Tratamento para Dependentes Químicos

internação involuntária para dependentes químicos e alcoólatras

internação involuntária para dependentes químicos e alcoólatras

Os profissionais da internação involuntária para dependentes químicos e alcoólatras enfatiza que o objetivo é não esperar até que o comportamento da pessoa perca o controle a ponto de que os relacionamentos e situações não possam ser reparados. O ideal seria a pessoa procurar ajuda para combater seu vício antes que ocorram conseqüências como perda de emprego, abuso e negligência dos entes queridos e problemas financeiros.

Os profissionais que atuam na internação involuntária para dependentes químicos e alcoólatras explica os sinais e sintomas da dependência química.  Uma mudança radical na personalidade pode ser indício de que um indivíduo está abusando do uso de drogas. As mudanças de personalidade são um sinal comum de todos os tipos de dependência química, incluindo o alcoolismo, dependência de medicamentos e substâncias derivadas do ópio.

  • Sinais de dependência por substâncias derivadas do ópio: marcas de agulha podem ser evidentes nos braços de alguém que está abusando dessas substâncias. No entanto, muitos viciados conseguem esconder tais marcas injetando as drogas em áreas mais discretas, como entre os dedos do pé. Uma pessoa viciada em ópio também pode parecer ter uma sede ou suar mais do que o comum e apresentar pequenos pontinhos em suas pupilas.
  • Sinais de alcoolismo: odor freqüente de álcool, comportamento irritável, fala arrastada, olhos extraordinariamente brilhantes e dificuldade em expressar pensamentos e idéias de uma maneira lógica. Os dependentes de álcool muitas vezes tentam esconder a evidência física do vício, como garrafas vazias e latas.
  • Sinais de dependência por medicamentos: os indivíduos que sofrem dessa doença podem apresentar sinais de intoxicação, comportamento atrapalhado, fala arrastada e olhos caídos.

Nós podemos não controlar um dependente de drogas ou álcool, mas podemos controlar o nosso próprio comportamento, inclusive como podemos nos relacionar com um dependente que está sofrendo. A melhor coisa que você pode fazer, se quiser ajudar alguém na sua vida que está com essa problema, é procurar uma  internação involuntária para dependentes químicos e alcoólatras, pois lá encontrara profissionais qualificados com larga experiência na área que ajuda o dependente a se livrar da situação ao qual se encontra .

O profissional da internação involuntária para dependentes químicos e alcoólatras explica sobre a recaída a frustração é geral. A família sente que meses, algumas vezes anos, de esforço conjunto foram perdidos. O dependente imagina que é o fim da linha e que nunca terá forças para livrar-se da dependência. “A recaída destrói ao menos três castelos”, o da família, do paciente e até mesmo do terapeuta que também sente o peso dessa frustração…

Para entendermos o processo de recaída é necessário entendermos um pouco sobre o relacionamento do indivíduo com o objeto de compulsão (dependência). Quando se fala do processo de recuperação, o que é focado na maioria das vezes é a mera abstinência física e não todo o contexto que a dependência. Acabando assim, com a não compreender o relacionamento que envolve o usuário e sua droga de escolha.

A compulsão atesta a dificuldade do indivíduo para enfrentamentos de situações de crise. Por esse motivo se faz necessário a internação involuntária para dependentes químicos e alcoólatras, pois o dependente vê, como uma forma de anestesiar a dor da realidade. (Ela é acionada por lembranças de episódios abusivos desnutrição emocional acerca da disfuncionalidade familiar). Através do uso há a sensação de preenchimento do vazio existencial.

Os profissionais que atuam na internação involuntária para dependentes químicos e alcoólatras usam através da metodologia de humanização e conscientização no tratamento involuntário, conseguindo altos índices de aceitação em períodos bem mais curtos, a experiência tem ensinado aos profissionais que quanto mais é mostrado a capacidade deste individuo reagir, mais alto o índice de aceitação na recuperação.

Hoje sabemos através de experiências que o tratamento involuntário é de grande eficácia para pessoas que enfrentam problemas com álcool e drogas. Tratar a dependência química como foi no passado, quando o número de pacientes voluntários era a maioria, é um grande erro nos dias atuais.

A família fica muitas vezes presa em conceitos de que se o paciente não quiser o tratamento, este não funcionará, porem as estatísticas nos mostram o contrário.

Nos dias de hoje a maioria dos pacientes chega de maneira involuntária, e poucos de maneira voluntaria, entretanto, consegue-se perceber que a desistência desses pacientes voluntários é mais freqüente. Geralmente esses pacientes têm como base de pensamento de que se tomou a decisão de adotar um tratamento, ele conseguirá por si só fazer o tratamento fora da instituição. Infelizmente muitos não chegam a concluir nem os primeiros trinta dias do tratamento (Período primordial para desintoxicação).

Por o dependente não conseguir fazer uma associação das drogas a necessidade da internação involuntária para dependentes químicos e alcoólatras, se faz necessário.  Usando  através da metodologia de humanização e conscientização na internação involuntária para dependentes químicos e alcoólatras  conseguindo altos índices de aceitação em períodos bem mais curtos, a experiência tem ensinado aos profissionais que quanto mais é mostrado a capacidade deste individuo reagir, mais alto o índice de aceitação na recuperação.Hoje sabemos através de experiências que o tratamento involuntário é de grande eficácia para pessoas que enfrentam problemas com álcool e drogas. A família fica muitas vezes presa em conceitos de que se o paciente não quiser o tratamento, este não funcionará, porem as estatísticas nos mostram o contrário.

Nos dias de hoje a maioria dos pacientes chega de maneira involuntária, e poucos de maneira voluntaria, entretanto, consegue-se perceber que a desistência desses pacientes voluntários é mais freqüente. Geralmente esses pacientes têm como base de pensamento de que se tomou a decisão de adotar um tratamento, ele conseguirá por si só fazer o tratamento fora da instituição. Infelizmente muitos não chegam a concluir nem os primeiros trinta dias do tratamento (Período primordial para desintoxicação).

Os profissionais que atuam na internação involuntária para dependentes químicos e alcoólatras enfatizam que o dependente não consegue fazer uma associação das drogas à fatores externos, acham que é apenas uma questão de dizer não. Porem nós profissionais conseguimos ver com clareza que este paciente esta em crise de abstinência. Já com o paciente Involuntário a situação se torna diferente, ele tem certa resistência no início do tratamento pela própria necessidade orgânica da droga (crise de abstinência), mas passando esse período de abstinência física a sua resposta e aderência ao tratamento acaba acontecendo.

Acreditar que o dependente de hoje é um paciente auto internante (voluntário), é um grande erro explica os competentes profissionais da internação involuntária para dependentes químicos e alcoólatras tanto da família quanto dos programas assistenciais, que possibilitam a internação somente de pacientes voluntários. Devemos nos lembrar que a droga não é apenas questão de vontade do indivíduo, e sim uma necessidade física, mental e emocional.

Todos nós sabemos as conseqüências e os problemas decorrentes do comportamento dos que apresentam algum quadro de dependência, seja ela química (álcool ou drogas), seja o jogo patológico, a compulsão sexual ou até mesmo a dependência afetiva ou financeira do outro.

Curioso é observar a dedicação e a insistência que alguns familiares, especialmente pais ou cônjuges, investem nas pessoas com problemas de dependência ou algum outro transtorno de personalidade ou de conduta. Há casos em que a pessoa suporta qualquer tipo de comportamento – e suas conseqüências, sem perceber que está abrindo mão de sua própria vida e de seus objetivos, e que seu comportamento acaba por perseverar a problemática do outro. Aliás, algumas das pessoas só se sentem úteis ao viver em função do dependente; assim é interessante para elas que o outro permaneça doente, mesmo que essa motivação seja, na maioria das vezes, inconsciente. Esses comportamentos fazem parte de um quadro patológico chamado codependência.

O que é codependência?
A codependência é um transtorno emocional definido entre as décadas de 70 e 80, primeiramente relacionado aos familiares de dependentes químicos. Atualmente a codependência é estendida a qualquer quadro de dependência ou transtornos graves de personalidade e de conduta. A característica principal consiste na “atadura emocional”, ou seja, a pessoa se atrelada à patologia do outro, tendo uma extrema dificuldade em colocar limites para o comportamento problemático do dependente. Por exemplo, a esposa que tolera, incansavelmente, todas as conseqüências decorrentes do alcoolismo do marido, como perda do emprego, agressividade, irresponsabilidades, etc., ou a pessoa que suporta qualquer tipo de abuso do cônjuge por medo das chantagens emocionais feitas por ele, como por exemplo, a separação.

Os codependentes são, na maior parte dos casos, pais ou cônjuges que vivem em função da pessoa dependente, assumindo e responsabilizando-se por todos os comportamentos problema desta e preocupando-se excessivamente por seu bem estar. O codependente não percebe que cuidando excessivamente do outro, ocorre um processo de auto-anulação – seus objetivos e necessidades acabam sendo esquecidos por ele mesmo. Resumindo, o sujeito depende da dependência do outro.

Quais são os sintomas?
Invariavelmente, os codependentes possuem baixa auto-estima, e sentem-se úteis e valorizados somente quando cuidam, resolvem e toleram os problemas do outro. Tudo isso porque temem perder o amor do outro, e porque necessitam da aprovação alheia, desejando serem vistos como mártires. Acredita-se com isso, que há um ganho secundário, embora exista um sofrimento muito grande ao tolerar certos tipos de abuso. Os codependentes se mostram muito solícitos, sempre prontos a socorrer o outro, não importando as circunstâncias. Apresentam dificuldade em nutrir relações saudáveis e que valorizem a autonomia e o espaço de cada um. A necessidade obsessiva em controlar e cuidar do comportamento do outro faz com que utilizem de conselhos, preocupações e gentilezas exageradas. Isso tudo acontece de forma compulsiva, as vezes sem perceber porque estão agindo dessa forma. Ainda existe um sentimento de incapacidade, pois acreditam que sua ajuda nunca é suficiente para solucionar a dificuldade do outro, e de vergonha extrema, como se o comportamento problemático do dependente fosse seu.

É importante diferenciar os comportamentos saudáveis de amor e cuidado existente nas relações afetivas. Na verdade, a codependência é um padrão de relacionamento egoísta, onde existe o medo de perder o controle sobre o outro e que resulta em prejuízos para saúde física e emocional.

Quais são as conseqüências da codependência para a vida da pessoa?
À medida que a pessoa codependente abandona suas necessidades e objetivos ao longo da vida, ela entra num processo de abandono de si mesma e de auto-destruição. Como esse padrão ocorre a longo prazo, normalmente durante vários anos, resulta em muitas perdas – perda do tempo que deveria ter sido investido em si mesmo, em seu lazer, em projetos pessoais, perda de relações que poderiam ter sido saudáveis, perda esperança em resolver o problema do outro. Isso tudo pode desencadear alguns danos para a saúde da pessoa, seja no aspecto físico através de doenças psicossomáticas ou no campo psicológico – normalmente os codependentes apresentam quadros depressivos ou ansiosos acentuados.

Existe tratamento? Como ele é feito?
O tratamento da codependência tem como objetivo principal fazer com que o indivíduo resgate sua auto-estima e adote um padrão de relacionamento e comportamento mais saudável, principalmente no tocante à assertividade, à percepção das necessidades individuais de cada pessoa, e à necessidade obsessiva de controlar o outro. A psicoterapia individual é primordial, além de também ser muito importante a participação em grupos de auto-ajuda, como o Codependentes Anônimos.O lema desse grupo é “só por hoje serei a pessoa mais importante da minha vida”.  Como em muitos casos o codependente apresenta transtornos como depressão e/ou ansiedade, é necessário uma consulta com o médico psiquiatra para que este avalie a necessidade do uso de medicação antidepressiva e/ou ansiolítica.

No entanto, embora exista todo o empenho e conhecimento cientifico dos profissionais de saúde mental sobre a codependência, o tratamento só terá eficácia após o paciente conscientizar-se e aceitar que possui um problema.

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