Tratamento para Dependentes Químicos

clinica para adolescentes

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clinica para adolescentes – Segundo pesquisas feito pelo IBGE Instituto Brasileiro de Geografia e estatística adolescentes pertençam a todas as classes sociais, estão se viciando cada dia mais cedo tendo um contato maior com drogas tida como licitas e ilícitas, e acreditam que não estão viciados e que podem parar de usá-las a qualquer momento, que não estão comprometidos, viciados ou dependentes. Eles também acham que os pais não sabem o que dizem, porque são velhos. Que nunca serão descobertos pelas autoridades, que são espertos, que há muitos casos de traficantes que nunca foram presos.

A clinica para adolescentes, juntamente com seus especialistas enfatiza que há uma crise familiar aonde se encontram inversões de valores, os pais não mais têm tempo para dialogar com seu filho, ou de participar de sua vida nem escolar e nem em sua transição no qual existem variadas transformações tanto em seu corpo como em seu modo de pensar e a de agir perante a si mesmo e perante a sociedade.

Os familiares tornam-se essenciais no processo de tratamento do dependente, mas na maioria das vezes a família não tem nem idéia de como vão lidar com a situação. No entanto ressalta os especialistas da clinica para adolescentes se faz necessário saber como lidar com as situações estressantes, como evitando comentários críticos ao dependente ou se tornando exageradamente super protetores, dois fatores que reconhecidamente provocam recaídas. Torna-se muito importante que os familiares dosem o grau de exigências em relação ao paciente, exigindo assim mais do que ele pode realizar em dado momento, porém sem deixá-lo abandonado, ou sem participação na vida familiar. Conhecendo melhor a dependência química ressalta os especialistas da clinica para adolescentes e tendo um diagnóstico claro, a família passa a ser um aliado eficiente em conjunto com a medicação e a terapêutica trabalhada pela equipe multiprofissional.

O processo terapêutico é o primeiro passo a ser seguido dentro da clinica para adolescentes é momento onde o paciente passa por cuidados efetivos exercidos pela equipe multiprofissional tendo por finalidade o tratamento dos sintomas de sua dependência e a manutenção e garantia de sua continuidade ao tratamento tendo o suporte adequado para este fim, visando sua recuperação e melhora. É neste momento também que estão lado a lado à equipe multiprofissional e os familiares do jovem, juntos pelo mesmo objetivo, dar um novo sentindo para vida, fazer com que o mesmo se reestruture e perceba que ele pode caminhar sem que as drogas seja sua muleta.

O psiquiatra que atua na clinica para adolescentes é um médico especializado em saúde mental, incluindo transtornos de uso de substâncias psicoativas. Psiquiatras são profissionais qualificados para avaliar os aspectos mentais e físicos de pessoas com problemas psicológicos e com dependências químicas.

Os psiquiatras da clinica para adolescentes usam uma variedade de tratamentos – incluindo várias formas de psicoterapia, medicamentos, intervenções psicossociais e entre o terapeuta e o paciente. Ela pode ser usada para tratar uma ampla variedade de transtornos mentais e dificuldades emocionais. O objetivo da psicoterapia é eliminar ou controlar os sintomas incapacitantes ou perturbadores para que o dependente possa viver melhor.

Segundo os especialistas da área da saúde, a melhor forma de ajudar um jovem que está se envolvendo no mundo das drogas é a internação, pois lá teremos profissionais qualificados que darão todo o apoio que o menor necessita e para seus familiares a clinica para adolescentes enfatiza que é uma forma de tratamento indicado, as chances de o menor sair do vicio é bem maior do que aqueles que simplesmente estão entregue a própria sorte, sendo que na maioria dos casos nem os familiares sabem como procederem com a situação.

Os especialistas da clinica para adolescentes ressalta que as drogas são definidas como substâncias químicas capazes de modificar a função de organismos vivos, resultando em mudanças fisiológicas ou de comportamento, alterando sua função biológica e possivelmente sua estrutura. O processo de reabilitação envolve determinação, comprometimento e persistência.

Os especialistas da clinica para adolescentes sabe que a dependência é uma doença que envolve diversos fatores, destacando os biopsicossociais. O tratamento realizado a partir de terapias, atividades em grupo, esportes e atividades físicas em geral tem um valor evidente no processo de recuperação.

Sendo assim, ressalta os especialistas da clinica para adolescentes quando o dependente químico decide procurar por ajuda, chega ao local de reabilitação com seu estado emocional bem debilitado, tendo como características: a irritabilidade, agressividade, mentiras, diminuição dos cuidados básicos até mesmo de higiene, incluindo, perda de valores, depressão, síndrome do pânico, esquizofrenia, entre outras, precisando neste momento de toda atenção e acolhimento.

Um fator de suma importância para o tratamento é em relação ao bem estar do interno, que estando bem consigo mesmo, resgata a autoconfiança e obtém êxito para sua recuperação. A aceitação própria de ajuda provoca desejos de mudança e de libertação, conduzindo- o a deixar o vício.

Segundo os profissionais da clinica para adolescentes quando o dependente se decide por procurar uma ajuda terapêutica, pode-se presumir que a sua motivação contenha um desejo de mudança e de libertação das drogas, pois sabemos que não é um processo fácil, alguns jovens têm dificuldade em lidar com tantas mudanças de uma vez e talvez precisem de ajuda para vencer os perigos ao longo do caminho”.

É preciso depositar nele confiança e oferecer uma gama de atividades de modo que ele consiga se “reabilitar”, ou seja, melhorar suas capacidades mentais no que se refere à vida, aprendizagem, trabalho, socialização e adaptação de forma mais normalizada possível.

É relevante destacar a importância da família no processo de recuperação e a grande vontade do interno em ajudar outras pessoas envolvidas na mesma situação em que eles se encontram o espaço deve ser em um lugar harmonioso e de paz através de atividades onde possam se sentir capacitado, importante e valorizado e com isso resgatarem a auto-estima e autoconfiança que geralmente são abaladas ao ingressarem nesse mundo de ilusão proporcionado pelas drogas. No fundo, tratar o dependente é levá-lo a recomeçar a gostar de si mesmo, é valorizar a vida, pois mudando a si, ao mesmo tempo muda seu posicionamento social.
Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), o abuso de drogas é considerado uma epidemia social, apresentando três fatores fundamentais: o agente (a droga), o hospedeiro (o indivíduo), e o ambiente favorável (família, grupo e ambiente). Ainda para (OMS) existem dois tipos de dependência química: Dependência Psíquica, onde o indivíduo tem o sentimento de satisfação exigindo a administração contínua da droga para produzir prazer ou evitar mal-estar, e a Dependência física: estado de adaptação que se manifesta pelo aparecimento de intensos transtornos físicos quando se interrompe a administração da droga. O uso excessivo de drogas vem crescendo a cada dia, e a consequência desse crescimento, é a dependência química que é uma doença progressiva e multifatorial. Vivemos na era digital, onde temos acesso às diversas informações, mas a família continua sendo o padrão influenciador do indivíduo. Nenhuma família tem a expectativa de ter um membro como dependente químico, é mais fácil presumir que isso só aconteça com outras famílias, e é por pensar assim, que muitas famílias não conversam sobre o poder destrutivo das drogas. Todavia, a maioria das famílias ainda não vê a dependência química como uma doença, mas sim, como uma associação à criminalidade, descaso e em vários casos como falta de caráter; situação esta que acaba por adiar o tratamento, o que aumenta sua complexidade. O poder destrutivo que as drogas psicoativas possuem, vai além da degradação do dependente químico, atinge também seus familiares, tornando-os codependentes químicos, ocasionando sentimentos e sofrimentos, cujas consequências se dão no campo psicológico, emocional, físico, comportamental, cultural e espiritual. O relacionamento e a convivência intrafamiliar é o elo que ocasiona sofrimento e sentimentos destrutivos, cuja consequência é o adoecimento mental e físico, e consequentemente ocasionam uma maior fragilização dos vínculos. Codependentes são familiares, podem ser pais ou cônjuges, que vivem em função da pessoa com dificuldades emocionais, desenvolvendo uma proteção compulsiva, tornando-a motivação para suas vidas, sentindo-se culpados e responsáveis pelos dependentes e por suas vidas. É importante diferenciar os comportamentos saudáveis de amor e cuidado, existente nas relações afetivas, é esta reflexão que este trabalho científico se propõe. A ampliação desse olhar se faz necessária, para que ocorra a superação da apreensão fragmentada do dependente, na proposição de uma visão ampliada sobre o problema, que inicialmente é a droga. Compreendemos o fenômeno da dependência como a manifestação de um sintoma que reflete e esconde uma intrincada rede de relações, na qual o indivíduo se insere. Significa entender o dependente como parte integrante de um sistema – o familiar – do qual a dependência, como sintoma, é resultante das interações recíprocas entre seus membros, e, ainda, entender a família como parte de um universo ainda mais amplo, que é a sociedade.

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