Tratamento para Dependentes Químicos

Tratamento para drogados em SP

Tratamento para drogados em SP

Retirar uma pessoa do local onde faça consumo é uma forma de evitar que continue o uso e possa começar o tratamento para drogados em SP.

Se a pessoa que faz consumo de drogas e álcool não consegue se abster, ou se tem consequências desagradáveis na falta do uso são fortes indícios de dependência química, existem casos que a pessoa consegue parar, mas normalmente é difícil alguém conseguir sem ajuda, muito pelo fato das consequências geradas pela abstinência, assim se faz necessário o tratamento para drogados em SP.

O tratamento para drogados em SP é realizado em local tranquilo, protegido e seguro, onde acolhemos as pessoas que estejam passando por problemas com drogas e álcool, cocaína, crack, maconha, fármacos e outras drogas.

Para a família que tenha dificuldades em saber qual medida tomar ou o que fazer quando percebe que tenha que intervir é aconselhado que procure por ajuda de profissionais que esclareçam essa situação, o tratamento para drogados em SP encontra-se disponível para isso, entre em contato se precisar.

O tratamento para drogados em SP é realizado por profissionais especializados em drogas em álcool, onde agimos em união com as áreas necessárias em um único local, possibilitando o diálogo sobre as necessidades de cada paciente.

Psicólogo, psiquiatra, enfermeiro, nutricionista, terapeuta ocupacional, monitores e administradores trabalham juntamente para que haja uma recuperação, reabilitação e prevenção à recaída no tratamento para drogados em SP.

Nosso intuito é que os pacientes do tratamento para drogados em SP, ao voltarem para sua vida normal, esteja com vontade de realizar outra forma de viver, para isso trabalhamos na conscientização dos malefícios ao uso de drogas e em valores que foram perdidos e entendimento do que os leva ao uso abusivo de substâncias que lhes fazem mal.

O tratamento para drogados em SP está preparado para recebê-los mesmo em caso de urgência. Trabalhamos regularizados pela Anvisa, corpo de bombeiros e alvará de funcionamento.

Fonte G1: Normalmente, quem está com um problema de saúde procura um tratamento. Mas quando a pessoa não tem condições de tomar essa decisão, é correto que alguém decida por ela? A equipe de reportagem da TV TEM acompanhou algumas dessas histórias sobre o crack na região de Sorocaba (SP).

De acordo com os especialistas, a internação involuntária é necessária em alguns casos e tem ajudado na recuperação dos dependentes químicos. Segundo alguns ex-usuários, o caminho para não usar mais drogas está, muitas vezes, em ajudar os outros usuários a também superarem o vício.

Para Sandro Sposito, coordenador do departamento de neurologia da Pontifícia Universidade Católica (PUC) de Sorocaba, a internação compulsória é um mal necessário. “Como a droga causa uma dependência profunda, que o indivíduo perde realmente a crítica e a capacidade de imaginar outras possibilidades, outras alternativas, e a busca é tão ativa por isso, a dependência química é tão forte que não é uma dependência só psicológica, não é isto.

É uma coisa mais séria, é uma dependência química, uma alteração química que aconteceu no seu cérebro. E uma alteração química que demora, que vai levar um tempo para se reestabelecer ao normal.

Ninguém chega na clínica e consegue apenas por meio de orientação, de conversas, apagar aquilo como se fosse uma escrita a lápis e você passa uma borracha. Aquilo vai demorar”, ressalta.

Segundo Maria Clara Schnaidman Suarez, presidente do Conselho Municipal sobre Drogas, a internação involuntária é válida nos casos em que o indivíduo está colocando em risco a sua vida ou a vida de alguém. “Quando ele perdeu o discernimento do que ele está fazendo, seja para ele ou para os outros, e ele não tem condições de decidir por ele mesmo. Mas o sucesso de uma internação, de um tratamento, só vai ser alcançado quando esse tratamento se tornar voluntário pelo paciente”, destaca.

Ou seja, o paciente com o passar dos dias em uma clínica de recuperação vai se desintoxicando, voltando a consciência da realidade e sendo assim acaba por aceitar o restante do tratamento completo por livre e espontânea vontade, esse período de aceitação varia de individuo para individuo, podendo varias de um a cinco meses.

Na publicação Principles of Drug Addiction Treatment: A Research-Based Guide (Princípios do Tratamento do Vício em Drogas: Um Guia Baseado em Pesquisa), o instituto apresenta quais são os princípios de um tratamento eficaz. O texto diz “o tratamento não precisa ser voluntária para ser eficaz. Sanções ou incentivos impostos pela família, ambiente de trabalho ou pelo sistema judicial podem aumentar significativamente a taxa de internação e de permanência – e finalmente o sucesso das intervenções de tratamento”.

Codependência Descubra se você precisa de ajuda

Codependência é um termo usado por profissionais, que pode confundir ou contrariar a mensagem de recuperação do Nar-Anon. Portanto, esse e outros termos, são evitados em nossas reuniões regulares, porque tendem a enfocar o dependente químico.

O Nar-Anon colabora com profissionais e organizações de fora, mas não é afiliado a determinadas pessoas ou terapias específicas. Mantém a sua autonomia e não pode se desviar do seu propósito primordial.

Um Grupo de Nar-Anon não pode resolver todos os problemas pessoais de seus membros. Ao invés de tentar resolver os problemas de todo mundo, sugere a quem precisa de ajuda, o encaminhamento a fontes apropriadas.

A doença da família

A adicção (dependência química) é a doença do adicto (dependente químico), provocada pelo uso de drogas. Entendemos que se trata de uma doença reflexiva, porque afeta a estrutura familiar e os relacionamentos desse núcleo básico da sociedade. A insanidade decorrente dessa situação pode trazer consequências desastrosas.

O familiar necessita de ajuda para escapar da imobilidade decorrente de lutas e fugas frustradas. A família, fora de ritmo, reluta ou não sabe como promover o desligamento requerido, permanecendo indefesa. Ausente, deixa de estabelecer limites, confundindo-os com repressão.

Nossa experiência revela que o uso compulsivo de drogas não indica falta de afeto pela família. Não é uma questão de amor, mas de doença. O dependente químico perdeu a capacidade de opção em matéria de drogas. Mesmo quando sabe o que acontece, quando toma o primeiro teco, ele a usará.

Familiares, parentes, amigos, empregadores, colegas tentam controlar o adicto. Sentem-se culpadas e com medo. Tornam-se doentes emocionalmente.

Uma pessoa pode tornar-se adicta através de medicamentos ou de drogas de rua. O resultado é o mesmo. Alguns podem atuar razoavelmente bem em seus empregos, enquanto a família, amigos e companheiros de trabalho os encobrirem. Porém, a adicção afetará toda ou parte de suas vidas social, familiar ou econômica. Mesmo quando o usuário tenta passar sem drogas, a síndrome de abstinência é tão dolorosa que ele volta às drogas para aliviar a dor.

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