Tratamento para Dependentes Químicos

unidade de recuperação para menores de idade

unidade de recuperação para menores de idade

unidade de recuperação para menores de idade – Ter um vício em drogas pode fazer com que a recuperação pareça impossível, mas não importa como as coisas chegaram a esse ponto, você pode vencer o vício com o auxilio de profissionais qualificados e em um ambiente seguro e próprio aonde terá todo o apoio necessário para combater esse mal, na unidade de recuperação para menores de idade a perseverança e a paciência juntamente com pessoas especializadas irão fazer toda a diferença nessa luta. Comece definindo suas razões para parar, isso ajudará a manter-se forte durante o processo de tratamento e será uma parte importante no qual os especialistas da unidade de recuperação para menores de idade irão auxiliar o dependente ao qual caminho seguir para vencer suas barreiras e limitações.

 Os profissionais da unidade de recuperação para menores de idade, como os psicólogos que lá atuam enfatiza que escrever uma lista específica de como a droga afeta negativamente a vida pode ser o primeiro impulso que dependente precisa para mudar de comportamento. Em vez de descrever o efeito da dependência de um modo geral escreva como sua vida individual mudou desde que você começou a consumir. Ver todas essas coisas listadas em um papel pode ser estarrecedor, mas ter essa lista em mãos será de grande ajuda quando os passos mais difíceis forem tomados.

 Como a palavra significa recuperar ou recuperação?  Promover a restauração de: recuperar Fazer reintegrar-se na sociedade, e é nesse sentindo que a unidade de recuperação para menores de idade, tem seu foco restaurar o jovem trazê-lo de volta a sua vida familiar e social, com bases humanistas respeitando o ser como sendo um ser único, que necessita de apoio para vencer a batalha contra os vícios.

Na unidade de recuperação para menores de idade, o jovem será acompanhado por psicólogos , que irão chegar ao motivo no qual levou a esse jovem as drogas e fazer com que o mesmo perceba que pode combater esse vicio , fazendo o perceber que é mais forte e que também é totalmente capaz de levar sua vida sem precisar se drogar.

Para que o jovem usuário seja compreendido em sua totalidade afirma os psicólogos da unidade de recuperação para menores de idade, e da maneira mais fidedigna possível, é necessário que se perceba este através de um olhar sistêmico. Levando sempre em conta a função dos sintomas / o que estes querem dizer e para aonde estão apontando. Lembrando sempre que o jovem no caso o usuário de droga, não é isolado, mas que pertence a vários sistemas; e que o tempo todo afeta e é afetado por estes. Desta forma, o fenômeno do uso de drogas é dinâmico, muito complexo, e jamais pode ser visto isoladamente. É através desta perspectiva que o psicólogo na unidade de recuperação para menores de idade direciona seu trabalho; buscando compreender todo o sistema, identificando as causas dos sintomas.
Para entender como funciona o uso e dependência de drogas é essencial que se leve em conta três aspectos: características pessoais do dependente e sua história de desenvolvimento; natureza do ambiente onde vive; e características farmacológicas da droga, quantidade usada, freqüência de uso e via de administração.

Na unidade de recuperação para menores de idade, o jovem também passara por psiquiatras que também irão avaliar o nível da dependência do qual o jovem se encontra, na maioria dos casos o dependente químico que tentam se recuperar necessita de medicação e não conseguem se livrar de seus vícios sem auxílio do uso de remédios. Explica o psiquiatra da unidade de recuperação para menores de idade e usa como exemplo de dependentes que usam drogas depressoras do Sistema Nervoso Central, como o álcool, cocaína, por exemplo, as faltas das substâncias podem gerar fortes crises de abstinência.

 O psiquiatra irá avaliar se, é necessário o auxílio de remédios para o acompanhamento do paciente a fim de recuperá-lo da crise, evitando recaídas. Além disso, os medicamentos podem auxiliar na melhora dos sintomas de abstinências, no tratamento de outras doenças que podem estar associadas como depressão, ansiedade, esquizofrenia, bipolar por exemplo.

Faz-se importante também a terapia no qual é conduzido por um terapeuta especializado em tratar de jovens dependentes, na unidade de recuperação para menores de idade o terapeuta ocupacional analisa o paciente como um todo, utilizando tarefas prescritas para alcançar seu objetivo. Essas atividades que farão parte do tratamento são feitas de maneira criteriosa por esse profissional para adequar todas as necessidades, observando sempre as dificuldades do dependente, além de visar sua satisfação dentro de seu tratamento.

Sendo assim, quando o jovem dependente químico chega à unidade de recuperação para menores de idade com seu estado emocional bem debilitado, tendo como características: a irritabilidade, agressividade, mentiras, diminuição dos cuidados básicos até mesmo de higiene, incluindo, perda de valores, depressão, síndrome do pânico, esquizofrenia, entre outras, precisando neste momento de toda atenção e acolhimento.

Um fator de suma importância para o tratamento é em relação ao bem estar do interno, que estando bem consigo mesmo, resgata a autoconfiança e obtém êxito para sua recuperação. A aceitação própria de ajuda provoca desejos de mudança e de libertação, conduzindo- o a deixar o vício.

Um dos fatores importantes é o ambiente no qual será realizado esse tratamento, nesse sentindo a unidade de recuperação para menores de idade, se preocupa em trazer para os pacientes e seus familiares toda a segurança possível, tendo quartos amplos e arejados, com total higiene, ambiente tranqüilo com espaços verdes, salas de lazer, equipamentos para praticas de esportes, espaços para as reuniões, salas de TV, piscinas, refeitórios sempre limpos, alimentação com supervisão de nutricionistas, seguranças e a equipe de limpeza.

Os profissionais da unidade de recuperação para menores de idade afirmam que a família é a motivação para um interno ir além da sua busca, mesmo quando se quer desistir, ela é um ponto de equilíbrio e sustentação, é uma partida para um convívio social saudável.

Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), o abuso de drogas é considerado uma epidemia social, apresentando três fatores fundamentais: o agente (a droga), o hospedeiro (o indivíduo), e o ambiente favorável (família, grupo e ambiente). Ainda para (OMS) existem dois tipos de dependência química: Dependência Psíquica, onde o indivíduo tem o sentimento de satisfação exigindo a administração contínua da droga para produzir prazer ou evitar mal-estar, e a Dependência física: estado de adaptação que se manifesta pelo aparecimento de intensos transtornos físicos quando se interrompe a administração da droga. O uso excessivo de drogas vem crescendo a cada dia, e a consequência desse crescimento, é a dependência química que é uma doença progressiva e multifatorial. Vivemos na era digital, onde temos acesso às diversas informações, mas a família continua sendo o padrão influenciador do indivíduo. Nenhuma família tem a expectativa de ter um membro como dependente químico, é mais fácil presumir que isso só aconteça com outras famílias, e é por pensar assim, que muitas famílias não conversam sobre o poder destrutivo das drogas. Todavia, a maioria das famílias ainda não vê a dependência química como uma doença, mas sim, como uma associação à criminalidade, descaso e em vários casos como falta de caráter; situação esta que acaba por adiar o tratamento, o que aumenta sua complexidade. O poder destrutivo que as drogas psicoativas possuem, vai além da degradação do dependente químico, atinge também seus familiares, tornando-os codependentes químicos, ocasionando sentimentos e sofrimentos, cujas consequências se dão no campo psicológico, emocional, físico, comportamental, cultural e espiritual. O relacionamento e a convivência intrafamiliar é o elo que ocasiona sofrimento e sentimentos destrutivos, cuja consequência é o adoecimento mental e físico, e consequentemente ocasionam uma maior fragilização dos vínculos. Codependentes são familiares, podem ser pais ou cônjuges, que vivem em função da pessoa com dificuldades emocionais, desenvolvendo uma proteção compulsiva, tornando-a motivação para suas vidas, sentindo-se culpados e responsáveis pelos dependentes e por suas vidas. É importante diferenciar os comportamentos saudáveis de amor e cuidado, existente nas relações afetivas, é esta reflexão que este trabalho científico se propõe. A ampliação desse olhar se faz necessária, para que ocorra a superação da apreensão fragmentada do dependente, na proposição de uma visão ampliada sobre o problema, que inicialmente é a droga. Compreendemos o fenômeno da dependência como a manifestação de um sintoma que reflete e esconde uma intrincada rede de relações, na qual o indivíduo se insere. Significa entender o dependente como parte integrante de um sistema – o familiar – do qual a dependência, como sintoma, é resultante das interações recíprocas entre seus membros, e, ainda, entender a família como parte de um universo ainda mais amplo, que é a sociedade.

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