Tratamento para Dependentes Químicos

Clínica para recuperação de menores em Osasco

Clínica para recuperação de menores em Osasco

Clínica de recuperação para menores em Osasco – Sabendo que seu familiar faça uso de drogas procure saber qual é a melhor escolha para tratamento, o fato é que alguém em compulsão pode não conseguir parar estando em local onde consiga fazer uso de drogas, assim a clínica de recuperação de menores em Osasco acolhe os menores.

Em local seguro e protegido o menor na clínica de recuperação de menores em Osasco acolhe os menores será recebido e tratado por profissionais especializados na recuperação e reabilitação, sendo um lugar onde o menor poderá parar imediatamente podendo dar tranquilidade para que ele e para a família que muitas vezes já vem acompanhando o uso por muito tempo esperando que ele parar por si só.

Esperar que um menor pare sem ajuda pode ser um grande risco, pois além de poder ocasionar a dependência química e psicológica o consumo de drogas costuma ser progressivo. Percebemos que diversas famílias das pacientes acolhidas pela clínica de recuperação de menores em Osasco esperaram muito tempo para procurar ajuda.

A clínica de recuperação de menores em Osasco é formada por profissionais que se ocupam e se se empenham na reabilitação de menores que estejam passando por dificuldades com drogas, psicólogo, psiquiatra, nutricionista, terapeuta ocupacional, enfermeiro, monitores equipe administrativa.

A união dos profissionais das áreas importantes para a realização eficaz de um tratamento as drogas são unidas em único local onde possibilita a conversação sobre as necessidades dos menores acolhidos na clínica de recuperação de menores em Osasco.

Apesar de muito motivos levarem ao uso de drogas, como por exemplo, a curiosidade e a aceitação por grupos e pessoas, o uso constante e abusivo se dá por fatores emocionais que o menor não queira vir de encontro. Traumas, violência familiar, dificuldades de relacionamento, timidez.

Doenças psíquicas, mesmo que pequena pode também levar ao uso de drogas por menores, é comum recebermos menores na clínica de recuperação de menores em Osasco com indícios de depressão, forte motivo para o uso de drogas.

Assim a clínica de recuperação de menores em Osasco realiza terapias com os menores no intuito de conscientizarem das questões pessoais e enfrentá-las para que o uso de drogas não seja mais requerido.

Psiquiatra diagnostica as doenças e tratadas se necessário pela clínica de recuperação de menores em Osasco, assim como alimentação adequada pelo nutricionista, auxiliado de enfermeiro e terapeutas.

A clínica de recuperação de menores em Osasco informa que é regularizada pela Anvisa, corpo de bombeiros e possui alvará de funcionamento.

Codependência

A codependência é uma doença silenciosa que mexe com o íntimo de alguém. O codependente se envolve tanto com a vida do dependente que não percebe sua auto anulação. O presente artigo traz a definição de codependência, sua origem, suas causas e consequências, além de mostrar o que o Estado e a sociedade civil podem fazer para amenizar esse sofrimento.

Introdução

As pessoas que sofrem com a dependência química sofrem com as consequências e com os problemas decorrentes do comportamento.

A dependência química é considerada uma doença de múltiplas causas, progressiva, familiar, crônica, incurável, porém tratável. Existem políticas públicas para melhorar ou minimizar a situação de alguém. Crianças e adolescentes por serem pessoas em desenvolvimento merecem atenção especial através das políticas públicas sociais. Essas políticas têm como alvo principal o dependente químico. Contudo as famílias desses dependentes adoecem junto com eles e, também, precisam de ajuda.

É nesse aspecto que há uma falha na elaboração de políticas sociais. O tratamento deve ser sistêmico, pois se a família falhar o usuário falhará também. Por essa ausência de apoio às famílias é que muitas delas se tornam codependentes dos dependentes químicos.
Origem

O termo Codependência teve origem nos estudos com a dependência química e foi atribuído aos familiares.

Partindo do princípio de que os familiares de dependentes químicos também apresentariam uma dependência.

Não das drogas, mas dependência emocional ou uma preocupação constante e fixa no dependente.

Posteriormente, tornou-se claro que não é necessário conviver com um dependente químico para sofrer de dependência emocional.

De início, a descrição deste quadro incluía apenas familiares de pacientes alcoólicos, mas com o tempo o seu significado foi ampliado e atualmente o termo codependência também inclui a conduta de familiares e/ou pessoas significativas que têm um problema de comportamento no relacionamento de intimidade.

Conceito

O que é Codependência, Dependência Emocional ou Dependência Afetiva ?

É a inabilidade de manter e nutrir relacionamentos saudáveis com os outros e consigo mesmo, resultando em relacionamentos difíceis, desgastados ou destrutivos.

Ela é uma doença que deteriora a alma. Afeta a vida pessoal, familiar, social, os negócios, a carreira, a saúde e o crescimento espiritual. Os codependentes parecem fortes, mas se sentem indefesos. Parecem controladores, mas na realidade são controlados pelos vícios e comportamentos de outras pessoas.

Eles não percebem que cuidando excessivamente do outro, ocorre um processo de autoanulação – seus objetivos e necessidades acabam sendo esquecidos por ele mesmo.
Autoanulação, necessidade estrema de controlar e salvar o dependente químico, dependência patológica de cuidar, angústia, ansiedade, pena, culpa, baixa estima, depressão, fobia e compulsão são exemplos de sintomas que os codependentes enfrentam.

Os codependentes são, na maior parte dos casos, pais ou cônjuges.

Que vivem em função da pessoa dependente, assumindo e responsabilizando-se por todos os comportamentos desta e preocupando-se excessivamente por seu bem estar.

À medida que a pessoa codependente abandona suas necessidades e objetivos ao longo da vida, ela entra num processo de abandono de si mesma e de autodestruição.

Isso tudo pode desencadear alguns danos para a saúde da pessoa, seja no aspecto físico através de doenças psicossomáticas ou no campo psicológico – normalmente os codependentes apresentam quadros depressivos ou ansiosos acentuados.

A assistência à saúde é um direito constitucional previsto no artigo 196 da Constituição Federal de 1988.

“Art. 196. A saúde é direito de todos e dever do Estado, garantido mediante políticas sociais e econômicas que visem à redução do risco de doença e de outros agravos e ao acesso universal e igualitário às ações e serviços para sua promoção, proteção e recuperação”.

As pessoas que sofrem com a dependência química sofrem com as consequências e com os problemas decorrentes do comportamento.

A dependência química é considerada uma doença de múltiplas causas, progressiva, familiar, crônica, incurável, porém tratável. Existem políticas públicas para melhorar ou minimizar a situação de alguém. Crianças e adolescentes por serem pessoas em desenvolvimento merecem atenção especial através das políticas públicas sociais. Essas políticas têm como alvo principal o dependente químico. Contudo as famílias desses dependentes adoecem junto com eles e, também, precisam de ajuda. É nesse aspecto que há uma falha na elaboração de políticas sociais. As políticas sociais são voltadas para os dependentes químicos.
A Lei nº 8.742, de 7 de dezembro de 1993, que dispõe sobre a organização da Assistência Social prevê em seu artigo primeiro o dever do Estado em prestar assistência a população através de ações integradas com os diversos setores da sociedade.
“Art. 1º A assistência social, direito do cidadão e dever do Estado, é Política de Seguridade Social não contributiva, que provê os mínimos sociais, realizada através de um conjunto integrado de ações de iniciativa pública e da sociedade, para garantir o atendimento às necessidades básicas.”
As fases da codependência
Pesquisam mostram os estágios que uma família enfrenta quando se depara com um familiar envolvido com droga.
Negação
Muitas vezes a família nega que o parente é um dependente químico. Na cabeça dela só os filhos dos outros têm problemas.
Desespero Mais importante, além disso, port.anto
Pensamentos como “o que foi que eu fiz de errado?”, “ será que briguei de mais na infância?”, “por que está acontecendo comigo?”, “ eu deveria ter dado mais atenção”.
Mostram que a família sente-se culpada e tenta procurar respostas que ,na maioria das vezes, só o dependente sabe responder.
A tendência nessa fase é a agressividade e muitas cobranças.
Controle
No subconsciente da família, ela acredita que pode controlar o dependente químico.
Atitudes como controlar as ligações telefônicas, as saídas, verificar mochilas e gavetas e, em casos mais extremos, acorrentar o parente dentro de casa com medo de que ele saia à procura de mais drogas ou com medo dele não voltar mais são exemplos de controles feitos nessa fase.
Exaustão Emocional Mais importante, porque, portanto, além disso.
É quando conseguimos encarar o adicto como doente.
E a dependência como uma doença e paremos de vê-los como um delinquente como também a nossa sociedade o vê.
Nessa fase começa-se a busca pelo tratamento. O tratamento deve ser sistêmico, pois se a família falhar o usuário falhará também.
Causas e consequências
As causas da codependência são as mais variadas vai desde a preocupação até o, medo de perdê-lo para as drogas.
Sua progressão pode desencadear depressão com pensamentos suicidas, desordens alimentares, abuso de substâncias químicas, violência familiar, relações sexuais extra-conjugais ou promíscuas, emoções ou explosões intensas, hipervigilância, ansiedade, confiança ou negação excessiva e doenças clínicas crônicas.
CoDependência: como saber se você é um co-dependente e o que fazer
O dependente químico afeta diretamente nove pessoas do seu convívio social, Pai, Mãe, filhos(as), namorado(a), marido, esposa, parentes e amigos(as) através do seu comportamento obsessivo e compulsivo.
Para muitos a co-dependência é a doença da perda da alma, pelo distanciamento de nossa identidade e de nossa vida cotidiana, somado à completa identificação da “não vida” do dependente químico. Agrava-se quando a família é disfuncional, quando ocorre a transferência da frustração das necessidades emocionais e materiais para filhos(as). Esta forte ligação emocional com uma pessoa com dependência química com comportamento destrutivo e problemático, passando a viver não mais a sua vida, mas a do outro, é a co-dependência.
Uma das coisas mais difíceis é a aceitação da situação pelo co-dependente, acreditando que a sua felicidade está intimamente ligada à vida daquele que presta ajuda e, assim, transforma, deste modo, a compreensão, a tolerância e o cuidado em comportamentos abusivos e manipuladores do dependente químico. Algumas características para saber se você é ou não um co-dependente: tendência a extremos (apatia ou agressividade); controle obsessivo da vida do outro(a; sentimento de responsabilidade pelas necessidades, desejos, bem-estar e escolhas da outra pessoa; excesso de culpa e pena quando a outra pessoa não consegue resolver os problemas; sentir-se completamente inútil quando sua ajuda não presta ou não resolve alguma situação do outro; transferência de culpa ou responsabilidade pra outras pessoas; rejeição de observações e críticas acerca do comportamento inadequado do dependente químico e o relacionamento com a pessoa torna-se estressante e frágil ao invés de ser um sentimento amoroso e tranquilo.
O que fazer? Quando tomamos conhecimento da co-dependência resgatamos o primeiro elo de nossa identidade, precisaremos, ainda, reavaliar nossos sentimentos, nossas necessidades, estabelecer limites, sem nunca abandonar a ajuda firme e segura que devemos prestar ao dependente químico, sendo primordial, frequentar grupos de mútuo-ajuda como AL-ANON, NAR-ANON e Amor-Exigente onde podemos e devemos compartilhar nossas histórias e, ainda, caso necessário, buscar ajuda de um especialista ou algum tipo de aconselhamento psicológico.
A sua tomada de atitude sobre o que fazer, após a aceitação da sua co-dependência, passado o período normal da negação de 3 a 5 anos, é fundamental para uma recuperação sadia e pacífica. É um processo doloroso, demorado e não será fácil, mas o principal é que em você se ajudando estará ajudando amorosamente o seu ente querido, adicto e dependente químico.

 

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