Tratamento para Dependentes Químicos

tratamento para meninos menores dependentes químicos

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Os profissionais que atuam no tratamento para meninos menores dependentes químicos explicam que a dependência química é uma doença crônica e multifatorial, isso significa que diversos fatores contribuem para o seu desenvolvimento, incluindo a quantidade e freqüência de uso da substância, a condição de saúde do indivíduo e fatores genéticos, psicossociais e ambientais.

Determinadas características ou situações podem aumentar ou diminuir a probabilidade de surgimento e/ou agravamento de problemas com o álcool e outras drogas. Ressaltam os profissionais que atuam no tratamento para meninos menores dependentes químicos essas situações são conhecidas como fatores de risco e proteção.

No entanto, os fatores de risco não são necessariamente iguais a todos os indivíduos e podem variar conforme a personalidade, a fase do desenvolvimento e o ambiente em que estão inseridos. Entre eles, pode-se destacar:

  • Fatores de risco: genética, transtornos psiquiátricos (ex: transtornos de conduta), falta de monitoramento dos pais, disponibilidade do álcool
  • Fatores protetores: religião, controle da impulsividade, supervisão dos pais, bom desempenho acadêmico, políticas sobre drogas.

 Para um maior entendimento os profissionais que atuam no tratamento para meninos menores dependentes químicos irão explicar alguns dos sintomas da dependência química, sendo o desejo incontrolável de usar a substância, a perda de controle (o não conseguir parar depois de ter começado ), o aumento da tolerância ( a necessidade de doses maiores para atingir o mesmo efeito obtido com doses anteriores).

No tratamento para meninos menores dependentes químicos os profissionais indicam que o tipo de ajuda mais adequado para cada pessoa depende de suas características pessoais, da quantidade e padrão de uso de substâncias e se já apresenta problemas de ordem emocional, física ou interpessoal decorrentes desse uso.

No tratamento para meninos menores dependentes químicos avaliação irá envolver diversos profissionais da saúde, como médicos clínicos e psiquiatras, psicólogos, terapeutas ocupacionais, educadores físicos, assistentes sociais e enfermeiros. Quando diagnosticada, a dependência química deve contar com acompanhamento a médio-longo prazo para assegurar o sucesso do tratamento, que varia de acordo com a progressão e gravidade da doença.

Os profissionais que atuam no tratamento para meninos menores dependentes químicos enfatizam que a dependência química geralmente representa um impacto profundo em diversos aspectos da vida do indivíduo e também daqueles que estão ao seu redor. Dada a sua complexidade, por esse motivo que o tratamento para meninos menores dependentes químicos ressalta a importância que o tratamento seja multidisciplinar para atender às diversas necessidades do paciente como os aspectos sociais, psicológicos, profissionais, conforme sendo mais eficaz na alteração dos padrões de comportamentos que o levam ao uso da substância, assim como seus processos cognitivos e funcionamento social.

Para manter-se livre das drogas, os profissionais que atuam no tratamento para meninos menores dependentes químicos ressaltam a importância que o indivíduo terá que realizar uma série de mudanças em seu estilo de vida. Por exemplo, evitar locais e situações que sejam associados ao uso, (re) aprender “fontes de prazer” que não as que estejam relacionadas ao consumo – geralmente, pessoas com problemas com drogas afastam-se todas as formas de lazer, hobbies, relacionamentos, etc.

 Os profissionais que atuam no tratamento para meninos menores dependentes químicos enfatizam que é o vicio pelas drogas é totalmente passível de tratamento. Vale ressaltar que além de cessar o consumo, um tratamento eficaz é aquele que consegue auxiliar o indivíduo a retomar o funcionamento produtivo na família, escolar e na sociedade.

Em relação à prevenção de novas recaídas, ressalta os profissionais que atuam no tratamento para meninos menores dependentes químicos sugere-se que o paciente mantenha sempre o acompanhamento com profissionais especializados e que sempre avaliem a proposta terapêutica, verificando a necessidade de ajustes. Ainda, participar de sessões de psicoterapia (principalmente com abordagens comportamentais) pode oferecer estratégias para que o indivíduo consiga lidar com situações de alto risco ou forte desejo de consumir a substancia, além de maneiras de evitar e prevenir recaídas.

Os profissionais que atuam no tratamento para meninos menores dependentes químicos, enfatizam o indivíduo que está viciado apresenta um quadro de perdas e limitações decorrentes, dificultando o aprofundamento nas questões mais amplas, inconscientes e angustiantes de sua vida. O especialista do tratamento para meninos menores dependentes químicos apesar de ter consciência do caráter sintomatológico da questão, necessita abordar o comportamento com praticidade e concretude, centralizando sua atenção na busca de soluções para a problemática, com o objetivo de substituir padrões de comportamento destrutivos, pelo aprendizado de novas atitudes para que o paciente possa lidar com as mesmas questões conflitantes.

O paciente, ao reavaliar e corrigir seu pensamento aprende a dominar os problemas e as situações que ele a princípio considerava insuperáveis. Nesse contexto, o terapeuta ajuda o paciente a pensar e agir de forma mais realista e adaptativa em relação aos problemas psicológicos, reduzindo os sintomas.

O objetivo do tratamento para meninos menores dependentes químicos é prestar assistência preventiva, curativa e reabilitação ao adicto, por meio da psicoterapia individual e/ou de grupo, para que ele atinja a abstinência, consiga readaptar-se socialmente, elabore as dificuldades pessoais, tenha informações das questões referentes à dependência química e, além disso, abordar a possibilidade de recaída, trabalhando com técnicas de prevenção e recaída.

Dentro dessa nova concepção de atendimento ao paciente, também pode ser realizado um trabalho junto à família do dependente. Com isso, pretende-se que ela desenvolva melhor entendimento a respeito da doença, sua dinâmica, seus fatores de risco e de como pode atuar de forma mais assertiva nas diferentes situações que envolvem o problema.  No tratamento para meninos menores dependentes químicos existem diversas abordagens possíveis. Em uma primeira etapa, deve-se ter como meta ajudar o paciente e a sua família perceber os malefícios que a doença trás para todos. A partir de então é que parte-se para uma fase de desintoxicação. A desintoxicação ainda não é o tratamento em si, mas ela começa a abrir a possibilidade de que o paciente consiga dar inicio a um tratamento. A desintoxicação possibilita que o paciente reduza ansiedade, impulsividade e, principalmente, retome sua capacidade de reflexão para tomadas de decisões.  Tendo em vista que o tratamento para meninos menores dependentes químicos tem de ser multidisciplinar isso é englobar os conhecimentos trazendo cada profissional suas experiências já adquiridas na área e, sobretudo fazendo um trabalho humanizado respeitando cada individuo como ser único, cada qual com suas historias seus medos e anseios.

Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), o abuso de drogas é considerado uma epidemia social, apresentando três fatores fundamentais: o agente (a droga), o hospedeiro (o indivíduo), e o ambiente favorável (família, grupo e ambiente). Ainda para (OMS) existem dois tipos de dependência química: Dependência Psíquica, onde o indivíduo tem o sentimento de satisfação exigindo a administração contínua da droga para produzir prazer ou evitar mal-estar, e a Dependência física: estado de adaptação que se manifesta pelo aparecimento de intensos transtornos físicos quando se interrompe a administração da droga. O uso excessivo de drogas vem crescendo a cada dia, e a consequência desse crescimento, é a dependência química que é uma doença progressiva e multifatorial. Vivemos na era digital, onde temos acesso às diversas informações, mas a família continua sendo o padrão influenciador do indivíduo. Nenhuma família tem a expectativa de ter um membro como dependente químico, é mais fácil presumir que isso só aconteça com outras famílias, e é por pensar assim, que muitas famílias não conversam sobre o poder destrutivo das drogas. Todavia, a maioria das famílias ainda não vê a dependência química como uma doença, mas sim, como uma associação à criminalidade, descaso e em vários casos como falta de caráter; situação esta que acaba por adiar o tratamento, o que aumenta sua complexidade. O poder destrutivo que as drogas psicoativas possuem, vai além da degradação do dependente químico, atinge também seus familiares, tornando-os codependentes químicos, ocasionando sentimentos e sofrimentos, cujas consequências se dão no campo psicológico, emocional, físico, comportamental, cultural e espiritual. O relacionamento e a convivência intrafamiliar é o elo que ocasiona sofrimento e sentimentos destrutivos, cuja consequência é o adoecimento mental e físico, e consequentemente ocasionam uma maior fragilização dos vínculos. Codependentes são familiares, podem ser pais ou cônjuges, que vivem em função da pessoa com dificuldades emocionais, desenvolvendo uma proteção compulsiva, tornando-a motivação para suas vidas, sentindo-se culpados e responsáveis pelos dependentes e por suas vidas. É importante diferenciar os comportamentos saudáveis de amor e cuidado, existente nas relações afetivas, é esta reflexão que este trabalho científico se propõe. A ampliação desse olhar se faz necessária, para que ocorra a superação da apreensão fragmentada do dependente, na proposição de uma visão ampliada sobre o problema, que inicialmente é a droga. Compreendemos o fenômeno da dependência como a manifestação de um sintoma que reflete e esconde uma intrincada rede de relações, na qual o indivíduo se insere. Significa entender o dependente como parte integrante de um sistema – o familiar – do qual a dependência, como sintoma, é resultante das interações recíprocas entre seus membros, e, ainda, entender a família como parte de um universo ainda mais amplo, que é a sociedade.

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