Tratamento para Dependentes Químicos

tratamento para dependentes menores de idade

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Os especialistas que atuam no tratamento para dependentes menores de idade, esclarecem que as drogas acionam o sistema de recompensa do cérebro, uma área encarregada de receber estímulos de prazer e transmitir essa sensação para o corpo todo. Isso vale para todos os tipos de prazer – temperatura agradável, emoção gratificante, alimentação, sexo.

O homem criou essa área de recompensa e é nela que as drogas interferem, por uma espécie de curto circuito, elas provocam uma ilusão química de prazer que induz a pessoa a repetir seu uso compulsivamente. E é nesse processo que os profissionais do tratamento para dependentes menores de idade, alertam para o perigo do vicio com a repetição do consumo, perdem o significado todas as fontes naturais de prazer e só interessa aquele imediato propiciado pela droga, mesmo que isso comprometa e ameace a vida do usuário.

No tratamento para dependentes menores de idade, foi percebido que são vários os motivos que levam à dependência química, mas o final é sempre o mesmo. De alguma maneira, as drogas pervertem o sistema de recompensa. A pessoa passa a dar-lhes preferência quase absoluta, mesmo que isso atrapalhe todo o resto em sua vida. Para quem está de fora fica difícil entender por que o usuário de cocaína ou de crack, com a saúde deteriorada, não abandona a droga. Tal comportamento reflete uma disfunção do cérebro. A atenção do dependente se volta para o prazer imediato propiciado pelo uso da droga, fazendo com que percam significado todas as outras fontes de prazer.

A grande duvida que permeiam os pais e familiares de um menor que esta se envolvendo com drogas é como devo agir os profissionais do tratamento para dependentes menores de idade ressalta que o  primeiro passo para enfrentar a situação é os pais se informarem sobre o que está acontecendo na vida dos filhos e voltarem a exercer controle mais efetivo sobre suas atividades. Em geral, esse problema reflete uma certa crise familiar. Por razões diversas, pais e filhos se distanciaram. Por isso, a estratégia básica é levar ao conhecimento dos pais o que está acontecendo com seus filhos e os riscos que eles correm.

No tratamento para dependentes menores de idade se faz necessário uma abordagem multidisciplinar para que o tratamento seja eficaz. Desintoxicação, psicoterapia, terapia ocupacional e assistência social são apenas partes do tratamento. Para os profissionais que atuam no tratamento para dependentes menores de idade além da articulação há necessidade de grande dedicação por parte de quem aplica o tratamento. O atendimento ao usuário exige habilidade e disponibilidade emocional dos profissionais envolvidos, o que demanda grandes investimentos, inclusive em treinamento.

Para uma avaliação no tratamento para dependentes menores de idade se faz necessário

envolver diversos profissionais da saúde, como médicos clínicos e

psiquiatras, psicólogos, terapeutas ocupacionais, educadores físicos, assistentes sociais e enfermeiros. Quando diagnosticada, a dependência química deve contar com acompanhamento a médio-longo prazo para assegurar o sucesso do tratamento, que varia de acordo com a progressão e gravidade da doença.

Embora o apoio e a ajuda da família sejam muito importantes é parte fundamental do tratamento contra a dependência de drogas o acompanhamento de um psicólogo ou psiquiatra porque estes podem oferecer ferramentas úteis para o indivíduo saber como evitar o contato e o consumo das drogas.

O usuário quando deixa de usar drogas passa por um período de abstinência em que enfrenta ansiedade e diversos distúrbios emocionais e por isso é importante que ele tenha esse tipo de acompanhamento para que possa reconstruir seu ‘eu’ e saiba gerir bem suas emoções, sem precisar de uma nova dose.

Com um trabalho que visa a recuperação do individuo os psicólogos que atuam no tratamento para dependentes menores de idade estimulam a criação de vínculos afetivos, o acolher e escutar com interesse o que os menores têm a expressar, privilegiam o dialogo e evitam a ociosidade.

O trabalho terapêutico no tratamento para dependentes menores de idade a equipe está envolvido em desenvolver a conduta disciplinar da convivência em comunidade, e um fortalecimento da aliança terapêutica através de um entendimento empático do problema do cliente, em combinação com aceitação incondicional. A relação terapêutica e a conceitualização de casos desempenham um importante papel. É através delas que um terapeuta pode entender a dor e o medo por trás da hostilidade e resistência do paciente. É essencial explorar o significado e função das ações aparentemente oposicionistas e autodestrutivas do paciente, avaliando suas crenças sobre a terapia, mas também é importante avaliar as próprias crenças do terapeuta sobre o paciente. Saber como usar sentimentos desagradáveis em colaboração na relação terapêutica como algo útil e lucrativo para o processo terapêutico é uma habilidade muito valiosa.

No tratamento para dependentes menores de idade é importante desenvolver técnicas de resolução de problemas, de forma que o paciente saiba como lidar com situações de risco. Registros diários de pensamentos enfrentados com respostas racionais podem ajudar a manejar as fissuras. Ao lidar com fissuras, é recomendado adiá-los por 5 minutos, 10 minutos, 1 hora etc., tentando tirar o foco do impulso, fazer algum relaxamento, falar com alguém entre outros recursos para manter o paciente com a mente e o tempo ocupado uso de cartões de enfrentamento contendo enunciados para controlas crenças também pode ser útil. É extremamente importante manter o foco em metas de longo prazo, ao invés de buscar recompensas imediatas. O uso de dramatizações também pode servir como estratégia para treinar a assertividade da recusa a drogas.

Em cada sessão, há ações concebidas de acordo com o estágio de mudança do paciente. Assim, no estágio de pré-contemplação, a tarefa terapêutica é aumentar as dúvidas. No estágio de contemplação, é desejável que o terapeuta aponte a falta de equilíbrio, fornecendo razões para mudar ou não. Na preparação para o estágio de ação, a tarefa é ajudar o cliente a determinar a melhor estratégia para a mudança. No estágio de ação, é desejável ajudar o cliente a se movimentar rumo à mudança, valorizando seus esforços.

Fonte G1: Normalmente, quem está com um problema de saúde procura um tratamento. Mas quando a pessoa não tem condições de tomar essa decisão, é correto que alguém decida por ela? A equipe de reportagem da TV TEM acompanhou algumas dessas histórias sobre o crack na região de Sorocaba (SP).

De acordo com os especialistas, a internação involuntária é necessária em alguns casos e tem ajudado na recuperação dos dependentes químicos. Segundo alguns ex-usuários, o caminho para não usar mais drogas está, muitas vezes, em ajudar os outros usuários a também superarem o vício.

Para Sandro Sposito, coordenador do departamento de neurologia da Pontifícia Universidade Católica (PUC) de Sorocaba, a internação compulsória é um mal necessário. “Como a droga causa uma dependência profunda, que o indivíduo perde realmente a crítica e a capacidade de imaginar outras possibilidades, outras alternativas, e a busca é tão ativa por isso, a dependência química é tão forte que não é uma dependência só psicológica, não é isto.

É uma coisa mais séria, é uma dependência química, uma alteração química que aconteceu no seu cérebro. E uma alteração química que demora, que vai levar um tempo para se reestabelecer ao normal.

Ninguém chega na clínica e consegue apenas por meio de orientação, de conversas, apagar aquilo como se fosse uma escrita a lápis e você passa uma borracha. Aquilo vai demorar”, ressalta.

Segundo Maria Clara Schnaidman Suarez, presidente do Conselho Municipal sobre Drogas, a internação involuntária é válida nos casos em que o indivíduo está colocando em risco a sua vida ou a vida de alguém. “Quando ele perdeu o discernimento do que ele está fazendo, seja para ele ou para os outros, e ele não tem condições de decidir por ele mesmo. Mas o sucesso de uma internação, de um tratamento, só vai ser alcançado quando esse tratamento se tornar voluntário pelo paciente”, destaca.

Ou seja, o paciente com o passar dos dias em uma clínica de recuperação vai se desintoxicando, voltando a consciência da realidade e sendo assim acaba por aceitar o restante do tratamento completo por livre e espontânea vontade, esse período de aceitação varia de individuo para individuo, podendo varias de um a cinco meses.

Na publicação Principles of Drug Addiction Treatment: A Research-Based Guide (Princípios do Tratamento do Vício em Drogas: Um Guia Baseado em Pesquisa), o instituto apresenta quais são os princípios de um tratamento eficaz. O texto diz “o tratamento não precisa ser voluntária para ser eficaz. Sanções ou incentivos impostos pela família, ambiente de trabalho ou pelo sistema judicial podem aumentar significativamente a taxa de internação e de permanência – e finalmente o sucesso das intervenções de tratamento”.

Internação involuntária: de acordo com a lei (10.216/01), o familiar pode solicitar a internação involuntária, desde que o pedido seja feito por escrito e aceito pelo médico psiquiatra. A lei determina que, nesses casos, os responsáveis técnicos do estabelecimento de saúde têm prazo de 72 horas para informar ao Ministério Público da comarca sobre a internação e seus motivos. O objetivo é evitar a possibilidade de esse tipo de internação ser utilizado para a prática de cárcere privado.

Codependência Descubra se você precisa de ajuda

Codependência é um termo usado por profissionais, que pode confundir ou contrariar a mensagem de recuperação do Nar-Anon. Portanto, esse e outros termos, são evitados em nossas reuniões regulares, porque tendem a enfocar o dependente químico.

O Nar-Anon colabora com profissionais e organizações de fora, mas não é afiliado a determinadas pessoas ou terapias específicas. Mantém a sua autonomia e não pode se desviar do seu propósito primordial.

Um Grupo de Nar-Anon não pode resolver todos os problemas pessoais de seus membros. Ao invés de tentar resolver os problemas de todo mundo, sugere a quem precisa de ajuda, o encaminhamento a fontes apropriadas.

A doença da família

A adicção (dependência química) é a doença do adicto (dependente químico), provocada pelo uso de drogas. Entendemos que se trata de uma doença reflexiva, porque afeta a estrutura familiar e os relacionamentos desse núcleo básico da sociedade. A insanidade decorrente dessa situação pode trazer consequências desastrosas.

O familiar necessita de ajuda para escapar da imobilidade decorrente de lutas e fugas frustradas. A família, fora de ritmo, reluta ou não sabe como promover o desligamento requerido, permanecendo indefesa. Ausente, deixa de estabelecer limites, confundindo-os com repressão.

Nossa experiência revela que o uso compulsivo de drogas não indica falta de afeto pela família. Não é uma questão de amor, mas de doença. O dependente químico perdeu a capacidade de opção em matéria de drogas. Mesmo quando sabe o que acontece, quando toma o primeiro teco, ele a usará.

Familiares, parentes, amigos, empregadores, colegas tentam controlar o adicto. Sentem-se culpadas e com medo. Tornam-se doentes emocionalmente.

Uma pessoa pode tornar-se adicta através de medicamentos ou de drogas de rua. O resultado é o mesmo. Alguns podem atuar razoavelmente bem em seus empregos, enquanto a família, amigos e companheiros de trabalho os encobrirem. Porém, a adicção afetará toda ou parte de suas vidas social, familiar ou econômica. Mesmo quando o usuário tenta passar sem drogas, a síndrome de abstinência é tão dolorosa que ele volta às drogas para aliviar a dor.

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