Tratamento para Dependentes Químicos

internação involuntária para dependente químico

internação involuntária para dependente químico

As drogas como o agem de maneira tão agressiva no corpo do usuário que não permitem que ele entenda a gravidade de sua situação e o quanto seu comportamento pode ser nocivo para ele mesmo e para os outros. Foi com base nessa idéia que os profissionais que atuam na internação involuntária para dependente químico apresentam uma proposta que prevê a internação compulsória temporária de dependentes químicos seguindo indicação médica após o paciente passar por avaliação com profissionais que atuam na internação involuntária para dependente químico. A internação contra a vontade do paciente está prevista no Código Civil desde 2001, pela Lei da Reforma Psiquiátrica 10.216, mas a novidade agora é que o procedimento seja adotado não caso a caso, mas como uma política de saúde pública. Aqueles que se colocam a favor do projeto argumentam que um em cada dois dependentes químicos apresenta algum transtorno mental, sendo o mais comum a depressão.

Visando o bem-estar do paciente e dos seus entes a internação involuntária para dependente químico muitas das vezes se faz necessário, pois o indivíduo já não consegue distinguir a diferença entre o certo e o errado, sabemos que a dependência química geralmente representa um impacto profundo em diversos aspectos da vida do indivíduo e também daqueles que estão ao seu redor. Dada a sua complexidade, é interessante que os programas de tratamento sejam multidisciplinares para atender às diversas necessidades do paciente. Pensando nessa premissa a internação involuntária para dependente químico, traz em seu tratamento uma equipe de profissionais altamente qualificados que atuam na área há mais de dez anos, conseguindo ótimos resultados pois visam sempre o lado humano, sabendo que cada ser tem sua história de vida e de como chegou ao vício das drogas.

Os defensores da internação involuntária para dependente químico afirmam que o consumo de drogas aumentou no país inteiro e são poucos os resultados das ações de prevenção ao uso. A proposta tem o apoio do ministro da Saúde Alexandre Padilha, que acredita que profissionais da saúde poderão avaliar adultos e crianças dependentes química sendo assim na maioria das vezes necessário a internação involuntária para dependentes químicos para que tenha tratamento adequado, mesmo contra a vontade dessas pessoas.

Para os psiquiatras que atuam na internação involuntária para dependente químico de forma geral, a internação involuntária é um procedimento médico realizada no mundo todo há muitos anos, que obedece a critérios super objetivos. A visão médica e de outros profissionais que atuam na internação involuntária para dependente químico não vão deixar esse paciente se matar. Os profissionais da internação involuntária para dependente químico não acham que é um direito do ser humano se matar, pois entende que esse paciente está doente e tem de ser internado. Depois daquele momento de fissura e excesso, quando estiver recuperado, o paciente vai dizer: ‘Obrigado.

Nos casos mais graves, a internação é a alternativa mais segura. O ideal seria que ninguém precisasse disso, mas a dependência química é uma doença que faz com que a pessoa perca o controle.

 No documento “Principles of Drug Dependence Treatment”, de 2008, a OMS considera que o tratamento de dependência de drogas, como qualquer procedimento médico, não deve ser forçado. Admite, porém, que “em situações de crise de alto risco para a pessoa ou outros, o tratamento compulsório deve ser determinado.

Para esclarecer as duvidas dos entes que precisam de auxilio para internação involuntária para dependente químico nos últimos tempos tem ocorrido uma série de notícias e muitas dúvidas a respeito da internação involuntária para dependente químico que é aquela em que o paciente é internado contra a sua vontade para tratamento da dependência química.

Primeiro, vamos entender a diferença entre internação involuntária e internação compulsória:

Internação involuntária

Este tipo de internação ocorre sem o consentimento do paciente a pedido de terceiros. Pode ser solicitada por seus familiares, que é o mais comum, e também por terceiros. Este pedido somente poderá ser feito por escrito e aceito pelo médico psiquiatra.

Para evitar que a internação seja feita como desculpa para cárcere privado, a lei exige que os responsáveis técnicos do estabelecimento em que o paciente será internado informem ao Ministério Público do estado em que está estabelecido sobre a internação e o seu motivo.

Internação Compulsória

Para este tipo de internação não é necessária a intervenção de familiares. A internação compulsória é determinada por um juiz competente, após um pedido formal de um médico que atesta que o paciente não possui domínio sobre sua condição física e psicológica.

O juíz levará em consideração o laudo do médico especialista, as condições de segurança do estabelecimento e do paciente em questão, além dos demais internados e funcionários.

Portanto, já sabemos que a internação involuntária é um procedimento legal.

Mas, além das condições acima citadas, a família precisa ficar atenta aos procedimentos que devem ser seguidos pela instituição e exigir os documentos e registros que autorizam esta forma de internação. Os documentos são:

  • Alvará de Funcionamento emitido pela prefeitura
  • Autorização da Vigilância Sanitária; Inspeção do Corpo de Bombeiros;
  • Cadastro Nacional de Estabelecimentos de Saúde (CNES)
  • Autorização do Conselho Regional de Medicina do Estado.

A internação involuntária pode ser considerada a partir do momento que o dependente químico ou de álcool já não tem mais autonomia sobre si e sua capacidade psíquica esteja altamente afetada por decorrência do abuso das substâncias utilizadas. O dependente não consegue mais perceber os danos que as drogas ou o álcool estão causando na sua vida e de sua família, podendo chegar a conseqüências graves. Eles perdem completamente a noção da realidade.

Para se ter um bom resultado e transparência em seus procedimentos a internação involuntária para dependentes químicos, segue todos os requisitos exigidos pela lei e trabalha com transparência para que os familiares fiquem seguro ao procurar o tratamento para seu ente que está no mundo das drogas.  No momento da escolha da clínica para internação, os responsáveis devem analisar suas condições e estrutura, pois é preciso encontrar uma clinica que acolha o paciente preocupando-se com seu bem-estar e segurança, e que sejam aplicadas as técnicas adequadas e eficazes oferecendo, alternativas para uma nova reeducação e amadurecimento, devolvendo-lhe a vida sem drogas e/ou álcool.

codependência

Codependência, Dependência Emocional ou Dependência Afetiva, é a inabilidade de manter e nutrir relacionamentos saudáveis com os outros e consigo mesmo, resultando em Relacionamentos Difíceis, Desgastados ou Destrutivos. Aqui você saberá quais são os principais sintomas, se você vive este problema e como tratar este transtorno que pode ser grave e gerar sérios prejuízos à saúde e a todas as áreas da vida.

Alguns Sintomas:

Cuidados excessivos com o outro – preocupação constante, necessidade compulsiva de ajudar o outro, antecipando as necessidades dele, assumindo responsabilidades por ele e deixando o próprio cuidado de lado;
Baixa autoestima – culpa-se por tudo, autoexigência e autocrítica exagerada, sente-se envergonhado e inferior aos outros, contenta-se com muito pouco, com “migalhas de amor”;
Repressão das emoções – reprime seus sentimentos e vontades, de tal modo que, com o tempo, perde o contato;
Controle compulsivo – necessidade de ter sempre o controle de si mesmo, das situações, do relacionamento, do outro, tentando mudá-lo;
Ciúme doentio – enorme insegurança, pensamentos constantes de ruminação pelo medo de ser traído ou de ser abandonado, comportamentos e discussões na tentativa de controlar os comportamentos do outro;
Negação – mente para si mesmo, finge que os problemas não existem ou não são graves, não enxerga e enfrenta os problemas que estão acontecendo na relação, pensa que um dia tudo vai melhorar “do nada”;
Vive oscilando entre o céu e o inferno – oscila entre gostar e sentir-se magoado e com raiva do outro, ou seja, ora se sente bem na relação e ora se torna vítima e age como o algoz, cobrando posturas de forma pesada e agredindo o outro;
Acredita que depende do outro – procura desesperadamente amor e proteção fora de si mesmo, não consegue ficar só, sente-se ameaçado pela perda do outro, sente que necessita do outro pra ser feliz;
Comunicação disfuncional – não expressa abertamente seus sentimentos e pensamentos, a comunicação não é honesta e franca; não consegue ter bons diálogos e discutir objetivamente os problemas; iniciativas de diálogo se tornam discussões áridas.
Dificuldades sexuais – usa o sexo para conquistar, segurar e ganhar a aprovação do outro; tenta manipular e controlar o outro através do sexo; fazem sexo quando não querem; com pouco ou nenhum prazer, etc.
Envolvimento com pessoas complicadas – escolhe parceiros indisponíveis, indecisos, de classe socioeconômica inferior, agressivos, distantes, que sugam e pouco doam, irresponsáveis, mal-caráter, que também apresentam transtornos psicológicos como dependências (de álcool, de outras drogas, de jogos, etc.). Por isto, tem decepção amorosa, sofre muito por amor, experimentando uma vida amorosa insatisfatória.
Estes sintomas e outros contribuem para Padrões de Relacionamentos Destrutivos.

Origem

O termo Codependência teve origem nos estudos com a Dependência química e foi atribuído aos familiares, partindo do princípio de que os familiares de dependentes químicos também apresentariam uma dependência, não das drogas, mas Dependência Emocional ou uma preocupação constante e fixa no dependente. Posteriormente, tornou-se claro que não é necessário conviver com um dependente químico para sofrer de Dependência emocional.

Causas da Codependência

A maior parte dos codependentes vem de famílias disfuncionais, conflitivas, que demonstraram significativa fragilidade emocional e, por isto, contribuíram para o desenvolvimento e instalação da dependência emocional entre seus membros. Em geral, o codependente viveu pouco amor, amparo, aceitação, segurança, coerência e harmonia familiar. Em muitos casos, houve rigidez de regras e críticas excessivas, abusos, violência psicológica e até física. Portanto, de modo geral, a pessoa desenvolve a Codependência a partir da infância.

Pesquisas

Os resultados de uma pesquisa recente realizada no Brasil, pela Unifesp mostram que, em média, 9 pessoas são afetadas pelo impacto de um dependente químico e estima-se que pelo menos 28 milhões de pessoas vivam hoje no Brasil com um dependente químico. A pesquisa aponta também que, além da resistência do dependente químico em aceitar o tratamento (52% dos casos), o comportamento/atitude da família (11%) é a segunda maior dificuldade encontrada no tratamento. Convivendo com sentimentos opressores como tristeza (28%), impotência (26%), dor, angústia, raiva, desespero, culpa, pena, decepção, solidão e medo. Este impacto corresponde aos vividos por familiares de doentes terminais.

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