Tratamento para Dependentes Químicos

tratamento para menores de idade

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O tratamento para menores de idade ressalta o perigo de jovens que enveredam pelo caminho da “experimentação”, onde vivenciam novas sensações com sexo, drogas e álcool. E acaba se tornando uma constância do uso da droga e do álcool leva à violência, que leva ao crime que, inevitavelmente, leva à prisão. Quando um jovem é preso, famílias até então bem constituídas passam a viver um pesadelo, onde a vergonha, a perda financeira e a peregrinação às instituições da Justiça imperam, afetando a todos.

Estes adolescentes pertencem a todas as classes sociais. Eles acreditam que não estão viciados e que podem parar de usá-las a qualquer momento, que não estão comprometidos, viciados ou dependentes. Eles também acham que os pais não sabem o que dizem, porque são velhos.

Devido às facilidades de se encontrar as drogas seu acesso ficou cada vez mais fácil levando muitos jovens ao consumo cada vez mais constante, em rodas de amigos ou nas famosas saídas sempre regadas a álcool e drogas. Os motivos que levam esses menores ao uso de substâncias químicas são diversos, sendo muitas das vezes problemas familiares, ou auto-afirmação para si e para sociedade e rebeldia que é normal nessa fase da vida.

Nestes casos só o tratamento para menores de idade poderá ajudar, pois conta com profissionais especializados na área que saberá entender e ajudá-lo.

O tratamento para menores de idade enfatiza que não podemos procurar culpados, pois a culpa não é de ninguém. É do todo. Das autoridades que não se mexem, da sociedade que finge que não é com ela, da mídia que não combate, da escola que não faz um trabalho vigilante e dos pais, ausentes ou presentes, que ficam atônitos sem saber o que fazer.

Por que os usuários mentem, enganam e camuflam. São envolventes e convincentes. E é bom ouvir o que se quer ver o que se quer e colocar a culpa nos outros para o que não se pode combater. Mas o fato é que, se a droga já entrou na sua casa, você não pode mais ficar em estado de choque. Nem de braços cruzados. Tem que partir para a ação, e ação nesse caso é procurar auxilio em lugares especializados  e que tenha pessoas capacitadas para fazer que o jovem perceba o mau que está cometendo para ele e para seus familiares , no tratamento para menores de idade os psicólogos iram avaliar as causas que levaram o jovem a se tornar um dependente percebendo que são motivos diversos e nunca aparecem isoladamente. Desde um ambiente familiar frágil até a influência de amigos podem ser fatores determinantes na condição do indivíduo.

Por isso, o profissional de Psicologia que atua no tratamento para menores de idade tem um papel fundamental para entender o caminho percorrido por um jovem até se tornar viciado e ajudá-lo a se livrar desse vicio.

O psicólogo vai ajudar na reintegração social desse usuário, auxiliando-o a entender os conflitos e as emoções que levam ao uso da droga, levando em conta três aspectos principais: as características pessoais do dependente, a natureza do ambiente em que vive e as características do vício, como as drogas usadas e a freqüência de uso.

Por meio de sessões de conversa e de testes psicológicos, este profissional da área de tratamento para menores de idade poderá identificar a função dos sintomas e o que eles querem dizer, podendo agir e direcionar seu trabalho objetivamente para cada pessoa, visto que cada indivíduo é único e possui razões e características diferentes que o levam à dependência.

 O Terapeuta Ocupacional é um profissional que atua no tratamento para menores de idade que tem sua atuação voltada para o campo da atividade humana, contemplando ações essenciais relativas ao auto-cuidado, lazer, educação e trabalho. O TO faz sua anamnese, elenca as informações necessárias, fragilidades, potencialidades, e necessidades do usuário. Diante das informações elabora o Projeto Terapêutico junto com seu usuário e familiares. O trabalho do terapeuta ocupacional tem como objetivo possibilitar a expressão, promover reflexão sobre a história de vida e problemática do uso e abuso de álcool e outras drogas, buscando reinventar o cotidiano dos usuários através das atividades terapêuticas indicadas para cada caso.

 O tratamento para menores de idade enfatiza que a participação da família em todo o processo é de suma importância, uma vez que esta necessita ser acolhida e fortalecida em suas demandas. A família precisa aprender a lidar com o dependente químico, tarefa que nem sempre é simples. Entender a doença, suas conseqüências, saber lidar com perdas, recaídas, isso é um processo.

Normalmente os familiares já vêm com uma história de desgaste, sofrimento e falta de apoio, não sabem o que fazer diante do problema.

O tratamento para menores de idade que todos os dependentes químicos que tentam se recuperar nem sempre conseguem se livrar de seus vícios sem auxílio do uso de remédios. No exemplo de dependentes que usam drogas depressoras do Sistema Nervoso Central, como o álcool, por exemplo, a falta das substâncias pode gerar fortes crises de abstinência.

Nesses casos, é necessário o auxílio de um psiquiatra para a avaliação da necessidade de remédios e para o acompanhamento do paciente a fim de recuperá-lo da crise, evitando recaídas. Além disso, os medicamentos podem auxiliar na melhora dos sintomas de abstinências, no tratamento de outras doenças que podem estar associadas como depressão ansiedade, esquizofrenia, bipolar por exemplo.

O organismo de um dependente químico, enfatiza o tratamento para menores de idade durante e após o processo de desintoxicação, fica bastante debilitado. É comum perda de peso, perda de cabelo e até mesmo delírios. Muitas vezes ocorre falta de nutrientes necessários ao corpo. Com isso, o organismo fica fraco e bastante suscetível a outras doenças.

Dessa forma, o nutricionista vem com o papel de tratar o organismo do paciente, concedendo a ele uma dieta balanceada que traga de volta a vitalidade para que ele volte a ser saudável. Assim, o indivíduo se torna mais propenso a aderir ao tratamento e não voltar à dependência.

Codependência, Dependência Emocional ou Dependência Afetiva, é a inabilidade de manter e nutrir relacionamentos saudáveis com os outros e consigo mesmo, resultando em Relacionamentos Difíceis, Desgastados ou Destrutivos. Aqui você saberá quais são os principais sintomas, se você vive este problema e como tratar este transtorno que pode ser grave e gerar sérios prejuízos à saúde e a todas as áreas da vida.

Alguns Sintomas:

Cuidados excessivos com o outro – preocupação constante, necessidade compulsiva de ajudar o outro, antecipando as necessidades dele, assumindo responsabilidades por ele e deixando o próprio cuidado de lado;
Baixa autoestima – culpa-se por tudo, autoexigência e autocrítica exagerada, sente-se envergonhado e inferior aos outros, contenta-se com muito pouco, com “migalhas de amor”;
Repressão das emoções – reprime seus sentimentos e vontades, de tal modo que, com o tempo, perde o contato;
Controle compulsivo – necessidade de ter sempre o controle de si mesmo, das situações, do relacionamento, do outro, tentando mudá-lo;
Ciúme doentio – enorme insegurança, pensamentos constantes de ruminação pelo medo de ser traído ou de ser abandonado, comportamentos e discussões na tentativa de controlar os comportamentos do outro;
Negação – mente para si mesmo, finge que os problemas não existem ou não são graves, não enxerga e enfrenta os problemas que estão acontecendo na relação, pensa que um dia tudo vai melhorar “do nada”;
Vive oscilando entre o céu e o inferno – oscila entre gostar e sentir-se magoado e com raiva do outro, ou seja, ora se sente bem na relação e ora se torna vítima e age como o algoz, cobrando posturas de forma pesada e agredindo o outro;
Acredita que depende do outro – procura desesperadamente amor e proteção fora de si mesmo, não consegue ficar só, sente-se ameaçado pela perda do outro, sente que necessita do outro pra ser feliz;
Comunicação disfuncional – não expressa abertamente seus sentimentos e pensamentos, a comunicação não é honesta e franca; não consegue ter bons diálogos e discutir objetivamente os problemas; iniciativas de diálogo se tornam discussões áridas.
Dificuldades sexuais – usa o sexo para conquistar, segurar e ganhar a aprovação do outro; tenta manipular e controlar o outro através do sexo; fazem sexo quando não querem; com pouco ou nenhum prazer, etc.
Envolvimento com pessoas complicadas – escolhe parceiros indisponíveis, indecisos, de classe socioeconômica inferior, agressivos, distantes, que sugam e pouco doam, irresponsáveis, mal-caráter, que também apresentam transtornos psicológicos como dependências (de álcool, de outras drogas, de jogos, etc.). Por isto, tem decepção amorosa, sofre muito por amor, experimentando uma vida amorosa insatisfatória.
Estes sintomas e outros contribuem para Padrões de Relacionamentos Destrutivos.

Origem

O termo Codependência teve origem nos estudos com a Dependência química e foi atribuído aos familiares, partindo do princípio de que os familiares de dependentes químicos também apresentariam uma dependência, não das drogas, mas Dependência Emocional ou uma preocupação constante e fixa no dependente. Posteriormente, tornou-se claro que não é necessário conviver com um dependente químico para sofrer de Dependência emocional.

Causas da Codependência

A maior parte dos codependentes vem de famílias disfuncionais, conflitivas, que demonstraram significativa fragilidade emocional e, por isto, contribuíram para o desenvolvimento e instalação da dependência emocional entre seus membros. Em geral, o codependente viveu pouco amor, amparo, aceitação, segurança, coerência e harmonia familiar. Em muitos casos, houve rigidez de regras e críticas excessivas, abusos, violência psicológica e até física. Portanto, de modo geral, a pessoa desenvolve a Codependência a partir da infância.

Pesquisas

Os resultados de uma pesquisa recente realizada no Brasil, pela Unifesp mostram que, em média, 9 pessoas são afetadas pelo impacto de um dependente químico e estima-se que pelo menos 28 milhões de pessoas vivam hoje no Brasil com um dependente químico. A pesquisa aponta também que, além da resistência do dependente químico em aceitar o tratamento (52% dos casos), o comportamento/atitude da família (11%) é a segunda maior dificuldade encontrada no tratamento. Convivendo com sentimentos opressores como tristeza (28%), impotência (26%), dor, angústia, raiva, desespero, culpa, pena, decepção, solidão e medo. Este impacto corresponde aos vividos por familiares de doentes terminais

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