Tratamento para Dependentes Químicos

clinica de recuperação para meninas menores de idade

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A clinica de recuperação para meninas menores de idade, juntamente com especialistas da área da saúde e a sociedade Brasileira de pediatria, vez um levantamento que nos trouxe dados assustadores do aumento de ingestão precoce de álcool e de drogas entre as crianças e os adolescentes, trazendo consigo dados alarmante de mortes ocasionadas por esse habito quem vem trazendo um grande impacto para nossa sociedade.

Segundo as pesquisa feitas a causa de morte entre jovens de 15 a 24 anos se segue por uso precoce de álcool e drogas.

Os médicos ressaltam que quanto menor a idade de início da ingestão de bebida alcoólica e drogas maiores as possibilidades de se tornar um usuário dependente ao longo da vida e beber em excesso na idade adulta ou se tornar um usuário compulsivo das drogas. A clinica de recuperação para meninas menores de idade completa que o indivíduo adolescente está numa idade em que parte do cérebro ainda está se formando e que o comportamento impulsivo é muito grande.

Para os profissionais da clinica de recuperação para meninas menores de idade as adolescentes ficam mais expostos a situações de violência sexual e tendem a apresentar comportamento de risco, como praticar atividade sexual sem proteção, o que pode levar à gravidez precoce e à exposição a doenças sexualmente transmissíveis e também eleva o número de envolvimento dos jovens em acidentes de trânsito, homicídios, suicídios e incidentes com armas de fogo.

Nesse trabalho em conjunto com especialistas da área da saúde juntamente com os profissionais da clinica de recuperação para meninas menores de idade chama a atenção para a forte influência de amigos que usam drogas e de um ambiente familiar conturbado e desestruturado como fatores determinantes para o envolvimento precoce de crianças e adolescentes com o álcool e as drogas

Diante das graves conseqüências do uso abusivo do álcool e o uso das drogas na adolescência, a Sociedade Brasileira de Pediatria, juntamente com a clinica de recuperação para meninas menores de idade faz diversas recomendações aos médicos, educadores e familiares. Entre outros pontos, a entidade defende o fortalecimento da articulação entre as áreas de saúde e de educação para promover ações que estimulem hábitos mais saudáveis.

A clínica de recuperação para meninas menores de idade que a participação escolar, dos médicos e a estruturação do ambiente doméstico como estratégias de proteção da criança e do adolescente por meio do diálogo e do estabelecimento de limites, a família, o pediatra e educadores podem ser agentes relevantes na prevenção do alcoolismo e das drogas no meio das nossas crianças.

Aos pais e familiares, a clinica de recuperação para meninas menores de idade recomenda a não ingestão de álcool e muito menos de quaisquer substâncias psicoativas durante os períodos de gestação e amamentação, a não exposição de crianças ao uso de bebidas alcoólicas em festas familiares ou outras situações sociais e, principalmente, a orientar e conversar com os filhos sobre os riscos do consumo precoce.

Seguindo as diretrizes da Organização mundial da Saúde, a SBP e a clinica de recuperação para meninas menores de idade sugere que a questão do uso do álcool e das drogas seja tratada como um problema de saúde pública. “Para nós, é indispensável o acesso à informação. Precisamos de medidas mais sérias, vindas do governo e de campanhas nas escolas, para que as crianças e os adolescentes se informem de que não devem se expor ao uso de bebidas e drogas nessa faixa etária,

Para um maior auxilio das famílias, a clinica de recuperação para meninas menores de idade, irá esclarecer como realizar uma avaliação do jovem que está envolvendo se com drogas e com álcool, e quais são seus objetivos. A avaliação, é estabelecer o vínculo; investigar sobre a saúde física e mental; sobre o comportamento e o relacionamento social e familiar; o ajustamento escolar ou profissional; sobre seu lazer; e, finalmente, sobre o uso de drogas e os problemas a ele associados, estabelecendo uma história sobre o uso de drogas na vida. Após essa avaliação global do adolescente, por meio da investigação das diversas áreas de sua vida, realiza-se o exame físico e solicitam-se exames laboratoriais, se necessário. O jovem deve receber todos os resultados dessa investigação. A seguir, define-se a gravidade do uso de drogas e suas conseqüências, desenvolvendo um plano de intervenção subseqüente, com metas e critérios de sucesso esperados com o tratamento. Se não for possível aplicar tal estratégia, é melhor encaminhar o jovem para um serviço especializado.

 Um diagnóstico de síndrome de dependência usualmente só deve ser feito se três ou mais dos seguintes requisitos estiveram presentes durante o último ano: a) um forte desejo ou senso de compulsão para consumir a substância; b) dificuldades em controlar o comportamento de consumir a substância em termos de seu início, término ou níveis de consumo; c) um estado de abstinência fisiológico quando o uso da substância cessou ou foi reduzido, como evidenciado por: a síndrome de abstinência característica para a substância ou o uso a mesma substância (ou de uma substância intimamente relacionada) com a intenção de aliviar ou evitar sintomas de abstinência; d) evidência de tolerância, de tal forma que doses crescentes da substância psicoativa são requeridas para alcançar efeitos originalmente produzidos por doses mais baixas (exemplos claros disso são encontrados em indivíduos dependentes de álcool e de opiláceos, que podem tomar doses diárias suficientes para matar ou incapacitar usuários não tolerantes); e) abandono progressivo de prazeres ou interesses alternativos em favor do uso da substância psicoativa, aumento da quantidade de tempo necessária para obter ou tomar a substância ou para se recuperar de seus efeitos; e f) persistência do uso da substância, a despeito da evidência clara de conseqüências manifestamente nocivas. Devem-se fazer esforços para determinar se o usuário estava realmente (ou se poderia esperar que estivesse) consciente da natureza e extensão do dano.

 Os profissionais da clinica de recuperação para meninas menores de idade, ressalta ainda a importância da família está presente nesse processo, pois isso ajudara ainda mais na recuperação do dependente.

Como seres humanos, temos muitas vezes a necessidade de ajudar ao outro. Queremos que ele pare de sofrer e melhore. Não medimos esforços para amparar quem amamos e proteger das coisas que lhes fazem mal. Mas qual é o limite? Até onde devemos ir? Quanto devemos fazer para ajudar o outro? A intensidade e o grau de envolvimento devem ter um limite. Uma pessoa que vive o problema do outro como se fosse seu e se preocupa mais em ajudar o outro do que em ajudar a si mesma é chamada de co-dependente.

O termo co-dependência surgiu no final da década de 70, simultaneamente em diversos centros nos EUA. Originalmente, era usado para designar pessoas que tinham suas vidas afetadas pelo envolvimento com alcoólatras, desenvolvendo com elas um padrão de relacionamento nocivo a ambos. Muito antes disso, entretanto, já era sabido que os familiares de alcoólatras desenvolviam com esta pessoa uma relação parecida com a que esta pessoa desenvolvia com o álcool. Os familiares dos alcoólatras, na década de 40, sentiram a necessidade de criar um grupo de 12

passos, paralelo ao AAA, para que pudessem trocar experiências e se recuperarem. Assim nasceu o Al-Anon.

Nos anos seguintes, a definição foi expandida para a convivência com outros vícios, transtornos do impulso ou compulsões. Hoje se sabe que o relacionamento com pessoas perturbadas, carentes, doentes, deprimidas e dependentes pode gerar a co-dependência.

Estes relacionamentos são caracterizados por se evitar discutir os problemas e expressar abertamente as emoções. A comunicação não é direta e clara, e criam-se expectativas irrealistas sobre o outro doente. Existe uma espécie de pacto de silencio para não se mudar em nada o equilíbrio da relação, mesmo que seja em direção ao crescimento.

Melody Beattie, em seu livro Co-dependência Nunca Mais[i], define o co-dependente como uma pessoa que tem deixado o comportamento de outra afetá-la e é obcecada em controlar o comportamento dessa outra pessoa .

A co-dependência é uma doença crônica e progressiva. Uma pessoa co-dependente é viciada em se vincular a pessoas problemáticas. Geralmente quando sai de um relacionamento com uma pessoa perturbada, procura uma outra pessoa perturbada e repete os comportamentos co-dependentes. Estes comportamentos incluem um ajudar ao outro compulsivamente e uma obsessão em tomar conta do outro.

A pessoa co-dependente tem baixa auto-estima, valoriza-se pouco, e considera o outro de quem cuida mais importante que ela mesma. Sente muita culpa, o que faz com que se responsabilize pelos comportamentos da outra pessoa. Sente também muita raiva, mas não se permite expressar abertamente este sentimento. O co-dependente pode usar esta raiva para se auto-agredir, protegendo assim o outro, de quem realmente sente raiva, mas que não pode ferir de nenhuma maneira.

O tratamento da co-dependência não é fácil, mas é possível. O ideal é combinar a psicoterapia com os grupos de auto-ajuda de 12 passos.

Na psicoterapia, a pessoa co-dependente tem como desafios: aceitar suas limitações em ajudar aos outros e colocar-se como sua prioridade número um; desenvolver um projeto de vida próprio, com objetivos e metas realistas; aprender que ajudar o outro significa dar-lhe autonomia e responsabilidade para decidir que ajuda precisa, lidar com a culpa; perceber e expressar a raiva; e que só pode ajudar o outro quando a ajuda estiver dentro das suas possibilidades; e também comunicar seus desejos e necessidades de forma clara e aberta.

Existem hoje muitos tipos de gupos de auto ajuda, entre eles o Al-Anon, para familiares e amigos de alcoólatras, o MADA (Mulheres que Amam Demais), para mulheres dependentes de relacionamentos, e finalmente o CoDA (Codependentes Anônimos), para co-dependentes em geral. Nestes grupos é possível partilhar experiências e buscar a recuperação ao lado de pessoas com sofrimentos semelhantes.

As pessoas co-dependentes sentem como se o outro fosse seu bote salva-vidas. Mas este bote está furado e afundando. Mudanças geram medo, mas também representam desafios. O grande desafio do co-depentende é libertar-se, aprender a nadar, e ir na direção que deseja. Se estiver forte, poderá até rebocar o bote salva-vidas e assim, de verdade, ajudá-lo.

[i] Melody Beattie. Co-dependência nunca mais. Ed Record, 1997

Cecília Zylberstajn é psicóloga pela PUC-SP, psicodramatista e psicoterapeuta de adolescentes e adultos http://www.minhavida.com.br

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