Tratamento para Dependentes Químicos

Tratamento involuntário para dependentes químicos menores

Tratamento involuntário para dependentes químicos menores

No caso de dúvidas de como agir ou sobre a necessidade de internação é bom conversar com profissionais que ajudem a esclarecer ou orientem um tratamento adequado ou entre em contato com o tratamento involuntário para dependentes químicos menores que ajudaremos no que for preciso.

O fato é que se não houver a parada isso poderá levar a dependência química, a internação visa à proteção dos menores e possa iniciar o tratamento involuntário para dependentes químicos menores imediatamente.

Sabemos que motivos ao uso de drogas podem ser vários, mas fatores emocionais desconfortáveis possuem grande influência no uso de drogas abusiva, sendo usada para inibir os problemas que cada um carrega, o tratamento involuntário para dependentes químicos menores foca nesse assunto.

Terapias com psicólogo no tratamento involuntário para dependentes químicos menores ocorrem regularmente assim como as possíveis doenças psíquicas serão tratados pelo psiquiatra acaso haja necessidade.

A família deve apoiar sempre o a familiar menor e intervir para que ocorra a parada com as drogas, superproteção ou excesso de críticas não é orientado e sim um afeto onde o menor possa se apoiar e optar pelo convívio ao invés do uso de drogas.

O tratamento involuntário para dependentes químicos menores é realizado sob vistoria e regulamentação da Anvisa (vigilância sanitária), corpo de bombeiros e possui alvará de funcionamento.

O tratamento involuntário para dependentes químicos menores é realizado por psicólogo, psiquiatra, enfermeiro, nutricionista, terapeuta ocupacional, monitores e pessoal administrativo.

Unidos em um local possibilita o diálogo entre os profissionais sobre o tratamento involuntário para dependentes químicos menores, onde as áreas importantes para um ideal tratamento ocorra.

Em local seguro, tranquilo e protegido o tratamento involuntário para dependentes químicos menores acolhe os menores que precisam sair do local onde possam fazer uso de drogas, sendo eles dependentes químicos ou não.

 

Codependência

Introdução

As pessoas que sofrem com a dependência química (álcool e drogas) sofrem com as consequências e com os problemas decorrentes do comportamento. A dependência química é considerada uma doença de múltiplas causas, progressiva, familiar, crônica, incurável, porém tratável. Existem políticas públicas para melhorar ou minimizar a situação de alguém. Crianças e adolescentes por serem pessoas em desenvolvimento merecem atenção especial através das políticas públicas sociais. Essas políticas têm como alvo principal o dependente químico. Contudo as famílias desses dependentes adoecem junto com eles e, também, precisam de ajuda. É nesse aspecto que há uma falha na elaboração de políticas sociais. O tratamento deve ser sistêmico, pois se a família falhar o usuário falhará também. Por essa ausência de apoio às famílias é que muitas delas se tornam codependentes dos dependentes químicos.

Origem

O termo Codependência teve origem nos estudos com a dependência química e foi atribuído aos familiares, partindo do princípio de que os familiares de dependentes químicos também apresentariam uma dependência, não das drogas, mas dependência emocional ou uma preocupação constante e fixa no dependente. Posteriormente, tornou-se claro que não é necessário conviver com um dependente químico para sofrer de dependência emocional.

De início, a descrição deste quadro incluía apenas familiares de pacientes alcoólicos, mas com o tempo o seu significado foi ampliado e atualmente o termo codependência também inclui a conduta de familiares e/ou pessoas significativas que têm um problema de comportamento no relacionamento de intimidade.

Conceito

Codependência, Dependência Emocional ou Dependência Afetiva é a inabilidade de manter e nutrir relacionamentos saudáveis com os outros e consigo mesmo, resultando em relacionamentos difíceis, desgastados ou destrutivos. Ela é uma doença que deteriora a alma. Afeta a vida pessoal, familiar, social, os negócios, a carreira, a saúde e o crescimento espiritual. Os codependentes parecem fortes, mas se sentem indefesos. Parecem controladores, mas na realidade são controlados pelos vícios e comportamentos de outras pessoas. Eles não percebem que cuidando excessivamente do outro, ocorre um processo de autoanulação – seus objetivos e necessidades acabam sendo esquecidos por ele mesmo. Autoanulação, necessidade estrema de controlar e salvar o dependente químico, dependência patológica de cuidar, angústia, ansiedade, pena, culpa, baixa estima, depressão, fobia e compulsão são exemplos de sintomas que os codependentes enfrentam. Os codependentes são, na maior parte dos casos, pais ou cônjuges que vivem em função da pessoa dependente, assumindo e responsabilizando-se por todos os comportamentos desta e preocupando-se excessivamente por seu bem estar.

À medida que a pessoa codependente abandona suas necessidades e objetivos ao longo da vida, ela entra num processo de abandono de si mesma e de autodestruição. Como esse padrão ocorre a longo prazo, normalmente durante vários anos, resulta em muitas perdas – perda do tempo que deveria ter sido investido em si mesmo, em seu lazer, em projetos pessoais, perda de relações que poderiam ter sido saudáveis, perda esperança em resolver o problema do outro. Isso tudo pode desencadear alguns danos para a saúde da pessoa, seja no aspecto físico através de doenças psicossomáticas ou no campo psicológico – normalmente os codependentes apresentam quadros depressivos ou ansiosos acentuados. 

A vontade política do poder público para enfrentar o problema deve ser externada através das políticas sociais e dos agentes públicos. A assistência à saúde é um direito constitucional previsto no artigo 196 da Constituição Federal de 1988.

“Art. 196. A saúde é direito de todos e dever do Estado, garantido mediante políticas sociais e econômicas que visem à redução do risco de doença e de outros agravos e ao acesso universal e igualitário às ações e serviços para sua promoção, proteção e recuperação”.

As pessoas que sofrem com a dependência química (álcool e drogas) sofrem com as consequências e com os problemas decorrentes do comportamento. A dependência química é considerada uma doença de múltiplas causas, progressiva, familiar, crônica, incurável, porém tratável. Existem políticas públicas para melhorar ou minimizar a situação de alguém. Crianças e adolescentes por serem pessoas em desenvolvimento merecem atenção especial através das políticas públicas sociais. Essas políticas têm como alvo principal o dependente químico. Contudo as famílias desses dependentes adoecem junto com eles e, também, precisam de ajuda. É nesse aspecto que há uma falha na elaboração de políticas sociais. As políticas sociais são voltadas para os dependentes químicos.

Lei nº 8.742, de 7 de dezembro de 1993que dispõe sobre a organização da Assistência Social prevê em seu artigo primeiro o dever do Estado em prestar assistência a população através de ações integradas com os diversos setores da sociedade.

“Art. 1º A assistência social, direito do cidadão e dever do Estado, é Política de Seguridade Social não contributiva, que provê os mínimos sociais, realizada através de um conjunto integrado de ações de iniciativa pública e da sociedade, para garantir o atendimento às necessidades básicas.”

As fases da codependência

Pesquisam mostram os estágios que uma família enfrenta quando se depara com um familiar envolvido com droga.

Negação

Muitas vezes a família nega que o parente é um dependente químico. Na cabeça dela só os filhos dos outros têm problemas.

Desespero

Pensamentos como “o que foi que eu fiz de errado?”, “ será que briguei de mais na infância?”, “por que está acontecendo comigo?”, “ eu deveria ter dado mais atenção” mostram que a família se sente culpada e tenta procurar respostas que ,na maioria das vezes, só o dependente sabe responder. A tendência nessa fase é a agressividade e muitas cobranças.

Controle

No subconsciente da família, ela acredita que pode controlar o dependente químico. Atitudes como controlar as ligações telefônicas, as saídas, verificar mochilas e gavetas e, em casos mais extremos, acorrentar o parente dentro de casa com medo de que ele saia à procura de mais drogas ou com medo dele não voltar mais são exemplos de controles feitos nessa fase.

Exaustão Emocional

É quando conseguimos encarar o adicto como doente e a dependência como uma doença e paremos de vê-los como um delinquente como também a nossa sociedade o vê. Nessa fase começa-se a busca pelo tratamento. O tratamento deve ser sistêmico, pois se a família falhar o usuário falhará também.

Causas e consequências

As causas da codependência são as mais variadas possíveis e vai desde a preocupação com o dependente químico até o, medo de perdê-lo para as drogas.

Sua progressão pode desencadear depressão com pensamentos suicidas, desordens alimentares, abuso de substâncias químicas, violência familiar, relações sexuais extra-conjugais ou promíscuas, emoções ou explosões intensas, hipervigilância, ansiedade, confiança ou negação excessiva e doenças clínicas crônicas.

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