Tratamento para Dependentes Químicos

Clínica evangélica na zona sul

Clínica evangélica na zona sul

O longo tempo de espera que pare sozinha e o convívio com a pessoa usuária levam a fragilidade familiar, portanto levar a pessoa para tratamento na clínica evangélica na zona sul é uma medida de proteção e tranquilidade para a família e para a própria pessoa que muitas vezes quer parar e não consegue.

Psicólogo, psiquiatra, nutricionista, terapeuta ocupacional, monitores, enfermeiro e pessoal administrativo formam a equipe de profissionais de saúde especializados no tratamento de dependência química na clínica evangélica na zona sul.

Entendemos as dificuldades do dia a dia e as questões pessoais precisam estar equilibradas para que não haja o uso de drogas como fuga dessas questões, portanto são realizadas terapias com psicólogo e diagnosticadas pelo psiquiatra são tratadas as doenças psíquicas que forem apresentadas durante o tratamento na clínica evangélica na zona sul.

A Distância da espiritualidade e os sentimentos desconfortáveis podem ser fortes motivos ao uso abusivo de drogas, assim a clínica evangélica na zona sul conduzida pelo pastor, leva o reencontro com princípios Cristãos e ajuda psicológica aos pacientes acolhidos para tratamento as drogas.

A clínica evangélica na zona sul recebe pessoas que precisam ser retiradas de local onde consigam fazer uso de drogas para que possam parar, assim é um local protegido, tranquilo e seguro onde as pessoas terão uma nova oportunidade.

A droga, muitas vezes é utilizada quando os problemas tornam-se maiores que não conseguimos lidar, utilizando cada vez mais e com maior frequência levando a dependência química, onde a retirada do local pode ser preciso, a clínica evangélica na zona sul indica o contato com profissionais ou mesmo conosco para avaliar a situação.

Estamos à disposição para ajudá-los no que for preciso, entre em conato com a clínica evangélica na zona sul.

Anvisa, corpo de bombeiros e alvará de funcionamento nos dão a regularidade para funcionamento da clínica evangélica na zona sul.

 

Codependencia

Muitos pais e familiares adoecem junto com o adicto. Trazem para si, parte da responsabilidade pela auto-destruição do jovem. É um processo de culpa, excesso de zelo, facilitação, mimo, incompreensão da doença, entre outros. A adicção não é contagiosa, mas é contagiante – arrasta para um mar de sofrimento, todos que rodeiam o entorno do adicto.

Já comentamos aqui que para o adicto participar de um programa de ajuda, é necessário o real desejo de parar de usar – sem este desejo ele vai patinar na ativa talvez até a total falência bio, psico, espiritual e material. Alguns abandonam a casa de família e se domiciliam nas ruas, nas cracolândias, nos viadutos; outros migram para favelas, biqueiras.

E os pais? Que papel exercem na maioria das vezes, enquanto não lhes é dada uma esperança? De codependentes facilitadores. Medrosos. O jovem é o “filhinho do coração” e nenhuma atitude drástica pode ser tomada – senão ofende, agride e invade a vida do mancebo.

Hoje existem uma porção de grupos habilitados a tratar a Família. O Amor Exigente, o Nar Anon, o Al Anon, A Pastoral da Sobriedade, etc… Não há mais desculpas para se errar tanto com os filhos, maridos e familiares adoecidos da Dependência Química. Padre Haroldo dizia dos internos da minha época: Assassinos de Pai e Mãe… e era verdade! Roubei o sono e a paz de minha mãe e família por exatos 25 anos – uma vida! Mas a minha mãe reagiu, procurou o Sr. Victor no Tatuapé, frequentou o AE e nunca mais passou a mão na minha cabeça. Ela diz: eu te amo, mas não amo tudo que você faz!

Amar não exatamente implica em aceitar. Não existe a Supermãe dos quadrinhos. Mãe é gente, tem vida própria e precisa ter amor-próprio. Só pode amar quem se ama (e isso as irmandades de família ensinam muito bem).

Tudo inicia na prática de coisas simples… Dizer o Não! Não passar uma roupa, não dar dinheiro, não aceitar desleixo e falta de higiene. Praticar o NÃO e viver suas extensões.

Em casos crônicos – internar! É um direito legal que assiste às famílias e parentes, Existe o Programa Recomeço, existe o Cratod, existem Clínicas que oferecem vagas socias… Não se pode esperar a vontade do filho doente QUANDO ELE NÃO TEM O DESEJO! Não adianta esperar que ele vá no NA, no AA ou no CAPS AD.

Ele precisa ser “sacado” da sociedade para perder os arroubos de compulsão e obsessão.

Os pais precisam ser corajosos e dizer não é a fala mais difícil.

Para isso, peça ajuda! Existe do outro lado, uma infinidade de mãos estendidas. Ninguém está sozinho!

Ainda “refletindo”…

O Codependente, muitas vezes, adoece mais do que o adicto. Adoece do amor e vive uma escravização afetiva. Vira refém do dependente químico.

Faz o jogo do “amado”. O medo de perdê-lo ou de vê-lo distanciar-se (coisas que são puros mitos) outorgam à família a situação de vítima e, ao dependente, a de algoz. Isso também é um paradigma que precisa ser quebrado.

A via da Recuperação deve atingir a todos os envolvidos simultaneamente. Senão corre sério risco de não dar certo. Adictos manipuladores e famílias facilitadoras rompem o processo.

Para tanto, hoje em dia, existem diversas formas de tratamento paralelo e simultâneo.

Clínicas sérias fazem apoio à família. Reuniões e atendimentos individuais. Irmandades de desdobram para atender ambos lados desta mesma moeda.

Não existe justificativa! Quem não se trata é porque não quer sair da zona de conforto!

Sobre o Amor-Exigente

Desde 1984, a ONG Amor-Exigente (AE) atua como apoio e orientação aos familiares de dependentes químicos e às pessoas com comportamentos inadequados. Através de um eficiente programa de auto e mútua ajuda, o Amor-Exigente desenvolve preceitos para a reorganização familiar, sensibilizando as pessoas e levando-as a perceber a necessidade de mudar o rumo de suas vidas a partir de si mesmas, proporcionando equilíbrio e melhor qualidade de vida. Como diz o seu lema: torná-las CADA VEZ MELHOR!

Este programa, que há mais de 3 décadas funciona e dá certo, é praticado por meio de 12 Princípios Básicos, 12 Princípios Éticos, Espiritualidade Pluralista e Responsabilidade Social, através de reuniões semanais, cursos e palestras, sempre com a dedicação e comprometimento dos milhares de voluntários espalhados por todo o Brasil, Argentina e Uruguai.

Visando maior abrangência do seu movimento de proteção social, o Amor-Exigente expandiu seu programa, dando origem aos projetos especiais: Prevenção – visa desestimular a experimentação e uso de tabaco, álcool e outras drogas através de uma abordagem educativa junto a pais, avós e professores para ajudar na formação de seus filhos, netos e alunos; Sobriedade – esse trabalho com abordagem distinta, destina-se especialmente às pessoas em processo de recuperação pelo uso e abuso de álcool e outras drogas; Amor-Exigentinho – proposta voltada para o público infanto-juvenil que utiliza os Princípios Básicos do Programa de forma lúdica, clara e objetiva, visando auxiliá-lo a adotar atitudes responsáveis e saudáveis; Sempre É Tempo – focado nos adultos da Melhor Idade que muitas vezes passam pela “síndrome do ninho vazio” ou com o desafio de cuidar dos netos enquanto os pais trabalham e/ou estudam.

Sobre a FEAE

A FEBRAE- Federação Brasileira de Amor-Exigente – teve sua fundação instituída em 18 de novembro de 1984. Surgiu da necessidade de congregar os grupos que vinham atuando na linha do Programa Amor-Exigente (AE), de modo a favorecer maior eficiência e melhores resultados.

Com o alto nível de credibilidade do Programa, mais e mais grupos de ajuda mútua, para dependentes químicos e familiares, foram-se instalando. Assim, para preservar a integridade da proposta de trabalho com Amor-Exigente, sua linha de funcionamento e objetivos, foi instituída a FEBRAE.

Em 2009, com a criação do Novo Estatuto, o nome da federação mudou para FEAE – Federação de Amor-Exigente , acolhendo assim os grupos que nasceram fora do país e ampliando as fronteiras para a atuação do movimento. A sede da FEAE é em Campinas, SP.

Clínica evangélica na zona sul

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