Tratamento para Dependentes Químicos

tratamento para menor masculino

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Os especialistas que atuam no tratamento para menor masculino enfatizam que adolescentes usuários de drogas não são todos iguais. As drogas de abuso também não. Existe um sem-número de possibilidades de combinação entre os diversos indivíduos adolescentes e as diversas drogas de abuso e as formas de usá-las.

Entender essa diversidade de diagnóstico é fundamental para não incorrer no risco de ser simplista e ingênuo ao achar que existe um tipo de tratamento único que atenda a todos os perfis e subgrupos de usuários. Existe o grupo dos usuários experimentais; dos usuários freqüentes; dos usuários que tiveram problemas social, familiar e educacional; dos que têm suporte familiar; dos que não têm nenhum suporte etc.

Determinadas características ou situações podem aumentar ou diminuir a probabilidade de surgimento e/ou agravamento de problemas com o álcool e outras drogas.   Ressaltam os especialistas que atuam no tratamento para menor masculino essas situações são conhecidas como fatores de risco e proteção.

No entanto, os fatores de risco não são necessariamente iguais a todos os indivíduos e podem variar conforme a personalidade, a fase do desenvolvimento e o ambiente em que estão inseridos. Entre eles, pode-se destacar:

Fatores de risco: genética, transtornos psiquiátricos (ex: transtornos de conduta), falta de monitoramento dos pais, disponibilidade do álcool

Fatores protetores: religião, controle da impulsividade, supervisão dos pais, bom desempenho acadêmico, políticas sobre drogas. Os profissionais do tratamento para menor masculino que é de suma importância esclarecer que cada jovem é diferente um do outro, cada qual tem sua historia de como as drogas chegaram ate ele ou eles chegaram ate as drogas se fazem necessário que os profissionais que atuam no tratamento para menor masculino, tenham isso em mente para que se possa montar um tratamento diferenciado para cada.

O tipo de ajuda mais adequado para cada pessoa depende de suas características pessoais, da quantidade e padrão de uso de substâncias e se já apresenta problemas de ordem emocional, física ou interpessoal decorrentes desse uso.

A avaliação no tratamento para menor masculino pode envolver diversos profissionais da saúde, como médicos clínicos e psiquiatras, psicólogos, terapeutas ocupacionais, educadores físicos, assistentes sociais e enfermeiros. Quando diagnosticada, a dependência química deve contar com acompanhamento a médio-longo prazo para assegurar o sucesso do tratamento, que varia de acordo com a progressão e gravidade da doença.

A dependência química geralmente representa um impacto profundo enfatiza os profissionais que atuam no tratamento para menor masculino em diversos aspectos da vida do indivíduo e também daqueles que estão ao seu redor. Dada a sua complexidade, é interessante que o tratamento para menor masculino seja multidisciplinar para atender às diversas necessidades do paciente (aspectos sociais, psicológicos, profissionais e até jurídicas, conforme demonstrado em diversos estudos), sendo mais eficaz na alteração dos padrões de comportamentos que o levam ao uso da substância, assim como seus processos cognitivos e funcionamento social.

No tratamento para menor masculino cada profissional tem o seu papel, mas todos trabalham em conjunto para alcançar o objetivo que é trazer de volta o jovem a família e a sua inserção a  sociedade.

Dentre tantas funções do psicólogo que ira realiza o tratamento para menor masculino, destaca-se sua aptidão para tratar o motivo que levou o dependente a recorrer às drogas como uma saída para os problemas. É também função do mesmo manter o controle mental do paciente mesmo após a desintoxicação. Quadros como ansiedade e pensamento acelerado podem surgir, prejudicando a recuperação já que podem ser gatilhos para recaídas.

O psiquiatra que atua no tratamento para menor masculino ira avaliar a necessidade de remédios e para o acompanhamento do paciente a fim de recuperá-lo da crise, evitando recaídas. Além disso, os medicamentos podem auxiliar na melhora dos sintomas de abstinências, no tratamento de outras doenças que podem estar associadas como depressão, ansiedade, esquizofrenia, bipolar por exemplo.

O terapeuta ocupacional ira exercer o papel no tratamento para menor masculino de  analisa o paciente como um todo, utilizando tarefas prescritas para alcançar seu objetivo. Essas atividades que farão parte do tratamento são feitas de maneira criteriosa por esse profissional para adequar todas as necessidades, observando sempre as dificuldades do dependente, além de visar sua satisfação dentro de seu tratamento.

O organismo de um dependente químico, durante e após o processo de desintoxicação, fica bastante debilitado. Ressalta os profissionais que atuam no tratamento para menor masculino é comum perda de peso, perda de cabelo e até mesmo delírios. Muitas vezes ocorre falta de nutrientes necessários ao corpo. Com isso, o organismo fica fraco e bastante suscetível a outras doenças.

Dessa forma, o nutricionista vem com o papel de tratar o organismo do paciente, concedendo a ele uma dieta balanceada que traga de volta a vitalidade para que ele volte a ser saudável. Assim, o indivíduo se torna mais propenso a aderir ao tratamento e não voltar à dependência.

Os profissionais do tratamento para menor masculino também enfatiza que o ambiente deve ser equipado e preparado para receber os jovens sem que aja descriminação ou rotulação de nenhuma espécie o espaço deve contar com área de lazer para que o jovem possa ter sua distração, como quadras para praticas de esportes, piscinas tanto para exercícios como para o divertimento, salas aonde possam ter as reuniões tanto em grupo como individual com os terapeutas e o grupo dos narcóticos anônimos, salas de TV, refeitórios com espaço adequado, área verde sem contar que se faz necessário uma equipe que cuide do ambiente tanto na limpeza como na segurança dos jovens.

A família tem um papel importante nesse processo, apoiando o jovem nessa nova etapa da vida deles Lidar com essa situação não é nada fácil. Assim, a ajuda pode ser muito bem-vinda não só para o dependente químico, mas também para todos os envolvidos, especialmente a família. Sentimentos difíceis podem surgir como o medo, à culpa e a raiva. Conte com os profissionais do tratamento para menor masculino para aprender a lidar com esse momento tão delicado. Trabalhando em equipe com dedicação respeitando o jovem como ser único e respeitando seus familiares essa é a meta a ser cumprida pelos profissionais do tratamento para menor masculino.

Codependência

Sabe-se que um ambiente familiar desfavorável pode provocar conflitos psicológicos, como a dependência química e a codependência. Este último termo não é científico, porém descreve muito bem um fenômeno verdadeiramente observado na Clínica, que é o adoecimento da família no acompanhamento do dependente químico. Não é tarefa fácil lidar com problemas familiares corriqueiros e com a dependência química de um membro familiar, pois, naturalmente, a família não foi preparada para tal desafio e, na maioria das vezes, desconhecesse o significado dessa síndrome e de suas nuances.

A codependência se instala quando um ou mais membros da família abdicam de seus próprios objetivos e desejos para se dedicar, cada vez mais, ao cuidado do dependente químico. Em outras palavras, é dispender grande parte de suas energias a aquele indivíduo mais necessitado, negligenciando todos os outros membros da família. Isso quer dizer que o codependente faz mais do que deveria e que o ajudado recebe mais do que poderia receber. Nesse quadro, há piora da qualidade do sistema familiar ao longo do tempo, prejudicando o dependente químico gradativamente porque não o permite ser autossuficiente nos seus próprios papéis sociais. Pode-se entender como natural a ação de dar mais atenção para a pessoa adoecida do que a saudável, no entanto não se podem extrapolar os próprios limites para assistir ao outro e nem atender ademais às reais necessidades dele.

            Exemplificando, uma filha dependente química aborda sua mãe codependente para pedir dinheiro, argumentando, por exemplo, que vai comer um lanche com os amigos. A garota vai para o compromisso, mas volta muito mal no dia seguinte. Mesmo esta situação já ter se repetida algumas vezes, a mãe não nega um novo pedido da filha. Esta filha tem 25 anos de idade, não concluiu etapas importantes dos seus estudos e não trabalha, então depende, completamente, das finanças da família. Além disso, ela não colabora com serviços domésticos, nem com os cuidados do seu próprio quarto. É muito comum, que ela não coopere com as necessidades da casa e da família por apenas estar adoecida, mas porque nunca foi devidamente convocada a colaborar com a família. Essas características são recorrentes dentre os dependentes químicos em situações de codependência.

Uma das particularidades da codependência é que mesmo a garota não cooperando com as necessidades da casa, da família e nem consigo própria, todavia sua mãe tem dificuldade de dizer não, seja por dó e/ou medo. Aliás, muitos codependentes não tomam alguma atitude, ou seja, não colocam regras e limites de convívio em suas próprias casas e não cobram mudanças de atitudes do dependente químico, pois têm medo que o quadro da pessoa se agrave. Isso ocorre porque, muitas vezes, os familiares pensam que ela se revoltará e suas ações piorarão. Diante disso, é importante destacarmos que se nada for feito por parte dos familiares responsáveis, a probabilidade da piora do quadro aumenta. Por isso mudanças de posturas são necessárias e a orientação de um especialista é muito bem vinda.

            Quando estamos diante de um quadro grave de dependência química de um adulto, ou seja, um tratamento com internação em unidade médica, geralmente, há codependentes na família. Nesta situação, um exemplo de codependência é quando um pai não suporta a ideia de distanciar-se do filho por alguns meses. Diante disso, é válido perguntarmos: como esse filho, que já é um adulto, conseguirá superar sua própria síndrome e, ao mesmo tempo, amadurecer e evoluir? Isso dependerá dos seus próprios desejos e buscas, como da vontade dos outros familiares de evoluir e promover mudanças positivas nessa relação. A começarem por compreenderem os pormenores dessa síndrome e do que é necessário para a recuperação, trabalharem seus sentimentos em relação à dependência química do ente querido e conscientizarem-se do específico papel familiar nessa recuperação.

Familiares e dependentes químicos precisam somar forças e buscar mudanças de posturas. Neste momento, a orientação de um especialista é muito bem vinda para elaboração de renovadas estratégias para o bom funcionamento das relações familiares. O profissional irá com ajuda-los a identificar quais os sintomas da codependência presentes, especificamente, em cada seio familiar para, primeiramente, auxiliar na conquista de conscientização de cada indivíduo para o quadro da dependência química e, consequentemente, criação da possibilidade de mudança de diretrizes em direção a um novo projeto de vida familiar e individual.

Ajuda

Sobre o Amor-Exigente

Desde 1984, a ONG Amor-Exigente (AE) atua como apoio e orientação aos familiares de dependentes químicos e às pessoas com comportamentos inadequados. Através de um eficiente programa de auto e mútua ajuda, o Amor-Exigente desenvolve preceitos para a reorganização familiar, sensibilizando as pessoas e levando-as a perceber a necessidade de mudar o rumo de suas vidas a partir de si mesmas, proporcionando equilíbrio e melhor qualidade de vida. Como diz o seu lema: torná-las CADA VEZ MELHOR!

Este programa, que há mais de 3 décadas funciona e dá certo, é praticado por meio de 12 Princípios Básicos, 12 Princípios Éticos, Espiritualidade Pluralista e Responsabilidade Social, através de reuniões semanais, cursos e palestras, sempre com a dedicação e comprometimento dos milhares de voluntários espalhados por todo o Brasil, Argentina e Uruguai.

Visando maior abrangência do seu movimento de proteção social, o Amor-Exigente expandiu seu programa, dando origem aos projetos especiais: Prevenção – visa desestimular a experimentação e uso de tabaco, álcool e outras drogas através de uma abordagem educativa junto a pais, avós e professores para ajudar na formação de seus filhos, netos e alunos; Sobriedade – esse trabalho com abordagem distinta, destina-se especialmente às pessoas em processo de recuperação pelo uso e abuso de álcool e outras drogas; Amor-Exigentinho – proposta voltada para o público infanto-juvenil que utiliza os Princípios Básicos do Programa de forma lúdica, clara e objetiva, visando auxiliá-lo a adotar atitudes responsáveis e saudáveis; Sempre É Tempo – focado nos adultos da Melhor Idade que muitas vezes passam pela “síndrome do ninho vazio” ou com o desafio de cuidar dos netos enquanto os pais trabalham e/ou estudam.

Sobre a FEAE

A FEBRAE- Federação Brasileira de Amor-Exigente – teve sua fundação instituída em 18 de novembro de 1984. Surgiu da necessidade de congregar os grupos que vinham atuando na linha do Programa Amor-Exigente (AE), de modo a favorecer maior eficiência e melhores resultados.

Com o alto nível de credibilidade do Programa, mais e mais grupos de ajuda mútua, para dependentes químicos e familiares, foram-se instalando. Assim, para preservar a integridade da proposta de trabalho com Amor-Exigente, sua linha de funcionamento e objetivos, foi instituída a FEBRAE.

Em 2009, com a criação do Novo Estatuto, o nome da federação mudou para FEAE – Federação de Amor-Exigente , acolhendo assim os grupos que nasceram fora do país e ampliando as fronteiras para a atuação do movimento. A sede da FEAE é em Campinas, SP.

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