Tratamento para Dependentes Químicos

tratamento para meninas adolescentes menores de idade

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tratamento para meninas adolescentes menores de idade -No início, são alguns goles de bebida alcoólica e um ou outro cigarro. Depois, desponta uma curiosidade por maconha e até pode chegar ao uso de cocaína e crack. Esse costuma ser o trajeto de adolescentes pelo mundo das drogas enfatiza os profissionais que atua no tratamento para meninas adolescentes menores de idade, alertando que os jovens têm começado cada vez mais cedo o uso de drogas sendo elas ilícitas ou licitas. Um levantamento realizado pelos profissionais que atuam no tratamento para meninas adolescentes menores de idade ressalta que aos 15 anos de idade, 75% dos jovens já beberam pelo menos uma vez na vida e 31% já beberam além da conta, sendo que também a maioria já experimentou algum tipo de droga.

Os especialistas que atuam no tratamento para meninas adolescentes menores de idade que o adolescente está em uma fase muito especial da vida: está deixando de ser criança para virar adulto, uma fase de mudanças e novas experiências. A curiosidade é um dos maiores motivos que o leva a experimentar alguma droga e, depois de um tempo, passar a experimentar outras cada vez mais pesadas. De cada 10 adolescentes que experimentam drogas, um acaba virando dependente.

 Os especialistas que atuam no tratamento para meninas adolescentes menores de idade da algumas dicas que poderá auxiliar aos pais a perceberem se seus filhos estão se envolvendo com drogas em primeiro começar a desconfiar de mudanças de comportamento. Essa mudança é percebida principalmente aos observar os amigos do filho – ou ele muda as amizades, ou os amigos também começam a ficar com comportamentos diferentes. O adolescente ainda pode ter uma piora do rendimento escolar na escola, ficar irritável, trocar o dia pela noite e conversar menos dentro de casa.

O primeiro passo é observar o comportamento e procurar conversar com o filho. É muito importante entender qual são o tipo de droga usado e a freqüência, além de procurar ajuda profissional, adequada com profissionais que tenham experiência em lidar com esse tipo de situação, o tratamento para meninas adolescentes menores de idade enfatiza que o tratamento em todas as faixas etárias costuma ser multifacetado, ou seja, com várias áreas envolvidas (psiquiatra, psicólogo e outros). O adolescente, porém, precisa ainda mais do apoio dos familiares e de um grande suporte dos amigos. Ele precisa de apoio para entender o motivo dessa proibição, pois está em uma fase cheia de mudanças e dúvidas. Muitas vezes, o jovem está na busca até de respostas para o seu vício e encontrara o apoio necessário no tratamento para meninas adolescentes menores de idade, pois lá encontrara profissionais altamente qualificados, que busca sempre um trabalho humanizado com o foco principal em auxiliar o jovem nesse processo de reabilitação e automaticamente seus familiares que também estão fragilizados com a situação.

 O psicólogo que atua no tratamento para meninas adolescentes menores de idade ira usar sua aptidão para tratar o motivo que levou o dependente a recorrer às drogas como uma saída para os problemas.

Com um trabalho humanizado respeitando os medos e anseios do jovem a psicóloga ira investigar qual foi o ponto de partida que o levou a buscar as drogas, sendo que às vezes pode ser um problema pessoal, familiar e, até mesmo, social que gera a vontade de buscar as drogas e, por isso, é necessário resolvê-la para que o dependente não tenha recaídas ou crises de abstinência. Outras vezes, quando se acontece a fissura, pode ser que a vontade venha de maneira espontânea, sem nenhum motivo aparente, e a psicologia pode auxiliar no processo de encontrar gatilhos para desencadear a fissura. Com o jovem conseguindo manter seu controle mental e controlando a ansiedade e os pensamentos acelerados, a recuperação será de forma tranqüila.

O psiquiatra que atua no tratamento para meninas adolescentes menores de idade tem a noção que nem todos os dependentes que tentam se livrar do vicio conseguem sem uso de medicamentos, pois devido o uso das drogas depressoras, como a cocaína, entre outras e tendo a falta da substância o paciente pode vir a ter fortes crises de abstinência.  É papel do psiquiatra também avaliar se o jovem adquiriu algum transtorno mental devido o uso das sustâncias, doenças tais como esquizofrenia, transtorno bipolar, ansiedade e depressão.

O terapeuta que atua no tratamento para meninas adolescentes menores de idade será responsável no auxilio do jovem com terapias em grupo ou individual, tendo em foco a construção ou a reconstrução do cotidiano respeitando a necessidade de cada um. O terapeuta ocupacional analisa o paciente como um todo sempre tendo em mente que cada ser é um ser único e com isso conseguira fazer o jovem perceber seus limites e ter forças para enfrentar suas dificuldades, fazendo o perceber que tem força suficiente para alcançar seus objetivos sem o uso de qualquer substância.

No tratamento para meninas adolescentes menores de idade, os enfermeiros têm seu papel primordial, pois eles irão acompanhar de perto passo a passo a recuperação do jovem, pois a dependência química é uma enfermidade que precisa de atenção e cuidado, é papel do enfermeiro também ministrar a medicação com a dosagem certa que foi prescrita pelo psiquiatra.

O tratamento para meninas adolescentes menores de idade tem também a preocupação com o tipo de alimento que o jovem ira ingerir, pois o organismo de um dependente químico, fica bastante debilitado devido o uso das drogas e uma alimentação adequada com a supervisão de uma nutricionista é de suma importância , para que haja uma desintoxicação e com isso o jovem ficara mais propenso ao tratamento e seu organismo irá se recuperar com mais rapidez .

É de grande importância que todas as áreas trabalhem juntos, no tratamento para meninas adolescentes menores de idade, pois cada profissional trará seu conhecimento e suas experiências para que se entrelacem e para que alcancem o mesmo objetivo, que é reestruturar a vida do jovem e de seus familiares.

O ambiente para que o tratamento aconteça é de suma importância, pois deve ser um lugar que de segurança para o jovem, aonde ele tenha seus espaço para pratica de lazer, esporte como quadras, piscinas, salas de TV, salão para pratica de jogos, quartos arejados, refeitórios limpos e organizados, área verde contando também com uma equipe de segurança para zelar pelo bem estar do jovem, sempre lembrando que a família tem um papel importante nessa nova jornada da vida do jovem.

Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), o abuso de drogas é considerado uma epidemia social, apresentando três fatores fundamentais: o agente (a droga), o hospedeiro (o indivíduo), e o ambiente favorável (família, grupo e ambiente). Ainda para (OMS) existem dois tipos de dependência química: Dependência Psíquica, onde o indivíduo tem o sentimento de satisfação exigindo a administração contínua da droga para produzir prazer ou evitar mal-estar, e a Dependência física: estado de adaptação que se manifesta pelo aparecimento de intensos transtornos físicos quando se interrompe a administração da droga. O uso excessivo de drogas vem crescendo a cada dia, e a consequência desse crescimento, é a dependência química que é uma doença progressiva e multifatorial. Vivemos na era digital, onde temos acesso às diversas informações, mas a família continua sendo o padrão influenciador do indivíduo. Nenhuma família tem a expectativa de ter um membro como dependente químico, é mais fácil presumir que isso só aconteça com outras famílias, e é por pensar assim, que muitas famílias não conversam sobre o poder destrutivo das drogas. Todavia, a maioria das famílias ainda não vê a dependência química como uma doença, mas sim, como uma associação à criminalidade, descaso e em vários casos como falta de caráter; situação esta que acaba por adiar o tratamento, o que aumenta sua complexidade. O poder destrutivo que as drogas psicoativas possuem, vai além da degradação do dependente químico, atinge também seus familiares, tornando-os codependentes químicos, ocasionando sentimentos e sofrimentos, cujas consequências se dão no campo psicológico, emocional, físico, comportamental, cultural e espiritual. O relacionamento e a convivência intrafamiliar é o elo que ocasiona sofrimento e sentimentos destrutivos, cuja consequência é o adoecimento mental e físico, e consequentemente ocasionam uma maior fragilização dos vínculos. Codependentes são familiares, podem ser pais ou cônjuges, que vivem em função da pessoa com dificuldades emocionais, desenvolvendo uma proteção compulsiva, tornando-a motivação para suas vidas, sentindo-se culpados e responsáveis pelos dependentes e por suas vidas. É importante diferenciar os comportamentos saudáveis de amor e cuidado, existente nas relações afetivas, é esta reflexão que este trabalho científico se propõe. A ampliação desse olhar se faz necessária, para que ocorra a superação da apreensão fragmentada do dependente, na proposição de uma visão ampliada sobre o problema, que inicialmente é a droga. Compreendemos o fenômeno da dependência como a manifestação de um sintoma que reflete e esconde uma intrincada rede de relações, na qual o indivíduo se insere. Significa entender o dependente como parte integrante de um sistema – o familiar – do qual a dependência, como sintoma, é resultante das interações recíprocas entre seus membros, e, ainda, entender a família como parte de um universo ainda mais amplo, que é a sociedade.

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