Tratamento para Dependentes Químicos

Clínica evangélica para menores

Clínica evangélica para menores

Menores que fazem uso de drogas podem precisar ser retirados de onde possam fazer uso para que consigam parar e evitar à dependência química, assim como os já em estado compulsivo não conseguirão parar vivendo no local próximo ao uso, a clínica evangélica para menores oferece um local protegido.
Apesar de ser uma decisão difícil para a família em intervir nesses casos onde precisa estar na clínica evangélica para menores, a tranquilidade da família e do menor por estar em local seguro onde não faça uso é um grande passo para que haja a tranquilidade da família e dele mesmo, onde muitas vezes o uso não permite decisões a parada mesmo querendo.
Evitar o uso antes que ocorra a dependência química é um passo importante, se você tem dúvidas em qual procedimento tomar, procure por profissionais que orientem ou entre em contato com a clínica evangélica para menores.
A clínica evangélica para menores é um local onde a proximidade com Deus está presente todos os dias preenchendo o vazio que as drogas deixaram e a volta de valores perdidos e novos valores que propiciam a querer uma nova vida.
Profissionais da saúde especializados no tratamento as drogas participam integralmente na clínica evangélica para menores, psiquiatra, psicólogo, enfermeiro, nutricionista, terapeuta ocupacional, monitores e pessoal administrativo, unidos em local que possibilita a conversação sobre cada paciente.
Entender os motivos que cada um faz ao usar drogas como mecanismos de evitar entrar o encontro de desconfortos emocionais precisam estar presentes no tratamento da clínica evangélica para menores, se não, a volta às drogas torna-se frágil.
Terapias com psicólogo e diagnósticos pelo psiquiatra na clínica evangélica para menores revelam a necessidade de tratamento quanto as doenças psíquicas.
A clínica evangélica para menores está à disposição para ajudá-los, informamos também que a clínica evangélica para menores é regularizada pela Anvisa, corpo de bombeiros e possuía alvará de funcionamento.
Codependência
“Ninguém cria filho para ser dependente químico. A gente quer que ele seja advogado, médico ou qualquer outra profissão que faça ele feliz, menos dependente químico”. O relato é de uma mãe que lutou – durante anos – para a recuperação do filho de apenas 18 anos. A reportagem do Cada Minuto não identificará a mãe e usará um nome fictício para contar o caso.
A dependência química é um conjunto de fenômenos comportamentais, cognitivos e fisiológicos que se desenvolvem após o uso repetido de determinada substância. A dependência pode dizer respeito a uma substância psicoativa específica (por exemplo, o fumo, o álcool ou a cocaína), a uma categoria de substâncias psicoativas (por exemplo, substâncias opiáceas) ou a um conjunto mais vasto de substâncias farmacologicamente diferentes.
Entretanto, a família do dependente também é atingida. A codependência é uma realidade que pessoas fortemente ligadas emocionalmente ao dependente químico enfrentam durante todo o processo.
Maria das Dores*, de 46 anos, é mãe de dois filhos. Segundo ela, o filho mais novo sempre foi carinhoso e estudioso, mas aos 15 anos começou a apresentar um comportamento diferente. “Ele começou a ficar agressivo, mentia bastante e mudou de amizades, eu pensei que era a fase dele da adolescência, sabe?”. Segundo Maria, aos poucos, o menor foi deixando de lado a escola e a educação que a mãe tinha repassado.
Mesmo com todos os indícios que algo estava acontecendo, a mãe não conseguia acreditar que havia algo de errado. “Até que um dia, peguei ele furtando alguns materiais de casa e vendendo, o quarto dele já não era o mesmo, os objetos dele foram vendidos para comprar droga”, contou Maria que ainda completou afirmando que o filho pedia dinheiro todos os dias à ela, mas ela se negava e ele ficava agressivo.
Maria não buscou ajuda e ficou contra os familiares que afirmavam que o adolescente estava envolvido com drogas. “Eu não enxergava o que estava acontecendo ou não queria enxergar? Foi quando percebi que estava totalmente dependente de um dependente químico, não é engraçado? Eu não buscava ajuda porque eu passei a mão na cabeça dele dizendo que nada estava acontecendo, mas estava e eu não sabia como agir”, ressaltou.
Após três anos, Maria procurou um psicólogo e descobriu o que era codependente. Para ela, foi uma fase difícil entender que ela também precisava de ajuda e segundo Maria, primeiramente ela precisou compreender que precisava se ajudar aceitando a situação para que pudesse buscar tratamento para o filho que está, atualmente, internado em uma clínica de reabilitação.
“Continuei a terapia, busquei grupos de apoio e hoje em dia, vejo que meu filho apresenta melhoras. Eu sei que não criei filho para ser dependente químico, mas com fé, vou vê-lo formado e bem de vida”, enfatizou.
O que é ser codependente?
Segundo a psicóloga e especialista em dependência química, Roseanne Albuquerque, ser codependente é uma condição emocional, psicólogica e comportamental, uma maneira destrutiva de relacionar-se, uma espécie de “prisão afetiva” onde os familiares passam por diversos estágios. “O familiar vai passar pelo estágio de negação, preocupação, vai buscar ser o responsável pelas atitudes do dependente e exaustão emocional surgindo assim a condição emocional de sentir raiva, culpa, medo e vergonha”, informou.
Conforme a especialista é importante que os familiares busquem ajuda especializada com grupos de autoajuda, informativos e terapia com profissionais da área de dependência química. “Os grupos vão fortalecer os familiares para buscarem reconhecimento das suas limitações e do seu papel diante do dependente estimulando e promovendo uma melhor qualidade de vida”, comentou Roseanne.
A especialista também explicou que a terapia vai ser um suporte psicólogico promovendo a conscientização e trabalhando todos os estágios da codependência.
“A terapia vai trabalhar, por exemplo, com os estágios da negação, preocupação com o dependente e com a condição emocional de raiva, culpa, medo e vergonha”, explicou Roseanne.
Roseanne também enfatizou que é a codependência não é considerada doença, pois não é classificada no CID10. “Mesmo não sendo considerada doença, a codependência apresenta as mesmas características do processo de dependência química, visto que o codependente é uma pessoa que tem a vida fora de controle por viver uma relação disfuncional com o dependente necessitando também de tratamento”, finalizou.
Ajuda é possível
Sobre o Amor-Exigente
Desde 1984, a ONG Amor-Exigente (AE) atua como apoio e orientação aos familiares de dependentes químicos e às pessoas com comportamentos inadequados. Através de um eficiente programa de auto e mútua ajuda, o Amor-Exigente desenvolve preceitos para a reorganização familiar, sensibilizando as pessoas e levando-as a perceber a necessidade de mudar o rumo de suas vidas a partir de si mesmas, proporcionando equilíbrio e melhor qualidade de vida. Como diz o seu lema: torná-las CADA VEZ MELHOR!
Este programa, que há mais de 3 décadas funciona e dá certo, é praticado por meio de 12 Princípios Básicos, 12 Princípios Éticos, Espiritualidade Pluralista e Responsabilidade Social, através de reuniões semanais, cursos e palestras, sempre com a dedicação e comprometimento dos milhares de voluntários espalhados por todo o Brasil, Argentina e Uruguai.
Visando maior abrangência do seu movimento de proteção social, o Amor-Exigente expandiu seu programa, dando origem aos projetos especiais: Prevenção – visa desestimular a experimentação e uso de tabaco, álcool e outras drogas através de uma abordagem educativa junto a pais, avós e professores para ajudar na formação de seus filhos, netos e alunos; Sobriedade – esse trabalho com abordagem distinta, destina-se especialmente às pessoas em processo de recuperação pelo uso e abuso de álcool e outras drogas; Amor-Exigentinho – proposta voltada para o público infanto-juvenil que utiliza os Princípios Básicos do Programa de forma lúdica, clara e objetiva, visando auxiliá-lo a adotar atitudes responsáveis e saudáveis; Sempre É Tempo – focado nos adultos da Melhor Idade que muitas vezes passam pela “síndrome do ninho vazio” ou com o desafio de cuidar dos netos enquanto os pais trabalham e/ou estudam.

Sobre a FEAE
A FEBRAE- Federação Brasileira de Amor-Exigente – teve sua fundação instituída em 18 de novembro de 1984. Surgiu da necessidade de congregar os grupos que vinham atuando na linha do Programa Amor-Exigente (AE), de modo a favorecer maior eficiência e melhores resultados.
Com o alto nível de credibilidade do Programa, mais e mais grupos de ajuda mútua, para dependentes químicos e familiares, foram-se instalando. Assim, para preservar a integridade da proposta de trabalho com Amor-Exigente, sua linha de funcionamento e objetivos, foi instituída a FEBRAE.
Em 2009, com a criação do Novo Estatuto, o nome da federação mudou para FEAE – Federação de Amor-Exigente , acolhendo assim os grupos que nasceram fora do país e ampliando as fronteiras para a atuação do movimento. A sede da FEAE é em Campinas, SP.

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