Tratamento para Dependentes Químicos

Tratamento para dependentes químicos e alcoólatras em Marília

Tratamento para dependentes químicos e alcoólatras em Marília

Uma forma de tratamento para dependentes químicos e alcoólatras em Marília é a retirada da pessoa do local onde possa fazer uso, visto que em grande parte, o dependente químico em compulsão não consegue parar sem ajuda.

Vemos que muitas pessoas que procuram pelo tratamento para dependentes químicos e alcoólatras em Marília demoram pelo fato em esperar com que o dependente pare por si só. Na dúvida é bom conversar com profissionais que esclareçam as condições de tratamento ou a necessidade de internação.

O tratamento para dependentes químicos e alcoólatras em Marília visa não só a recuperação física, mas também a emocional, pois a droga, em boa parte dos casos é utilizada para inibir os sentimentos que não sabem lidar e não querem sentir.

Profissionais especializados participam do tratamento para dependentes químicos e alcoólatras em Marília, psicólogo, psiquiatra, enfermeiro, nutricionista, terapeuta ocupacional, monitores e administradores.

Se não forem trabalhadas as questões que levam alguém a consumir drogas e álcool em exagero, de nada adianta a internação, o tratamento para dependentes químicos e alcoólatras em Marília busca trabalha nesse sentido.

Atividades psicoterapêuticas e laborterápicas fazem parte do dia a dia no tratamento para dependentes químicos e alcoólatras em Marília, assim como reuniões de partilha, palestras, terapias e também lazer na piscina e quadra.

O tratamento para dependentes químicos e alcoólatras em Marília orienta as famílias a participarem de grupos de apoio, nar-anon e amor exigente, facilitando o entendimento e acompanhamento na recuperação e também os pacientes ao terminar o tratamento para dependentes químicos e alcoólatras em Marília que participem dos grupos narcóticos anônimos diariamente.

Entre em contato que podemos ajudar no que for preciso. O tratamento para dependentes químicos e alcoólatras em Marília acontece regulamentado pela vigilância sanitária, corpo de bombeiros e possui alvará de funcionamento.

Codependência

Introdução

As pessoas que sofrem com a dependência química (álcool e drogas) sofrem com as consequências e com os problemas decorrentes do comportamento. A dependência química é considerada uma doença de múltiplas causas, progressiva, familiar, crônica, incurável, porém tratável. Existem políticas públicas para melhorar ou minimizar a situação de alguém. Crianças e adolescentes por serem pessoas em desenvolvimento merecem atenção especial através das políticas públicas sociais. Essas políticas têm como alvo principal o dependente químico. Contudo as famílias desses dependentes adoecem junto com eles e, também, precisam de ajuda. É nesse aspecto que há uma falha na elaboração de políticas sociais. O tratamento deve ser sistêmico, pois se a família falhar o usuário falhará também. Por essa ausência de apoio às famílias é que muitas delas se tornam codependentes dos dependentes químicos.

Origem

O termo Codependência teve origem nos estudos com a dependência química e foi atribuído aos familiares, partindo do princípio de que os familiares de dependentes químicos também apresentariam uma dependência, não das drogas, mas dependência emocional ou uma preocupação constante e fixa no dependente. Posteriormente, tornou-se claro que não é necessário conviver com um dependente químico para sofrer de dependência emocional.

De início, a descrição deste quadro incluía apenas familiares de pacientes alcoólicos, mas com o tempo o seu significado foi ampliado e atualmente o termo codependência também inclui a conduta de familiares e/ou pessoas significativas que têm um problema de comportamento no relacionamento de intimidade.

Conceito

Codependência, Dependência Emocional ou Dependência Afetiva é a inabilidade de manter e nutrir relacionamentos saudáveis com os outros e consigo mesmo, resultando em relacionamentos difíceis, desgastados ou destrutivos. Ela é uma doença que deteriora a alma. Afeta a vida pessoal, familiar, social, os negócios, a carreira, a saúde e o crescimento espiritual. Os codependentes parecem fortes, mas se sentem indefesos. Parecem controladores, mas na realidade são controlados pelos vícios e comportamentos de outras pessoas. Eles não percebem que cuidando excessivamente do outro, ocorre um processo de autoanulação – seus objetivos e necessidades acabam sendo esquecidos por ele mesmo. Autoanulação, necessidade estrema de controlar e salvar o dependente químico, dependência patológica de cuidar, angústia, ansiedade, pena, culpa, baixa estima, depressão, fobia e compulsão são exemplos de sintomas que os codependentes enfrentam. Os codependentes são, na maior parte dos casos, pais ou cônjuges que vivem em função da pessoa dependente, assumindo e responsabilizando-se por todos os comportamentos desta e preocupando-se excessivamente por seu bem estar.

À medida que a pessoa codependente abandona suas necessidades e objetivos ao longo da vida, ela entra num processo de abandono de si mesma e de autodestruição. Como esse padrão ocorre a longo prazo, normalmente durante vários anos, resulta em muitas perdas – perda do tempo que deveria ter sido investido em si mesmo, em seu lazer, em projetos pessoais, perda de relações que poderiam ter sido saudáveis, perda esperança em resolver o problema do outro. Isso tudo pode desencadear alguns danos para a saúde da pessoa, seja no aspecto físico através de doenças psicossomáticas ou no campo psicológico – normalmente os codependentes apresentam quadros depressivos ou ansiosos acentuados. 

A vontade política do poder público para enfrentar o problema deve ser externada através das políticas sociais e dos agentes públicos. A assistência à saúde é um direito constitucional previsto no artigo 196 da Constituição Federal de 1988.

“Art. 196. A saúde é direito de todos e dever do Estado, garantido mediante políticas sociais e econômicas que visem à redução do risco de doença e de outros agravos e ao acesso universal e igualitário às ações e serviços para sua promoção, proteção e recuperação”.

As pessoas que sofrem com a dependência química (álcool e drogas) sofrem com as consequências e com os problemas decorrentes do comportamento. A dependência química é considerada uma doença de múltiplas causas, progressiva, familiar, crônica, incurável, porém tratável. Existem políticas públicas para melhorar ou minimizar a situação de alguém. Crianças e adolescentes por serem pessoas em desenvolvimento merecem atenção especial através das políticas públicas sociais. Essas políticas têm como alvo principal o dependente químico. Contudo as famílias desses dependentes adoecem junto com eles e, também, precisam de ajuda. É nesse aspecto que há uma falha na elaboração de políticas sociais. As políticas sociais são voltadas para os dependentes químicos.

A Lei nº 8.742, de 7 de dezembro de 1993, que dispõe sobre a organização da Assistência Social prevê em seu artigo primeiro o dever do Estado em prestar assistência a população através de ações integradas com os diversos setores da sociedade.

“Art. 1º A assistência social, direito do cidadão e dever do Estado, é Política de Seguridade Social não contributiva, que provê os mínimos sociais, realizada através de um conjunto integrado de ações de iniciativa pública e da sociedade, para garantir o atendimento às necessidades básicas.”

As fases da codependência

Pesquisam mostram os estágios que uma família enfrenta quando se depara com um familiar envolvido com droga.

Negação

Muitas vezes a família nega que o parente é um dependente químico. Na cabeça dela só os filhos dos outros têm problemas.

Desespero

Pensamentos como “o que foi que eu fiz de errado?”, “ será que briguei de mais na infância?”, “por que está acontecendo comigo?”, “ eu deveria ter dado mais atenção” mostram que a família se sente culpada e tenta procurar respostas que ,na maioria das vezes, só o dependente sabe responder. A tendência nessa fase é a agressividade e muitas cobranças.

Controle

No subconsciente da família, ela acredita que pode controlar o dependente químico. Atitudes como controlar as ligações telefônicas, as saídas, verificar mochilas e gavetas e, em casos mais extremos, acorrentar o parente dentro de casa com medo de que ele saia à procura de mais drogas ou com medo dele não voltar mais são exemplos de controles feitos nessa fase.

Exaustão Emocional

É quando conseguimos encarar o adicto como doente e a dependência como uma doença e paremos de vê-los como um delinquente como também a nossa sociedade o vê. Nessa fase começa-se a busca pelo tratamento. O tratamento deve ser sistêmico, pois se a família falhar o usuário falhará também.

Causas e consequências

As causas da codependência são as mais variadas possíveis e vai desde a preocupação com o dependente químico até o, medo de perdê-lo para as drogas.

Sua progressão pode desencadear depressão com pensamentos suicidas, desordens alimentares, abuso de substâncias químicas, violência familiar, relações sexuais extra-conjugais ou promíscuas, emoções ou explosões intensas, hipervigilância, ansiedade, confiança ou negação excessiva e doenças clínicas crônicas.

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