Tratamento para Dependentes Químicos

clinica de recuperação para meninas adolescentes menores de idade

clinica de recuperação para meninas adolescentes menores de idade

Feita uma pesquisa pelos profissionais da clinica de recuperação para meninas adolescentes menores de idade juntamente com órgãos do governo especializados na área da saúde, constatou-se que as drogas estão, a cada dia mais, presentes no macro e micro sociedade, fazendo vítimas em num número quase que incontável, preocupando e assustando as autoridades pelo fato de que os usuários adentram neste mundo cada vez mais cedo.

Os psicólogos, psiquiatras e terapeutas que atuma na clinica de recuperação para meninas adolescentes menores de idade ressalta que adolescência para ser mais bem compreendida necessita ser analisada sob tríplice aspecto, a saber: biológico, social e psicológico. É um período de intensas transformações experienciadas pelo ser humano neste processo de desenvolvimento, de amadurecimento. E cada indivíduo vive esta fase de uma forma que lhe é própria, embora algumas mudanças sejam universais como a primeira menstruação, nas meninas e a ejaculação, nos meninos. Como se não bastassem às mudanças inevitáveis no campo fisiológico, mudanças igualmente sérias ocorrem em outros setores de sua vida e a forma como vivencia cada experiência define determinados comportamentos que vão do que se é esperado dentro do padrão de normalidade, até os inadequados que revelam transtornos de conduta, provocando desconforto geral no trato familiar e com a sociedade.
Muitas características e desafios surgem no percurso desta fase explica o psicólogo da clinica de recuperação para meninas adolescentes menores de idade, exigindo do adolescente algumas decisões que refletirão no seu estilo de vida, na relação sociocultural. Um difícil processo que objetiva fazer com que o jovem saiba quem é na verdade, qual seu papel no meio social em que se encontra inserido; é rever todo aprendizado.
Adolescência é enfim, uma fase de preparação para a vida adulta, envolta em períodos alternados de certezas e incertezas, de turbulências, prazer e dor, conflitos e construções, formulação e reformulação de conceitos até que se conquiste a própria identidade, nessa fase da vida em que estamos em transição, ocorre varias situações no qual o menor, ainda mais sendo menina corre o grande risco se depararem com as drogas, os especialistas da clinica de recuperação para meninas adolescentes menores de idade, enfatizam que as meninas têm seu organismo mais frágil, devido o sexo feminino ter um padrão enzimático de absorção do álcool e da droga mais efetivo e rápido, porque possui relativamente mais gordura e menos água no organismo. Se compararmos uma menina e um menino, com mesma estatura e peso, que tenham ingerido quantidade igual de álcool ou droga, veremos que a concentração da sustância é maior no sangue da menina. Sendo assim, o dano biológico que o álcool e a droga produzem nela é mais devastador.
Na clinica de recuperação para meninas adolescentes menores de idade a família de forma geral é acolhida nos programas de reabilitação, uma vez que em seu seio está toda fonte geradora do problema que se vivencia, pois para os terapeutas, psicólogos e psiquiatras que atuam na clinica de recuperação para meninas adolescentes menores de idade, a família é o ponto de partida para um tratamento seguro, tratar então a família é tratar do jovem dependente.

Para um maior esclarecimento será explicado o papel de cada profissional que atua na clinica de recuperação para meninas adolescentes menores de idade e sua importância dentro do contexto do tratamento.

 O psicólogo irá auxiliar o jovem a sair do lugar onde estava que é fase do sofrimento e da sua paralisia perante sua condição de dependente químico, e ir para um lugar onde ele é o protagonista de sua história, ressignificando suas percepções, suas ações e sua vida. Objetivando uma melhor qualidade de vida, e também ajudando ao menor a lidar com os transtornos relacionados à droga, como a ansiedade, a impulsividade entre outros, o psicólogo que atua na clinica de recuperação para meninas adolescentes menores de idade, também irá ajudá-la em questão de trazer de volta sua auto-estima, sua confiança em si mesma e fazendo perceber que a droga era apenas uma muleta e que a mesma não necessita mais da substância para se sentir forte e seguro. O psicólogo também terá a função de manter o controle mental do paciente mesmo após a desintoxicação. Quadros como ansiedade e pensamento acelerado podem surgir, prejudicando a recuperação já que podem ser gatilhos para recaídas.

O psiquiatra que atua na clinica de recuperação para meninas adolescentes menores de idade, sabem que nem todos os dependentes químicos que tentam se recuperar consegue se livrar de seus vícios sem auxílio do uso de remédios. Nesses casos, é necessário que o psiquiatra avalie primeiro o tipo de droga no qual o jovem está fazendo uso, se existe mais de uma droga e qual o estrago que a substância possa ter causado ao sistema nervoso, pois devido ao o uso da substância o jovem pode vir a sofrer de ansiedade, depressão, esquizofrenia, psicose ou transtorno bipolar, sendo assim necessário o uso de medicação.

Os terapeutas que atuam na clinica de recuperação para meninas adolescentes menores de idade enfatiza a importância de se trabalhar com a Terapia Ocupacional e seus grandes resultados na recuperação do dependente químico que tem dificuldades em realizar as tarefas cotidianas. Ela tem foco na construção ou na reconstrução do cotidiano, de acordo com as necessidades de cada um.

O terapeuta ocupacional também ira planejar e ministrar reuniões em grupo e também com os familiares, para poderem analisar o convívio familiar e dar apoio aos dois lados e assim analisar o paciente como um todo, utilizando tarefas prescritas para alcançar seu objetivo. Essas atividades que farão parte do tratamento são feitas de maneira criteriosa por esse profissional para adequar todas as necessidades, observando sempre as dificuldades do dependente, além de visar sua satisfação dentro de seu tratamento.

A clinica de recuperação para meninas adolescentes menores de idade enfatiza  a importância de um ambiente aonde o dependente se sinta seguro , acolhido e respeitado em suas necessidades , para isso o espaço é bem pensado , com área de lazer , espaço de ginástica , salas de TV, ambiente aonde os jovens poderão se reunirem para trocar informação , quartos arejados, atividades físicas planejadas , área verde e tranqüila , alimentação adequada e equilibrada contando também com uma equipe que irá zelar da segurança e uma equipe que cuidara da limpeza e ordem do ambiente . Lembrando sempre que a participação da família é muito importante para que o jovem não se sinta excluído do meio familiar.

CODEPENDÊNCIA E TRATAMENTO FAMILIAR Professora e Conselheira Angela Hollanda CODEPENDÊNCIA “A palavra Codependência surgiu nos centros de tratamento no final da década de 70. O termo surgiu simultaneamente em diversos centros de Minnesota usado para descrever pessoas cujas as vidas foram afetadas pelo envolvimento com um dependente químico. O codependente, filho, cônjuge, ou amante de um dependente químico, era visto como alguém que desenvolvera um padrão doentio de lidar com a vida, numa reação ao abuso de álcool ou drogas praticado por outra pessoa.” A idéia básica naquela época, quando surgiu a palavra codependência, era que os codependentes podiam ser definidos como pessoas que não conseguiam administrar suas vidas em função de uma relação comprometida com um depende químico. “O codependente é aquele que deixou-se influenciar pelo comportamento de outra pessoa, e que vive obcecado em controlar o comportamento desse outro.” É preciso deixar claro que o outro pode ser uma criança, um adulto, um amante, um cônjuge, um irmão ou irmã, um avô, pai, cliente ou melhor amigo. Pode ser um alcoólatra, dependente químico, um deficiente mental ou físico, alguém “normal” e que às vezes mergulha em sentimentos de tristeza, e/ou qualquer pessoa mencionada anteriormente. A codependência é uma doença? É uma doença emocional e comportamental, chegando na maioria das vezes desencadear doenças sérias como depressão, hipertensão, diabetes e outros males físicos. Uma das razões pelas quais chamam a codependência de doença é que muitos codependentes reagem a doenças (o alcoolismo, por exemplo), e o fato do problema ser progressivo. À medida que as pessoas que nos cercam tornam-se mais doentes, podemos reagir mais intensamente. Qualquer que seja o problema do outro, a codependência envolve um sistema habitual de pensar, sentir e comportar-se, em relação a nós mesmos e aos outros, que pode causar sofrimento. Comportamentos ou hábitos codependentes são mais autodestrutivos. Podemos mudar? Somos capazes de aprender outros comportamentos mais saudáveis? TRATAMENTO FAMILIAR O impacto que a família sofre com o uso de drogas por um de seus membros é emocionalmente tão devastador quanto às reações que o usuário de drogas possa ter. Existem alguns estágios que caracterizam este impacto pelo qual a família de um dependente químico na passa: 1 – Na primeira etapa, ocorre sempre o mecanismo de negação. Ocorre tensão e desentendimento e as pessoas deixam de falar sobre o que realmente pensam e sentem, não admitem e não aceitam que tal fato possa estar acontecendo na sua família, logo na sua família. 2 – Em um segundo momento, a família demonstra extrema preocupação com essa questão e tenta controlar o uso da droga, bem como as suas conseqüências físicas, emocionais, no campo do trabalho e no convívio social. Mentiras e cumplicidades relativas ao uso abusivo de álcool e drogas instauram um clima de segredo familiar. A regra é não falar do assunto, mantendo a terrível ilusão de que as drogas e álcool não estão causando problemas na família. 3 – Na terceira fase, a desorganização da família é imensa. Seus membros assumem papéis rígidos e previsíveis, servindo de facilitadores. As famílias assumem responsabilidades de atos que não são seus, e assim o dependente químico deixa de ter a oportunidade de perceber as conseqüências do abuso de álcool e drogas. É comum ocorrer uma inversão de papéis e funções, como por exemplo, a esposa que passa a assumir todas as responsabilidades de casa em decorrência o alcoolismo do marido, ou a filha mais velha que passa a cuidar dos irmãos em consequência do uso de drogas da mãe. 4 – O quarto estágio é caracterizado pela exaustão emocional, podendo surgir graves distúrbios de comportamento e de saúde em todos os membros. A situação fica insuportável, levando ao afastamento entre os membros e gerando desestruturação familiar. Embora tais estágios definam um padrão do impacto das substâncias, não se pode afirmar que em todas as famílias o processo será o mesmo, mas inevitavelmente existe uma tendência dos familiares de se sentirem culpados e envergonhados por estar nesta situação. Infelizmente, devido a estes sentimentos, muitas vezes a família demora muito tempo para admitir o problema e procurar ajuda externa e profissional, o que leva o problema a ser ainda mais agravado. Geralmente, um eventual momento de internação foi antecedido por várias tentativas de recuperação com o objetivo de evitar uma internação. Provavelmente, houve a intenção e a esperança de acertar, mas, infelizmente não deu certo! Inicia-se então, uma intensa e cansativa busca de um tratamento adequado. Nesta fase a família já se encontra quase sempre esgotada, desestruturada, sem esperanças e completamente adoecida. Assim sendo, no período de internação do dependente químico deve-se ter como um dos objetivos, a conscientização da família sobre a seriedade da doença da adicção, a dificuldade de vivenciar situações tão destruidoras sozinhos, e, paralelamente, alertá-la sobre a importância da busca de mecanismos de ajuda adequados como: profissionais especializados, grupos de apoio (AA, NA, Amor Exigente) etc, que a oriente e possa prepará-la para conviver adequadamente com esta doença. Caso contrário, a desordem estabelecida nesta família só vai se agravando. O que os familiares podem e devem fazer para ajudar? A família tem um papel extremamente importante na recuperação do dependente químico. Ela não só pode, mas deve ajudar seu ente querido na busca da recuperação de um problema tão grave. Entretanto, muitas vezes, o desespero e a fragilidade emocional a qual a família é submetida é tão grande que quase sempre a atrapalha de exercer adequadamente seus papéis. A família é fundamental no processo de recuperação e posterior manutenção na medida em que ajuda o dependente químico a resgatar valores, princípios e autoestima, mas, ao atuar como facilitadora e com atitudes inadequadas, poderá ser o disparo, que o levará à recaída de comportamentos, à irresponsabilidade e, certamente, ao uso de substâncias. A constatação dessa dura realidade, ou seja, o deixar-se vencer pela doença, poderá levá-lo a sentimentos de menor-valia, desânimo, frustração e descrença na própria capacidade de recuperação. O que não a família não deve fazer? Independente do motivo que causou a dependência, a família não deve envergonharse, isolar-se, fazer julgamentos e reprovações, apegar-se aos ressentimentos e, muito menos, fingir que o problema não existe. Estes comportamentos só farão com que se afaste da realidade dos fatos, dificultando e atrasando a busca adequada de soluções para enfrentar a doença. É de vital importância que a família não só entenda, mas que comunique a outros que a dependência química é uma grave doença e que, apesar de ser incurável, progressiva e fatal, há chances de recuperação e manutenção de uma boa qualidade de vida. Quanto mais rápida for a busca da conscientização para um melhor tratamento e acompanhamento, maiores serão as chances de recuperação. Todos necessitam de ajuda! Neste caso, a família precisa se fortalecer e se reequilibrar.

clinica de recuperação para meninas adolescentes menores de idade

clinica de recuperação para meninas adolescentes menores de idade

Atendimento 24hs

(11) 4175-0727

(11) 96474-1518 (Vivo/Whatsapp)