Tratamento para Dependentes Químicos

Clínica feminina

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Para um maior esclarecimento a clinica feminina explica como as drogas, administrados no organismo, podem modificar o seu funcionamento, as rogas psicotrópicas são as que provocam dependência, ou seja, quem faz uso deste tipo de substância sente necessidade psíquica e/ou física de usá-la novamente, o que caracteriza o vício.

Os profissionais da clinica feminina ressaltam o efeito que cada droga causa no organismo feminino e suas conseqüências. A maconha é capaz de alterar as percepções de tempo e espaço, causando danos no cérebro, cocaína são drogas estimulantes sendo que o usuário experimente excitação, aumento da atividade, agressividade, começa a suspeitar de tudo e todos, irritabilidade, insônia e estado de paranóia entre outras.

A clinica feminina juntamente com seus profissionais qualificados e experientes na área, ressalta que se faz necessário trabalho para que esse número de mulheres envolvida com as drogas tenha um fim, pois afeta bem mais as famílias do que os homens tendo em vista que muitas delas têm filhos e com isso traz um impacto bem maior para os familiares.

Por exemplo, as mulheres correm maior risco de problemas psicológicos decorrentes do abuso de substâncias. Depressão, transtornos alimentares e fobias são apenas alguns dos efeitos colaterais psicológicos negativos que as mulheres podem experimentar.

Sabemos que hoje tanto homens como mulheres sofrem com o uso das drogas sendo elas licitas ou ilícitas, e o número de mulheres que entram nesse mundo das drogas vem crescendo a cada dia trazendo estatísticas alarmantes. Dados através de pesquisas apontam que o sexo feminino está mais propenso a risco de saúde tendo contato com as substancia, na maioria dos casos as mulheres se envolvem com as drogas através de seus parceiros que são usuários.

A clinica feminina alerta que alem disso, as alcoólatras femininas são mais propensas a sofrerem uma doença hepática, sendo que elas têm uma saúde mais baixa em geral devido a comportamentos aditivos.

As mulheres devem, no entanto, lembrar que é sempre possível recuperar a saúde e a felicidade, quebrando o ciclo do vício e buscando ajuda profissional e profissional.

Embora as mulheres possam começar a abusar de substâncias por uma série de razões, algumas mulheres se voltam para comportamentos viciantes para lidar com trauma sexual, doenças físicas ou problemas com a vida familiar.

O êxtase Droga sintetizada há alguns anos cujo nome químico é metilendioximetanfetamina. Provoca excitação e efeitos alucinógenos em seus usuários. Muito utilizada em festas, essa droga pode provocar hipertensão, sudorese, embotamento da visão e bruxismo (ranger involuntário dos dentes e mordida das bochechas). Em doses altas pode provocar reações psicóticas e não de êxtase. Algumas pessoas sob o seu efeito assumem posição fetal por várias horas.

Heroína é uma droga processada da morfina, apresenta-se usualmente como um pó branco ou marrom e leva a dependência facilmente. O abuso da heroína está associado com graves problemas físicos, incluindo overdose fatal, aborto espontâneo, colapso venoso e doenças infecciosas, incluindo HIV/AIDS e hepatite. Complicações pulmonares, incluindo vários tipos de pneumonia, podem resultar da condição de saúde precária do usuário, assim como do efeito depressor da heroína na respiração.

E ainda os especialistas da clinica feminina ressalta que todos esses efeitos são bem maiores no organismo feminino, trazendo danos bem maiores.

Na clinica feminina o princípio básico do tratamento concentra-se numa abordagem focada na mulher usuária, para além do seu uso de drogas, compreendendo que o problema do uso de drogas não está isolado das outras necessidades das mulheres. Dessa forma, o máximo de oportunidades a elas disponibilizadas para mudarem de vida, minimizando os prejuízos já causados pelo uso de drogas é fator fundamental em sua adesão e evolução.

A clinica feminina com uma unidade exclusiva destinada às mulheres, visto que elas possuem necessidades diferentes das do homem, bem como seu organismo não reage da mesma forma, em relação a drogas.

Para isso, tivemos que estudar e entender melhor o universo feminino, para desenvolver metodologias eficazes que garantam resultado positivo ao tratamento.

Em mulheres, existe uma maior ocorrência de depressão associada ao uso de drogas, principalmente ao álcool, onde há indícios de que essas substâncias reduzem alguns sintomas, como: ansiedade, solidão e tristeza, o que revela que a depressão sendo tratada, a chance de superar a dependência é muito maior.

O objetivo da clinica feminina é resgatar tudo aquilo de bom que foi perdido com o uso de drogas na vida da paciente, devolvendo também a harmonia no ambiente familiar, reestruturação na vida profissional, além de orientar em questões complexas como a maternidade.

O programa terapêutico da clinica feminina propicia a mudança de comportamento, podendo recuperá-los da obsessão e compulsão pelas drogas, álcool e outras substâncias psicoativas dando instrumentos para torná-los aptos a ter uma vida produtiva.

A grade terapêutica intensiva não permite tempo ocioso aos pacientes. Diariamente, eles são envolvidos em diversas atividades que se iniciam com a higiene pessoal, passando por exercícios físicos, atividades lúdicas, motivação.

Na clinica feminina contamos também, com psiquiatras altamente qualificados, com experiência na érea de pessoas usuária de drogas, enfermeiros que irão ministrar os medicamentos necessários para cada paciente, psicólogos que irão auxiliar nos traumas levando o paciente perceber que pode enfrentar seus medos e seus problemas sem se esconder atrás do uso das drogas.

Contando também com um espaço adequado no qual cada paciente tem sua privacidade, temos a área de lazer para os momentos no qual os pacientes irão descontrair e fazer novas amizades com pessoas que estão nas mesmas lutas.

A alimentação adequada para auxiliar na desintoxicação tudo supervisionada por nutricionistas especializada em trabalhos com ex dependentes químicos.

A clinica feminina, sempre ressalta a importância que a família tem nesse processo pensando nisso propõem sempre espaços e reuniões com os familiares para que assim ele possa participar desse processo de libertação das drogas tanto para o usuário quanto para seus entes queridos.

Focando sempre no bem-estar dos seus pacientes, trazemos um trabalho inovador e eficaz, com muita dedicação de seus profissionais.

O que é a codependência?

Todos nós sabemos as conseqüências e os problemas decorrentes do comportamento dos que apresentam algum quadro de dependência, seja ela química (álcool ou drogas), seja o jogo patológico, a compulsão sexual ou até mesmo a dependência afetiva ou financeira do outro.

Curioso é observar a dedicação e a insistência que alguns familiares, especialmente pais ou cônjuges, investem nas pessoas com problemas de dependência ou algum outro transtorno de personalidade ou de conduta. Há casos em que a pessoa suporta qualquer tipo de comportamento – e suas conseqüências, sem perceber que está abrindo mão de sua própria vida e de seus objetivos, e que seu comportamento acaba por perseverar a problemática do outro. Aliás, algumas das pessoas só se sentem úteis ao viver em função do dependente; assim é interessante para elas que o outro permaneça doente, mesmo que essa motivação seja, na maioria das vezes, inconsciente. Esses comportamentos fazem parte de um quadro patológico chamado codependência.

O que é codependência?

A codependência é um transtorno emocional definido entre as décadas de 70 e 80, primeiramente relacionado aos familiares de dependentes químicos. Atualmente a codependência é estendida a qualquer quadro de dependência ou transtornos graves de personalidade e de conduta. A característica principal consiste na “atadura emocional”, ou seja, a pessoa se atrelada à patologia do outro, tendo uma extrema dificuldade em colocar limites para o comportamento problemático do dependente. Por exemplo, a esposa que tolera, incansavelmente, todas as conseqüências decorrentes do alcoolismo do marido, como perda do emprego, agressividade, irresponsabilidades, etc., ou a pessoa que suporta qualquer tipo de abuso do cônjuge por medo das chantagens emocionais feitas por ele, como por exemplo, a separação.

Os codependentes são, na maior parte dos casos, pais ou cônjuges que vivem em função da pessoa dependente, assumindo e responsabilizando-se por todos os comportamentos problema desta e preocupando-se excessivamente por seu bem estar. O codependente não percebe que cuidando excessivamente do outro, ocorre um processo de auto-anulação – seus objetivos e necessidades acabam sendo esquecidos por ele mesmo. Resumindo, o sujeito depende da dependência do outro.

Quais são os sintomas?

Invariavelmente, os codependentes possuem baixa auto-estima, e sentem-se úteis e valorizados somente quando cuidam, resolvem e toleram os problemas do outro. Tudo isso porque temem perder o amor do outro, e porque necessitam da aprovação alheia, desejando serem vistos como mártires. Acredita-se com isso, que há um ganho secundário, embora exista um sofrimento muito grande ao tolerar certos tipos de abuso.

Os codependentes se mostram muito solícitos, sempre prontos a socorrer o outro, não importando as circunstâncias. Apresentam dificuldade em nutrir relações saudáveis e que valorizem a autonomia e o espaço de cada um. A necessidade obsessiva em controlar e cuidar do comportamento do outro faz com que utilizem de conselhos, preocupações e gentilezas exageradas. Isso tudo acontece de forma compulsiva, as vezes sem perceber porque estão agindo dessa forma. Ainda existe um sentimento de incapacidade, pois acreditam que sua ajuda nunca é suficiente para solucionar a dificuldade do outro, e de vergonha extrema, como se o comportamento problemático do dependente fosse seu.

É importante diferenciar os comportamentos saudáveis de amor e cuidado existente nas relações afetivas. Na verdade, a codependência é um padrão de relacionamento egoísta, onde existe o medo de perder o controle sobre o outro e que resulta em prejuízos para saúde física e emocional.

Quais são as conseqüências da codependência para a vida da pessoa?

À medida que a pessoa codependente abandona suas necessidades e objetivos ao longo da vida, ela entra num processo de abandono de si mesma e de auto-destruição. Como esse padrão ocorre a longo prazo, normalmente durante vários anos, resulta em muitas perdas – perda do tempo que deveria ter sido investido em si mesmo, em seu lazer, em projetos pessoais, perda de relações que poderiam ter sido saudáveis, perda esperança em resolver o problema do outro. Isso tudo pode desencadear alguns danos para a saúde da pessoa, seja no aspecto físico através de doenças psicossomáticas ou no campo psicológico – normalmente os codependentes apresentam quadros depressivos ou ansiosos acentuados.

Existe tratamento? Como ele é feito? 


O tratamento da codependência tem como objetivo principal fazer com que o indivíduo resgate sua auto-estima e adote um padrão de relacionamento e comportamento mais saudável, principalmente no tocante à assertividade, à percepção das necessidades individuais de cada pessoa, e à necessidade obsessiva de controlar o outro. A psicoterapia individual é primordial, além de também ser muito importante a participação em grupos de auto-ajuda, como o Codependentes Anônimos.O lema desse grupo é “só por hoje serei a pessoa mais importante da minha vida”.  Como em muitos casos o codependente apresenta transtornos como depressão e/ou ansiedade, é necessário uma consulta com o médico psiquiatra para que este avalie a necessidade do uso de medicação antidepressiva e/ou ansiolítica.

No entanto, embora exista todo o empenho e conhecimento cientifico dos profissionais de saúde mental sobre a codependência, o tratamento só terá eficácia após o paciente conscientizar-se e aceitar que possui um problema.

Agradecemos a psicóloga Selma Boer pelo auxílio no texto.

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