Tratamento para Dependentes Químicos

Tratamento para dependentes químicos em Mogi das Cruzes

Tratamento para dependentes químicos em Mogi das Cruzes

Tratamento para dependentes químicos em Mogi das Cruzes. O problema com as drogas não escolhe classe social, idade ou gênero. Ele está presente na casa de milhares de brasileiros e essa batalha nunca é tão fácil como se imagina, principalmente quando o objetivo principal é conquistar a reinserção social do dependente químico.

Afinal, esse processo é um dos que mais requerem confiança e perseverança, tanto do viciado quanto de todos os familiares e da sociedade como um todo.

Apesar da luta ser árdua, podemos garantir que a vitória é sempre possível. Por isso, resolvemos contar um pouco sobre como funciona essa trajetória de reinserção social de um dependente químico e qual o papel da família nesse momento. Vamos conferir?

O que é o processo de reinserção social do dependente químico?

Quando falamos de reinserção social, não significa apenas trazer o usuário de drogas à uma rotina normal e esperar que ele se adapte naturalmente a isso. Mais do que isso, essa ideia precisa englobar um trabalho muito mais amplo de adaptação psicológica, mental e emocional.

Afinal, não adianta simplesmente a pessoa conseguir um trabalho ou um espaço de volta na família, se todos ao redor ainda o tratam com preconceito, desconfiança e merecimento. Nesses casos, a probabilidade de uma recaída é grande e tudo aquilo que o viciado conseguiu vencer até agora pode ir por água abaixo novamente.

Quando a reinserção social do viciado deve ocorrer?

A dependência química é uma doença sem dados e previsões exatas. Cada pessoa em seu quadro específico pode responder diferente a um determinado tratamento. Sendo assim, não é possível estipular um prazo ou data exata para considerar um paciente livre do problema.

Tudo precisa ser acompanhado por profissionais especializados e médicos, que poderão orientar melhor sobre a atual situação daquela pessoa.

Seguindo isso, a reinserção social do dependente químico se dá gradualmente, quando o mesmo apresenta melhoras em seu quadro físico e, principalmente, psicológico. Aos poucos, os médicos e psicólogos conseguem mensurar a evolução do paciente e a sua retomada de conscientização sobre o problema e, dessa forma, podem liberá-lo e indicá-lo para certas atividades.

Na prática, como é feito esse processo?

Como bem dissemos acima, normalmente a reinserção social do dependente químico é feita de forma gradativa e sem um prazo definido, podendo variar de caso a caso.

Para que esse processo tenha sucesso e seja o mais breve possível, é indicado sempre contar com um acompanhamento profissional especializado. Portanto, é possível considerar uma trajetória ideal para a recuperação de um usuário de drogas e a sua retomada para o “mundo normal”. Confira!

Internação

Recuperar um ente querido das drogas por conta própria é uma tarefa muito improvável e que pode sair do controle da família. Por isso, a internação é sempre o melhor caminho para essa libertação.

Há diferentes formas legais para isso, mas o mais indicado é sempre convencer a pessoa sobre o problema e permitir que ele aceite os tratamentos de forma voluntária.

Dentro de uma clínica, todos os procedimentos e tratamentos serão receitados à pessoa, de acordo com o seu nível e estado na dependência química.

Acompanhamento psicológico

Após a internação, o segundo passo do processo de reinserção social do dependente químico se passa por uma série de terapias com psicólogos, que se dedicam a monitorar e adequar cada tratamento específico, de acordo com o perfil do internado.

Essas terapias podem envolver desde debates em grupos até o uso de remédios e calmantes. Além disso, atividades, leituras, palestras, filmes e apoio religioso podem fazer parte da programação do clínico e têm um papel fundamental para a evolução e recuperação individual de cada um.

Atividades cotidianas

As clínicas de recuperação também promovem maneiras de os internados se ocuparem e produzirem com alguma atividade útil. Isso vai desde a prática de esportes até trabalhos de disciplinas.

Para se ter uma ideia, essa rotina pode ser composta de horários de diversão em grupo com algum jogo, limpeza e arrumação dos espaços internos, incentivo à criatividade com artes, pinturas e trabalhos manuais, manutenção de hortas e jardins, montagem de bibliotecas, entre muitos outros exemplos.

Participação da família

Mesmo que o ente querido passe um período de internação sem poder sair para a rua, as clínicas permitem — e incentivam — a presença dos familiares durante todo o processo de tratamento. Isso é muito importante para incentivar e motivar o paciente em sua trajetória de recuperação e, finalmente, conquistar a sua reinserção social.

Os familiares mais próximos, como pais, mães e irmãos, sempre se tornam uma referência e são um porto seguro para a pessoa debilitada. Portanto, essa aproximação é fundamental nos tratamentos.

Pós-tratamento e volta à rotina normal

É muito importante ressaltar que a dependência química, infelizmente, ainda não tem uma cura. Mas os tratamentos podem ser muito eficientes e libertar a pessoa do vício para sempre.

No entanto, os riscos de uma recaída existem após a liberação do paciente e, por isso, é recomendado acompanhar e incentivar bons hábitos e se distanciar das tentações, especialmente nessas primeiras semanas fora da clínica.

Esse período é válido também para buscar uma volta ao mercado de trabalho e aproveitar que o psicológico está bem e a pessoa muito motivada pela sua reinserção. Mais uma vez, o incentivo da família é essencial para as novas conquistas e para a evolução do ente querido.

Essas foram algumas dicas e informações úteis sobre como ocorre o processo de reinserção social do dependente químico. Basicamente, os tratamentos passam por essa trajetória, desde a internação até, finalmente, a reconquista de uma vida normal e saudável.

Lembre-se de que a tarefa não é fácil e, certamente, haverá muitas barreiras nesse caminho. Mas com perseverança, fé e muita dedicação, você e sua família poderão voltar a ser felizes.

Gostou das dicas? Se você tem ou conhece algum ente querido em situação de pendência química, não espere o quadro se agravar ou o pior acontecer. Entre em contato agora mesmo com nossos especialistas e ajude a pessoa a encontrar o caminho para a libertação!

Tratamento para dependentes químicos em Mogi das Cruzes
Nota:
As fases da codependência
Pesquisam mostram os estágios que uma família enfrenta quando se depara com um familiar envolvido com droga.
Negação
Muitas vezes a família nega que o parente é um dependente químico. Na cabeça dela só os filhos dos outros têm problemas.
Desespero Mais importante, além disso, port.anto
Pensamentos como “o que foi que eu fiz de errado?”, “ será que briguei de mais na infância?”, “por que está acontecendo comigo?”, “ eu deveria ter dado mais atenção”.
Mostram que a família sente-se culpada e tenta procurar respostas que ,na maioria das vezes, só o dependente sabe responder.
A tendência nessa fase é a agressividade e muitas cobranças.
Controle
No subconsciente da família, ela acredita que pode controlar o dependente químico.
Atitudes como controlar as ligações telefônicas, as saídas, verificar mochilas e gavetas e, em casos mais extremos, acorrentar o parente dentro de casa com medo de que ele saia à procura de mais drogas ou com medo dele não voltar mais são exemplos de controles feitos nessa fase.
Exaustão Emocional  Mais importante, porque, portanto, além disso.
É quando conseguimos encarar o adicto como doente.
E a dependência como uma doença e paremos de vê-los como um delinquente como também a nossa sociedade o vê.
Nessa fase começa-se a busca pelo tratamento. O tratamento deve ser sistêmico, pois se a família falhar o usuário falhará também.
Causas e consequências
As causas da codependência são as mais variadas vai desde a preocupação até o, medo de perdê-lo para as drogas.
Sua progressão pode desencadear depressão com pensamentos suicidas, desordens alimentares, abuso de substâncias químicas, violência familiar, relações sexuais extra-conjugais ou promíscuas, emoções ou explosões intensas, hipervigilância, ansiedade, confiança ou negação excessiva e doenças clínicas crônicas.

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