Tratamento para Dependentes Químicos

Tratamento para dependentes químicos e alcoólatras em São Paulo

Tratamento para dependentes químicos e alcoólatras em São Paulo

A escolha por um local próximo a natureza, protegido tranquilo e seguro, favorece a volta de valores perdidos e novos valores e propicia a reflexão, estimulados por atividades orientadas pelos profissionais no tratamento para dependentes químicos e alcoólatras em São Paulo.

Não só a saúde física faz parte do tratamento para dependentes químicos e alcoólatras em São Paulo, a saúde mental é imprescindível para um retorno à vida saudável. As questões que cada um carrega fazendo uso de droga como meio de inibir os desconfortos emocionais precisam ser trabalhados no tratamento para dependentes químicos e alcoólatras em São Paulo.

Precisando de ajuda entre em contato, informamos que o tratamento para dependentes químicos e alcoólatras em São Paulo é realizado vistoriado pela Anvisa, corpo de bombeiros e alvará de funcionamento.

Precisando de ajuda para saber qual medida ou tratamento realizar é orientado a entrar em contato com profissionais que esclareçam as condições que a pessoa se encontra, é muito difícil alguém em compulsão ao uso conseguir parar sem ajuda, o tratamento para dependentes químicos e alcoólatras em São Paulo está à disposição para ajudar.

Percebemos que as famílias que recebemos no tratamento para dependentes químicos e alcoólatras em São Paulo demoram a tomar iniciativa na intervenção ao familiar, sabemos da fragilidade que as pessoas no convívio com o dependente ficam, mas é na família que a pessoa vai encontrar ajuda inicial.

Isso não significa superproteção ou excesso de críticas, é preciso olhar para a pessoa como uma doença e não simplesmente como rebeldia ou outra conotação inadequada, a dependência química é doença e precisa de tratamento para dependentes químicos e alcoólatras em São Paulo. O apoio familiar é importante para que a pessoa opte pelo convívio familiar ao invés do uso.

O tratamento para dependentes químicos e alcoólatras em São Paulo é conduzido por profissionais experientes, sendo eles, psiquiatra, psicólogo, enfermeiro, nutricionista, terapeuta ocupacional, monitores e pessoal administrativo.

Codependência

CODEPENDÊNCIA E TRATAMENTO FAMILIAR Professora e Conselheira Angela Hollanda CODEPENDÊNCIA “A palavra Codependência surgiu nos centros de tratamento no final da década de 70. O termo surgiu simultaneamente em diversos centros de Minnesota usado para descrever pessoas cujas as vidas foram afetadas pelo envolvimento com um dependente químico. O codependente, filho, cônjuge, ou amante de um dependente químico, era visto como alguém que desenvolvera um padrão doentio de lidar com a vida, numa reação ao abuso de álcool ou drogas praticado por outra pessoa.” A idéia básica naquela época, quando surgiu a palavra codependência, era que os codependentes podiam ser definidos como pessoas que não conseguiam administrar suas vidas em função de uma relação comprometida com um depende químico. “O codependente é aquele que deixou-se influenciar pelo comportamento de outra pessoa, e que vive obcecado em controlar o comportamento desse outro.” É preciso deixar claro que o outro pode ser uma criança, um adulto, um amante, um cônjuge, um irmão ou irmã, um avô, pai, cliente ou melhor amigo. Pode ser um alcoólatra, dependente químico, um deficiente mental ou físico, alguém “normal” e que às vezes mergulha em sentimentos de tristeza, e/ou qualquer pessoa mencionada anteriormente. A codependência é uma doença? É uma doença emocional e comportamental, chegando na maioria das vezes desencadear doenças sérias como depressão, hipertensão, diabetes e outros males físicos. Uma das razões pelas quais chamam a codependência de doença é que muitos codependentes reagem a doenças (o alcoolismo, por exemplo), e o fato do problema ser progressivo. À medida que as pessoas que nos cercam tornam-se mais doentes, podemos reagir mais intensamente. Qualquer que seja o problema do outro, a codependência envolve um sistema habitual de pensar, sentir e comportar-se, em relação a nós mesmos e aos outros, que pode causar sofrimento. Comportamentos ou hábitos codependentes são mais autodestrutivos. Podemos mudar? Somos capazes de aprender outros comportamentos mais saudáveis? TRATAMENTO FAMILIAR O impacto que a família sofre com o uso de drogas por um de seus membros é emocionalmente tão devastador quanto às reações que o usuário de drogas possa ter. Existem alguns estágios que caracterizam este impacto pelo qual a família de um dependente químico na passa:

1 – Na primeira etapa, ocorre sempre o mecanismo de negação. Ocorre tensão e desentendimento e as pessoas deixam de falar sobre o que realmente pensam e sentem, não admitem e não aceitam que tal fato possa estar acontecendo na sua família, logo na sua família.

2 – Em um segundo momento, a família demonstra extrema preocupação com essa questão e tenta controlar o uso da droga, bem como as suas conseqüências físicas, emocionais, no campo do trabalho e no convívio social. Mentiras e cumplicidades relativas ao uso abusivo de álcool e drogas instauram um clima de segredo familiar. A regra é não falar do assunto, mantendo a terrível ilusão de que as drogas e álcool não estão causando problemas na família.

3 – Na terceira fase, a desorganização da família é imensa. Seus membros assumem papéis rígidos e previsíveis, servindo de facilitadores. As famílias assumem responsabilidades de atos que não são seus, e assim o dependente químico deixa de ter a oportunidade de perceber as conseqüências do abuso de álcool e drogas. É comum ocorrer uma inversão de papéis e funções, como por exemplo, a esposa que passa a assumir todas as responsabilidades de casa em decorrência o alcoolismo do marido, ou a filha mais velha que passa a cuidar dos irmãos em consequência do uso de drogas da mãe.

4 – O quarto estágio é caracterizado pela exaustão emocional, podendo surgir graves distúrbios de comportamento e de saúde em todos os membros. A situação fica insuportável, levando ao afastamento entre os membros e gerando desestruturação familiar. Embora tais estágios definam um padrão do impacto das substâncias, não se pode afirmar que em todas as famílias o processo será o mesmo, mas inevitavelmente existe uma tendência dos familiares de se sentirem culpados e envergonhados por estar nesta situação.

Infelizmente, devido a estes sentimentos, muitas vezes a família demora muito tempo para admitir o problema e procurar ajuda externa e profissional, o que leva o problema a ser ainda mais agravado. Geralmente, um eventual momento de internação foi antecedido por várias tentativas de recuperação com o objetivo de evitar uma internação. Provavelmente, houve a intenção e a esperança de acertar, mas, infelizmente não deu certo! Inicia-se então, uma intensa e cansativa busca de um tratamento adequado. Nesta fase a família já se encontra quase sempre esgotada, desestruturada, sem esperanças e completamente adoecida. Assim sendo, no período de internação do dependente químico deve-se ter como um dos objetivos, a conscientização da família sobre a seriedade da doença da adicção, a dificuldade de vivenciar situações tão destruidoras sozinhos, e, paralelamente, alertá-la sobre a importância da busca de mecanismos de ajuda adequados como: profissionais especializados, grupos de apoio (AA, NA, Amor Exigente) etc, que a oriente e possa prepará-la para conviver adequadamente com esta doença. Caso contrário, a desordem estabelecida nesta família só vai se agravando. O que os familiares podem e devem fazer para ajudar? A família tem um papel extremamente importante na recuperação do dependente químico. Ela não só pode, mas deve ajudar seu ente querido na busca da recuperação de um problema tão grave. Entretanto, muitas vezes, o desespero e a fragilidade emocional a qual a família é submetida é tão grande que quase sempre a atrapalha de exercer adequadamente seus papéis. A família é fundamental no processo de recuperação e posterior manutenção na medida em que ajuda o dependente químico a resgatar valores, princípios e autoestima, mas, ao atuar como facilitadora e com atitudes inadequadas, poderá ser o disparo, que o levará à recaída de comportamentos, à irresponsabilidade e, certamente, ao uso de substâncias. A constatação dessa dura realidade, ou seja, o deixar-se vencer pela doença, poderá levá-lo a sentimentos de menor-valia, desânimo, frustração e descrença na própria capacidade de recuperação. O que não a família não deve fazer? Independente do motivo que causou a dependência, a família não deve envergonharse, isolar-se, fazer julgamentos e reprovações, apegar-se aos ressentimentos e, muito menos, fingir que o problema não existe. Estes comportamentos só farão com que se afaste da realidade dos fatos, dificultando e atrasando a busca adequada de soluções para enfrentar a doença. É de vital importância que a família não só entenda, mas que comunique a outros que a dependência química é uma grave doença e que, apesar de ser incurável, progressiva e fatal, há chances de recuperação e manutenção de uma boa qualidade de vida. Quanto mais rápida for a busca da conscientização para um melhor tratamento e acompanhamento, maiores serão as chances de recuperação. Todos necessitam de ajuda! Neste caso, a família precisa se fortalecer e se reequilibrar.

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