Tratamento para Dependentes Químicos

Tratamento para reabilitação de meninas

Tratamento para reabilitação de meninas

A clínica de Tratamento para reabilitação de meninas, alerta para o aumento de meninas que estão se envolvendo com o álcool e com as drogas, em que na maioria das vezes essas meninas têm no máximo treze anos. Com pesquisas feitas pelos os profissionais da clínica de reabilitação para mulheres menores de idade percebeu-se um aumento de 70% do uso de substâncias tóxicas no grupo das adolescentes.

Essas pesquisas trouxeram fatos que mostram que na maioria dos casos o uso do álcool começou dentro do próprio âmbito familiar, nos casos ao qual a Tratamento para reabilitação de meninas atende as jovens ao se pronunciarem relatam que o álcool estava dentro da geladeira, e que seu irmão mais velho bebe e seus primo também então não via mal nenhum em também beberem.

Para os profissionais da clínica de reabilitação para mulheres menores de idade esse é um grande risco para os jovens, pois geralmente eles começam com o álcool e quanto mais cedo começarem a beber, mas será propenso o uso de outras substâncias.

Faz-se necessário um maior entendimento dessa fase em que a menina se encontra, pois está passando da infância para ser adolescente, e nessa idade elas acreditam que têm o “corpo fechado”. Então, acreditam que não vão se tornar dependentes, que podem fazer sexo sem proteção, dirigir sem cinto de segurança, essas coisas.

É uma situação de onipotência, de uma primariedade e de uma infantilidade enormes. Em geral, as moças dessa idade chegam à clínica com quadros graves por três razões principais: a primeira por causa do uso exagerado de álcool, o que a gente chama de blecaute ou amnésia alcoólica; a segunda é o “boa-noite, Cinderela”, mistura de álcool e tranquilizantes; e a terceira é pelo uso de anfetaminas. Associada ao álcool, a anfetamina provoca um quadro psicótico forte.

Os profissionais da clínica de Tratamento para reabilitação de meninas ressaltam que na maioria das vezes se faz necessário a internação, pois assim fica mais viável o afastamento do mesmo com o meio em que tinha acesso ao álcool e as drogas.

Ressaltando que o apoio familiar sempre irá fazer a diferença no tratamento e também a prevenção, a necessidade de uma maior participação dos familiares e que eles estejam sempre a procura de saber sobre as amizades das jovens, os lugares onde frequentam e principalmente manter um diálogo aberto livre de estigmas.

A clínica de Tratamento para reabilitação de meninas enfatiza que as jovens que precisam de reabilitação por serem dependentes químicos, necessitam de cuidados especiais, para os profissionais da clínica de reabilitação para mulheres menores de idade a dependência é fruto do mecanismo psicológico que a um só tempo induz o indivíduo a buscar o prazer e evitar o desprazer, e fruto das alterações cerebrais que a droga provoca.

Essa interação entre aspectos psicológicos e efeito farmacológico vai determinar o perfil dos sintomas de abstinência de cada pessoa. A compulsão é menor naquelas que toleram a abstinência um pouco mais e maior nas que a inquietação é intensa diante do menor sinal da síndrome de abstinência.

Como se dá o Tratamento para reabilitação de meninas, o tratamento oferecido visa ser individualizado, deve ser projetado de acordo com as necessidades do paciente e de seus familiares, lembrando que quase sempre a família precisa ser tratada, pois está tão doente quanto o dependente químico.

Os terapeutas e os psicólogos da clínica de reabilitação para mulheres menores de idade promovem mudanças no comportamento dos indivíduos e favorecem sua reinserção na sociedade.

Para que isso aconteça, valores como espiritualidade, responsabilidade, solidariedade, amor e honestidade são criados. As comunidades terapêuticas possuem um modelo residencial e seu funcionamento está pautado na premissa de que, diante da impossibilidade de promover mudanças no indivíduo ‘dependente químico’, é necessário alterar o meio onde ele vive e o retirar da situação em que acontece o consumo de drogas.

O processo terapêutico preconiza intervenções individuais e sociais com atribuição de funções, direitos e responsabilidades ao ‘indivíduo dependente químico’, em um ambiente livre de substâncias psicoativas.

Os especialistas da clínica de reabilitação para mulheres menores de idade explicam que diante do uso de substâncias psicoativas, a menor usuária de drogas tem seus instintos influenciados por substâncias “desconhecidas”. A abstinência, para aqueles que são considerados dependentes químicos, também pode desencadear instintos que colocam a sociedade e a própria família do usuário em risco: roubar seja de estranhos ou de sua própria casa, para comprar drogas. Atos esses que são justificados pelos ‘maus’ instintos provocados pelo uso de drogas.

Com relação ao tratamento usado na clínica de reabilitação para mulheres menores de idade temos em mente que se deve sempre proceder a uma avaliação clínica, neurológica e psíquica do adolescente, pesquisando-se condições associadas ou decorrentes do uso de drogas. Estas condições devem receber tratamento específico. A minuciosa análise dos fatores de risco pode ajudar no planejamento terapêutico.

Nunca devemos esquecer que o adolescente ainda está em processo de desenvolvimento e qualquer tratamento proposto deve respeitar esta condição. Um dos principais pontos do tratamento de adolescentes dependentes de drogas é auxiliá-los a se manterem abstinentes. Para isso, é necessário o envolvimento da família, que funciona como um limite externo concreto, inviabilizando o acesso do adolescente às drogas.

Abordagens psicoterápicas, individual ou em grupo, devem ser propostas. Parece haver uma maior adesão dos adolescentes à psicoterapia em grupo. A família também deve ser encaminhada para atendimento psicológico, para que sejam identificados os pontos de fragilidade em acolher o adolescente usuário de drogas.

O uso de medicações está indicado para duas situações: tratamento de sintomas-alvo e/ou comorbidades (antidepressivos para sintomas depressivos ou depressão associada, benzodiazepínicos para sintomas ansiosos etc.) e na abordagem inicial dos sintomas de abstinência (em geral, utilizam-se benzodiazepínicos de ação prolongada por curto período, já que a abstinência, quando presente, é bastante rápida).

Os quadros de intoxicação e abstinência devem ser reconhecidos e tratados adequadamente, visando ao alívio dos sintomas e prevenção de complicações.

Quando do diagnóstico de dependência química, o paciente deve ser avaliado cuidadosamente para a detecção de complicações e comorbidades associadas.

Para o tratamento das síndromes de dependência de substâncias psicoativas, a combinação de técnicas de psicoterapia e medidas farmacológicas parece ser a estratégia mais efetiva.

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