de dependentes químicos? Desse modo, temos como objetivo identificar o modo como a codependência é expressa no grupo de familiares de dependentes químicos.

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