Tratamento para Dependentes Químicos

clínica para menores de idade

clínica para menores de idade

clínica para menores de idade se tornar dependente de uma droga é um processo que pode ser bastante rápido e depende muito do tipo de droga, da idade em que começa o uso e de uma propensão familiar (genética) de se tornar dependente. Drogas como o crack ou a heroína podem causar dependência desde os primeiros usos. Sabe-se que quanto mais cedo se começa a usar drogas, maior é a chance de se tornar dependente. Pessoas que tem familiares que são dependentes têm maior tendência a se tornarem dependentes.

A clínica para menores de idade alerta para o fato de muitas pessoas acredita que são capazes de sempre controlar o uso de uma droga. No entanto esta é uma ideia falsa. A cada exposição à droga o usuário está correndo o uso de perder o controle e de se tornar dependente. A cada vez que ele usa a droga é como ele subisse em uma corda bamba. Às vezes ele consegue chegar do outro lado, mas ele sempre está correndo o risco de cair na dependência. No momento, é impossível de avaliarmos nosso risco genético de nos tornarmos dependentes.

A clínica para menores de idade alerte para o fato que temos um número maior de usuários que são na maioria menores, pois temos fatores que impulsionam esse aumento desacertado em nossa sociedade, temos que ter em mente que para se tornar dependente é um processo bem rápido.

Desconhecendo este risco, fica difícil saber quem irá usar a droga e se tornar dependente e que não irá se tornar dependente. Sabe-se, contudo que a exposição repetida, a precocidade do início do uso de drogas, alguns fatores sociais e pessoais podem facilitar o desenvolvimento de uma dependência.

A clínica para menores de idade alerta que adolescentes usuários de drogas não são todos iguais. As drogas de abuso também não. Existe um sem-número de possibilidades de combinação entre os diversos indivíduos adolescentes e as diversas drogas de abuso e as formas de usá-las.
Entender essa diversidade de diagnóstico é fundamental para não incorrer no risco de ser simplista e ingênuo ao achar que existe um tipo de tratamento único que atenda a todos os perfis e subgrupos de usuários. Existe o grupo dos usuários experimentais; dos usuários frequentes; dos usuários que tiveram problemas social, familiar e educacional; dos que têm suporte familiar; dos que não têm nenhum suporte etc.
Portanto a clínica para menores de idade, alerta que é necessário que se proponha um trabalho em conjunto multidipliscinar para que se possa resolver o problema de uso de drogas e não com ações simples e únicas. É preciso formar uma equipe de tratamento que atenda o adolescente de forma integral: saúde física, psíquica educação e proteção social; de preferência que isso seja feito no mesmo espaço e de forma integrada. Não adianta planejar a psicoterapia em um lugar, com o médico em outro endereço, o esporte em outro bairro. A logística complicada piora a adesão e os resultados.
A meta deve ser abstinência. Não existem, até o momento, pesquisas que mostrem que qualquer quantidade de droga – de qualquer droga, mesmo álcool e tabaco – seja segura para a saúde do adolescente.
Pensando nessa premissa que a clínica para menores de idade faz a junção de várias áreas de profissionais, contando com o auxílio do psicólogo que irá realiza o tratamento do dependente químico, destaca-se sua aptidão para tratar o motivo que levou o dependente a recorrer às drogas como uma saída para os problemas.
Na maioria dos casos, um problema pessoal, familiar e, até mesmo, social gera a vontade de buscar as drogas e, por isso, é necessário resolvê-la para que o dependente não tenha recaídas ou crises de abstinência. Outras vezes, quando se acontece a fissura, pode ser que a vontade venha de maneira espontânea, sem nenhum motivo aparente, e a psicologia pode auxiliar no processo de encontrar gatilhos para desencadear a fissura.
É também função do psicólogo na clínica para menores de idade manter o controle mental do menor mesmo após a desintoxicação. Quadros como ansiedade e pensamento acelerado podem surgir, prejudicando a recuperação já que podem ser gatilhos para recaídas.
Portanto, é evidente que o papel do psicólogo para a recuperação de um dependente químico é de suma importância, trazendo grandes benefícios ao paciente e à sociedade.
A clínica para menores de idade sabem que nem todos os dependentes químicos que tentam se recuperar conseguem se livrar de seus vícios sem auxílio do uso de remédios. No exemplo de dependentes que usam drogas depressoras do Sistema Nervoso Central, como o álcool, por exemplo, a falta das substâncias pode gerar fortes crises de abstinência.
Nesses casos, é necessário o auxílio de um psiquiatra para a avaliação da necessidade de remédios e para o acompanhamento do paciente a fim de recuperá-lo da crise, evitando recaídas.
Os terapeutas que atuam na clínica para menores de idade usam a terapia ocupacional que trabalha na recuperação do dependente químico que tem dificuldades em realizar as tarefas cotidianas. Ela tem foco na construção ou na reconstrução do cotidiano, de acordo com as necessidades de cada um.
O terapeuta ocupacional na clínica para menores de idade analisa o paciente como um todo, utilizando tarefas prescritas para alcançar seu objetivo. Essas atividades que farão parte do tratamento são feitas de maneira criteriosa por esse profissional para adequar todas as necessidades, observando sempre as dificuldades do dependente, além de visar sua satisfação dentro de seu tratamento.
Os profissionais da clínica para menores de idade ressaltam a importância da participação dos familiares nesse processo, pois sabemos que o dependente lançado a mercê da sorte, sem o apoio da família terá suas chances de recuperação diminuídas em muito. Por outro lado, quando a família não busca uma melhor compreensão sobre a dependência química e recuperação, sua participação no tratamento fica limitada. O dependente viveu muitas situações de trauma que ainda estão presentes e a confiança em si não existe mais. É preciso primeiro recuperar a confiança do indivíduo para então começar a fazê-lo entender a importância de estar ali.

Codependência
Você já deve ter ouvido falar de alguém que preza muito pelo relacionamento, que ama muito seu parceiro, que faz de tudo para manter o bem da relação, que esquece de si mesmo e passa a viver somente os interesses do cônjuge… Opa! Esquecer de si mesmo? Viver somente em função do parceiro? Isso começou a ficar meio estranho, não é verdade? Ficou sim… Isso não é amor, é Codependência Emocional!
A Codependência é caracterizada por pessoas que vivem para satisfazer os desejos do outro na relação, trata-se de uma síndrome emocional em que a pessoa não consegue se desvincular de seu parceiro, não consegue imaginar sua vida sem ele e nutre um grande medo de perder, por isso, todas as suas atitudes passam a ser preventivas para que o relacionamento não tenha problemas e venha a se romper. Sentimentos intensos, como amor, raiva, medo e insegurança podem ajudar a definir bem este quadro.

Quem é o Codependente?
O codependente é uma pessoa que vive para satisfazer os desejos de seu parceiro, apresentando um exagero de cuidado com o outro, enquanto negligencia as suas próprias vontades. Acaba se tornando um espelho que reflete somente necessidades externas, podendo abandonar emprego, amigos e tudo que for necessário para manter o relacionamento longe de ameaças, muitas vezes seu humor chega a mudar, quando o humor do parceiro muda. A pessoa entra em um estado de fusão quase total e quando se vê obrigado a olhar para si mesmo encontra imensa dificuldade já que não teve o hábito de prestar atenção em si mesmo durante a vida. Marcado por uma autoestima frágil e insegurança extrema, o codependente quer se sentir indispensável e acaba assumindo uma postura mais passiva e submissa, pois não dispõe de estrutura emocional para entrar em conflito com o parceiro.
Por outro lado, apesar de sua fragilidade emocional, por vezes se revela uma espécie de “sendo de superioridade elevado” quando imaginam que através de seu cuidado irão mudar o funcionamento do outro para melhor. “Eu vou ajudar” “Comigo ele vai sair das drogas”, etc.
Porque a Codependência acontece?
Na Codependência Emocional a pessoa desloca toda sua energia para o outro como forma de garantir que será amado e de que terá seu espaço intocável na vida do parceiro. O codependente não acredita em si mesmo, muitas vezes se vê de forma inferior e o excesso ou controle são tentativas desesperadas de se tornar interessante e manter o desejo do outro de ficar na relação.

Sintomas de Codependência Emocional
• O foco está sempre no Outro: Onde o outro está, com quem está, o que está fazendo, o que vai pensar disso, etc
• Vínculo distorcido: O que parece ser amor se transforma em uma relação de controle, poder e desejo incontrolável de agradar
• No fundo acredita que pode mudar o outro e é motivado por este desejo;
• Se sente confortável ao controlar e dominar o outro;
• Tem medo extremo do fim do relacionamento
• É controlador. Exige muito de si mesmo e do relacionamento;
• Tem baixa autoestima
• Tem dificuldade de compreender o outro

Como saber se sou Codependente?
A preocupação com as pessoas é um comportamento que deve ser estimulado, pois vivemos em sociedade e não podemos desprezar os sentimentos alheios, mas como saber se você está passando do ponto e assume um perfil de Codependência Emocional?
Para isso precisamos avaliar os seguintes aspectos:
1. Quantos destes sintomas você apresenta?
2. Há quanto tempo?
3. Em que intensidade?
4. Como isso te afeta e afeta suas relações?

Tratamento Codependência Emocional
A Codependência Emocional traz um nível de sofrimento alto e gera inúmeros prejuízos para a vida dos pacientes, recebo muitas pessoas que já tentaram de todo jeito lidar melhor com a situação e com seus próprios sentimentos, sem aparente progresso. É natural, porque se trata de um funcionamento muito enraizado, mas é possível mudar isso!
Após reconhecer o problema é preciso iniciar tratamento, que é realizado através de Psicoterapia. A terapia para Codependência Emocional traz resultados excelentes e dentre outras coisas, irá ajudar o paciente a:
• Conseguir autonomia
• Aumentar a autoestima
• Gerenciar melhor os sentimentos
• Aprender a diminuir o controle
• Melhorar a autoimagem
• Diminuir comportamentos auto depreciativos
• Aprender a lidar com a culpa
Viver junto é maravilhoso, mas devemos encontrar ao longo da vida “companheiros de viagem” e não “tábuas de salvação”. Aprender a reconhecer seu valor pessoal o(a) fará se sentir mais seguro e pronto para experimentar uma relação mais saudável com seu companheiro(a) e principalmente consigo mesmo(a).
Psicóloga Fabíola Luciano – CRP 104468
Especialista pela Universidade de São Paulo – USP
www.psicologafabiola.com.br

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