Tratamento para Dependentes Químicos

Tratamento para dependentes químicos e alcoólatras

Tratamento para dependentes químicos e alcoólatras

O Tratamento para dependentes químicos e alcoólatras tem a finalidade de reestabelecer a saúde e propiciar uma nova forma de vida.

Sabemos a dificuldade de a família intervir nas pessoas que precisam de tratamento para dependentes químicos e alcoólatras, porém, esperar que a pessoa em compulsão ao uso consiga parar por si só pode ser um grande risco.

A retirada do local para tratamento para dependentes químicos e alcoólatras é uma forma que faça com que pare com o uso e evite maiores perdas, financeira, física e psíquica, é importante observar a pessoa, acaso ela não consiga ficar sem o uso é evidente a dependência química.

Apesar de que em muitos casos a família esteja fragilizada com a situação é ela que pode intervir para tratamento para dependentes químicos e alcoólatras, isso não significa excesso de críticas ou superproteção, significa que o afeto e conforto faz com que a pessoa em tratamento opte pelo convívio ao invés do uso.

Psicólogo, psiquiatra, enfermeiro, terapeuta ocupacional, nutricionista, monitores e pessoal administrativo unem as áreas necessárias para um tratamento para dependentes químicos e alcoólatras adequados onde trabalham juntamente em um único local possibilitando a conversa sobre cada paciente e suas necessidades.

Somente a internação em local protegido não significa que após o tratamento para dependentes químicos e alcoólatras ele pare com o uso, por isso temos como fundamento a conscientização do que leva a cada um o uso abusivo de drogas e álcool, assim podendo ser trabalhado sobre a questão por nós e por eles próprios.

O suo de drogas e álcool está muito relacionado aos desconfortos emocionais que cada um carrega, utilizando a substâncias como amenizadoras aos problemas, o tratamento para dependentes químicos e alcoólatras realiza terapias regulares com psicólogo e todos são diagnosticados pelo psiquiatra a fim de sanar as causas que possam ser motivos ao uso.

Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), o abuso de drogas é considerado uma epidemia social, apresentando três fatores fundamentais: o agente (a droga), o hospedeiro (o indivíduo), e o ambiente favorável (família, grupo e ambiente). Ainda para (OMS) existem dois tipos de dependência química: Dependência Psíquica, onde o indivíduo tem o sentimento de satisfação exigindo a administração contínua da droga para produzir prazer ou evitar mal-estar, e a Dependência física: estado de adaptação que se manifesta pelo aparecimento de intensos transtornos físicos quando se interrompe a administração da droga. O uso excessivo de drogas vem crescendo a cada dia, e a consequência desse crescimento, é a dependência química que é uma doença progressiva e multifatorial. Vivemos na era digital, onde temos acesso às diversas informações, mas a família continua sendo o padrão influenciador do indivíduo. Nenhuma família tem a expectativa de ter um membro como dependente químico, é mais fácil presumir que isso só aconteça com outras famílias, e é por pensar assim, que muitas famílias não conversam sobre o poder destrutivo das drogas. Todavia, a maioria das famílias ainda não vê a dependência química como uma doença, mas sim, como uma associação à criminalidade, descaso e em vários casos como falta de caráter; situação esta que acaba por adiar o tratamento, o que aumenta sua complexidade. O poder destrutivo que as drogas psicoativas possuem, vai além da degradação do dependente químico, atinge também seus familiares, tornando-os codependentes químicos, ocasionando sentimentos e sofrimentos, cujas consequências se dão no campo psicológico, emocional, físico, comportamental, cultural e espiritual. O relacionamento e a convivência intrafamiliar é o elo que ocasiona sofrimento e sentimentos destrutivos, cuja consequência é o adoecimento mental e físico, e consequentemente ocasionam uma maior fragilização dos vínculos. Codependentes são familiares, podem ser pais ou cônjuges, que vivem em função da pessoa com dificuldades emocionais, desenvolvendo uma proteção compulsiva, tornando-a motivação para suas vidas, sentindo-se culpados e responsáveis pelos dependentes e por suas vidas. É importante diferenciar os comportamentos saudáveis de amor e cuidado, existente nas relações afetivas, é esta reflexão que este trabalho científico se propõe. A ampliação desse olhar se faz necessária, para que ocorra a superação da apreensão fragmentada do dependente, na proposição de uma visão ampliada sobre o problema, que inicialmente é a droga. Compreendemos o fenômeno da dependência como a manifestação de um sintoma que reflete e esconde uma intrincada rede de relações, na qual o indivíduo se insere. Significa entender o dependente como parte integrante de um sistema – o familiar – do qual a dependência, como sintoma, é resultante das interações recíprocas entre seus membros, e, ainda, entender a família como parte de um universo ainda mais amplo, que é a sociedade.

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