Tratamento para Dependentes Químicos

Clínica evangélica para mulheres

Clínica evangélica para mulheres

A clínica evangélica para mulheres é especializada no acolhimento de mulheres para tratamento as drogas.
Psiquiatra, psicólogo, terapeuta ocupacional, enfermeira, nutricionista, monitores e equipe administrativa, participam conjuntamente no tratamento da clínica evangélica para mulheres, onde o encontro das áreas importantes possibilitam o diálogo sobre as pacientes e suas necessidades para evolução.
Conduzidas pelo pastor a clínica evangélica para mulheres foca o tratamento na espiritualidade evangélica e o encontro com deus, a volta de valores perdidos onde a pessoa sentirá uma nova perspectiva de vida.
Alguém que esteja em consumo de drogas pode ter se perdido no caminho, com valores frágeis existenciais e esquecimentos dos valores cristãos, assim a clínica evangélica para mulheres realiza diariamente esse reencontro.
Acreditar no poder superior na forma que cada um acredita dá forças para uma vida melhor e acreditar nisso, uma pessoa que fazia uso constante de drogas abusivamente é claro que esteja fragilizada precisando de apoio emocional e espiritual, assim na clínica evangélica para mulheres acontece.
Diversos motivos levam uma pessoa a utilizar droga, curiosidade, aceitação por grupos e pessoas, mas o uso abusivo tem a ver com as questões pessoais que cada uma carrega e a falta de fé no poder superior nós.
A clínica evangélica para mulheres leva a espiritualidade de forma que aos poucos as pessoas vão sentindo por elas mesmas o encontro com Deus, não pode ser forçado, isso naturalmente acontece.
Diariamente ocorrem as leituras evangélicas e atividades psicoterapêuticas e labor terapêuticas, reuniões de partilha, palestras bem como lazer e esporte na quadra e piscina da clínica evangélica para mulheres.
Procure-nos se precisarem de ajuda que a clínica evangélica para mulheres estará à disposição para isso.
Para maior tranquilidade informamos que a clínica evangélica para mulheres é vistoriada pela Anvisa, corpo de bombeiros e possui alvará de funcionamento.

Codependência
“Ninguém cria filho para ser dependente químico. A gente quer que ele seja advogado, médico ou qualquer outra profissão que faça ele feliz, menos dependente químico”. O relato é de uma mãe que lutou – durante anos – para a recuperação do filho de apenas 18 anos. A reportagem do Cada Minuto não identificará a mãe e usará um nome fictício para contar o caso.
A dependência química é um conjunto de fenômenos comportamentais, cognitivos e fisiológicos que se desenvolvem após o uso repetido de determinada substância. A dependência pode dizer respeito a uma substância psicoativa específica (por exemplo, o fumo, o álcool ou a cocaína), a uma categoria de substâncias psicoativas (por exemplo, substâncias opiáceas) ou a um conjunto mais vasto de substâncias farmacologicamente diferentes.
Entretanto, a família do dependente também é atingida. A codependência é uma realidade que pessoas fortemente ligadas emocionalmente ao dependente químico enfrentam durante todo o processo.
Maria das Dores*, de 46 anos, é mãe de dois filhos. Segundo ela, o filho mais novo sempre foi carinhoso e estudioso, mas aos 15 anos começou a apresentar um comportamento diferente. “Ele começou a ficar agressivo, mentia bastante e mudou de amizades, eu pensei que era a fase dele da adolescência, sabe?”. Segundo Maria, aos poucos, o menor foi deixando de lado a escola e a educação que a mãe tinha repassado.
Mesmo com todos os indícios que algo estava acontecendo, a mãe não conseguia acreditar que havia algo de errado. “Até que um dia, peguei ele furtando alguns materiais de casa e vendendo, o quarto dele já não era o mesmo, os objetos dele foram vendidos para comprar droga”, contou Maria que ainda completou afirmando que o filho pedia dinheiro todos os dias à ela, mas ela se negava e ele ficava agressivo.
Maria não buscou ajuda e ficou contra os familiares que afirmavam que o adolescente estava envolvido com drogas. “Eu não enxergava o que estava acontecendo ou não queria enxergar? Foi quando percebi que estava totalmente dependente de um dependente químico, não é engraçado? Eu não buscava ajuda porque eu passei a mão na cabeça dele dizendo que nada estava acontecendo, mas estava e eu não sabia como agir”, ressaltou.
Após três anos, Maria procurou um psicólogo e descobriu o que era codependente. Para ela, foi uma fase difícil entender que ela também precisava de ajuda e segundo Maria, primeiramente ela precisou compreender que precisava se ajudar aceitando a situação para que pudesse buscar tratamento para o filho que está, atualmente, internado em uma clínica de reabilitação.
“Continuei a terapia, busquei grupos de apoio e hoje em dia, vejo que meu filho apresenta melhoras. Eu sei que não criei filho para ser dependente químico, mas com fé, vou vê-lo formado e bem de vida”, enfatizou.
O que é ser codependente?
Segundo a psicóloga e especialista em dependência química, Roseanne Albuquerque, ser codependente é uma condição emocional, psicólogica e comportamental, uma maneira destrutiva de relacionar-se, uma espécie de “prisão afetiva” onde os familiares passam por diversos estágios. “O familiar vai passar pelo estágio de negação, preocupação, vai buscar ser o responsável pelas atitudes do dependente e exaustão emocional surgindo assim a condição emocional de sentir raiva, culpa, medo e vergonha”, informou.
Conforme a especialista é importante que os familiares busquem ajuda especializada com grupos de autoajuda, informativos e terapia com profissionais da área de dependência química. “Os grupos vão fortalecer os familiares para buscarem reconhecimento das suas limitações e do seu papel diante do dependente estimulando e promovendo uma melhor qualidade de vida”, comentou Roseanne.
A especialista também explicou que a terapia vai ser um suporte psicólogico promovendo a conscientização e trabalhando todos os estágios da codependência.
“A terapia vai trabalhar, por exemplo, com os estágios da negação, preocupação com o dependente e com a condição emocional de raiva, culpa, medo e vergonha”, explicou Roseanne.
Roseanne também enfatizou que é a codependência não é considerada doença, pois não é classificada no CID10. “Mesmo não sendo considerada doença, a codependência apresenta as mesmas características do processo de dependência química, visto que o codependente é uma pessoa que tem a vida fora de controle por viver uma relação disfuncional com o dependente necessitando também de tratamento”, finalizou.
Ajuda é possível
Sobre o Amor-Exigente
Desde 1984, a ONG Amor-Exigente (AE) atua como apoio e orientação aos familiares de dependentes químicos e às pessoas com comportamentos inadequados. Através de um eficiente programa de auto e mútua ajuda, o Amor-Exigente desenvolve preceitos para a reorganização familiar, sensibilizando as pessoas e levando-as a perceber a necessidade de mudar o rumo de suas vidas a partir de si mesmas, proporcionando equilíbrio e melhor qualidade de vida. Como diz o seu lema: torná-las CADA VEZ MELHOR!
Este programa, que há mais de 3 décadas funciona e dá certo, é praticado por meio de 12 Princípios Básicos, 12 Princípios Éticos, Espiritualidade Pluralista e Responsabilidade Social, através de reuniões semanais, cursos e palestras, sempre com a dedicação e comprometimento dos milhares de voluntários espalhados por todo o Brasil, Argentina e Uruguai.
Visando maior abrangência do seu movimento de proteção social, o Amor-Exigente expandiu seu programa, dando origem aos projetos especiais: Prevenção – visa desestimular a experimentação e uso de tabaco, álcool e outras drogas através de uma abordagem educativa junto a pais, avós e professores para ajudar na formação de seus filhos, netos e alunos; Sobriedade – esse trabalho com abordagem distinta, destina-se especialmente às pessoas em processo de recuperação pelo uso e abuso de álcool e outras drogas; Amor-Exigentinho – proposta voltada para o público infanto-juvenil que utiliza os Princípios Básicos do Programa de forma lúdica, clara e objetiva, visando auxiliá-lo a adotar atitudes responsáveis e saudáveis; Sempre É Tempo – focado nos adultos da Melhor Idade que muitas vezes passam pela “síndrome do ninho vazio” ou com o desafio de cuidar dos netos enquanto os pais trabalham e/ou estudam.

Sobre a FEAE
A FEBRAE- Federação Brasileira de Amor-Exigente – teve sua fundação instituída em 18 de novembro de 1984. Surgiu da necessidade de congregar os grupos que vinham atuando na linha do Programa Amor-Exigente (AE), de modo a favorecer maior eficiência e melhores resultados.
Com o alto nível de credibilidade do Programa, mais e mais grupos de ajuda mútua, para dependentes químicos e familiares, foram-se instalando. Assim, para preservar a integridade da proposta de trabalho com Amor-Exigente, sua linha de funcionamento e objetivos, foi instituída a FEBRAE.
Em 2009, com a criação do Novo Estatuto, o nome da federação mudou para FEAE – Federação de Amor-Exigente , acolhendo assim os grupos que nasceram fora do país e ampliando as fronteiras para a atuação do movimento. A sede da FEAE é em Campinas, SP.

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