Tratamento para Dependentes Químicos

unidade de tratamento para menores dependentes químicos

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unidade de tratamento para menores dependentes químicos – As drogas são definidas como substâncias químicas enfatizam os profissionais da unidade de tratamento para menores dependentes químicos sendo capaz de modificar a função de organismos vivos, resultando em mudanças fisiológicas ou de comportamento, alterando sua função biológica e possivelmente sua estrutura. O processo de reabilitação envolve determinação, comprometimento e persistência.

Sabemos que a sua dependência é uma doença que envolve diversos fatores, destacando os biopsicossociais. O tratamento realizado segundo os profissionais da unidade de tratamento para menores dependentes químicos se dá partir de terapias, atividades em grupo, esportes e atividades físicas em geral tem um valor evidente no processo de recuperação.

O processo de reabilitação é extremamente sério e deve ser abordado com muita cautela e critério, pois “Não existe ciência sem consciência, e não se pode lutar contra a droga quando se tem uma visão mecanicista do problema para os especialistas da unidade de tratamento para menores dependentes químicos, o tratamento deve ser totalmente humanista visando sempre em chegar ao ponto de partida do qual levou o jovem a usar qualquer tipo de substâncias químicas.

Os especialistas da unidade de tratamento para menores dependentes químicos juntamente com órgãos da área da saúde fizeram um levantamento no qual se indica que a grande maioria dos dependentes químicos começa o uso na adolescência, que segundo os psicólogos, psiquiatras e terapeutas que atuam na unidade de tratamento para menores dependentes químicos, nesta fase do desenvolvimento, esses adolescentes, em busca de sua identidade, estão mais sujeitos a frustrações e também mais suscetíveis a influências e quando não solucionado nesta fase tende a continuar quando adulto, que usam do vício para suprir necessidades afetivas ou fugir dos problemas e das responsabilidades que esta nova fase apresenta.

O consumo de drogas tende a aumentar cada vez mais para satisfazer as necessidades levando o dependente químico à autodestruição, a destruição da família e de todos que vivem ao seu redor, passando a controlar esse dependente, que deixa de cumprir sua rotina atual e sem condições de manter o vício, começa a praticar furtos dentro e fora da própria casa.

Sendo assim, quando o dependente químico decide procurar por ajuda, chega ao local de reabilitação com seu estado emocional bem debilitado, tendo como características: a irritabilidade, agressividade, mentiras, diminuição dos cuidados básicos até mesmo de higiene, incluindo, perda de valores, depressão, síndrome do pânico, esquizofrenia, entre outras, precisando neste momento de toda atenção e acolhimento.

Um fator de suma importância para o tratamento enfatiza os profissionais da unidade de tratamento para menores dependentes químicos é em relação ao bem estar do interno, que estando bem consigo mesmo, resgata a autoconfiança e obtém êxito para sua recuperação. A aceitação própria de ajuda provoca desejos de mudança e de libertação, conduzindo- o a deixar o vício.

Os especialistas que atuma na unidade de tratamento para menores dependentes químicos, enfatiza que alguns jovens têm dificuldade em lidar com tantas mudanças de uma vez e precisam de ajuda para vencer os perigos ao longo do caminho, é preciso depositar nele confiança e oferecer uma gama de atividades de modo que ele se sinta confiante para sua reabilitação.

Na unidade de tratamento para menores dependentes químicos temos o profissional da área de psicologia que irá realizar o tratamento do dependente químico, destacando sua aptidão para tratar o motivo que levou o dependente a recorrer às drogas como uma saída para os problemas.

Na maioria dos casos, um problema pessoal, familiar e, até mesmo, social gera a vontade de buscar as drogas e, por isso, é necessário resolvê-la para que o dependente não tenha recaída ou crises de abstinência. É também função do psicólogo manter o controle mental do paciente mesmo após a desintoxicação. Quadros como ansiedade e pensamento acelerado podem surgir, prejudicando a recuperação já que podem ser gatilhos para recaídas.

O psiquiatra que atua na unidade de tratamento para menores dependentes químicos tem a noção que nem todos os dependentes químicos que tentam se recuperar consegue se livrar de seus vícios sem auxílio do uso de remédios.

Nesses casos, o psiquiatra irá avaliar se é necessário o auxílio de medicação para o acompanhamento do paciente a fim de recuperá-lo da crise, evitando recaídas. Além disso, os medicamentos podem auxiliar na melhora dos sintomas de abstinências, no tratamento de outras doenças que podem estar associadas como depressão, ansiedade, esquizofrenia, bipolar por exemplo.

O terapeuta ocupacional especializado em tratar de jovens com dependência química analisa o paciente como um todo, utilizando tarefas prescritas para alcançar seu objetivo. Essas atividades que farão parte do tratamento na unidade de tratamento para menores dependentes químicos são feitas de maneira criteriosa por esse profissional para adequar todas as necessidades, observando sempre as dificuldades do dependente, além de visar sua satisfação dentro de seu tratamento.

A unidade de tratamento para menores dependentes químicos conta também com o apoio do nutricionista que vem com o papel de tratar o organismo do paciente, concedendo a ele uma dieta balanceada que traga de volta a vitalidade para que ele volte a ser saudável. Assim, o indivíduo se torna mais propenso a aderir ao tratamento e não voltar à dependência.

Visando sempre a recuperação e a reestruturação tanto do jovem como de seus familiares a unidade de tratamento para menores dependentes químicos, faz uma junção dos melhores profissionais da área da saúde, em cada qual tem sua bagagem de conhecimento da área, é proposta a junção dos saberes para que assim tenha se um tratamento humanizado, e com resultados satisfatórios.

Não esquecendo a importância de um ambiente seguro no qual o jovem se sinta protegido e amparado, com espaços para o lazer, reuniões com os especialistas, espaços para praticas de esportes, ambientes limpos e arejados, espaços no qual poderá receber seus familiares para o acompanhamento do tratamento.

Nunca esquecendo que estamos lidando com vidas e que merece todo o respeito e dedicação dos profissionais que atuam na unidade de tratamento para menores dependentes químicos, para que assim seus familiares se sintam tranqüilizados sabendo que estão deixando seus filhos em um espaço no qual ele será respeitado e tratado com dignidade.

CODEPENDÊNCIA E TRATAMENTO FAMILIAR Professora e Conselheira Angela Hollanda CODEPENDÊNCIA “A palavra Codependência surgiu nos centros de tratamento no final da década de 70. O termo surgiu simultaneamente em diversos centros de Minnesota usado para descrever pessoas cujas as vidas foram afetadas pelo envolvimento com um dependente químico. O codependente, filho, cônjuge, ou amante de um dependente químico, era visto como alguém que desenvolvera um padrão doentio de lidar com a vida, numa reação ao abuso de álcool ou drogas praticado por outra pessoa.” A idéia básica naquela época, quando surgiu a palavra codependência, era que os codependentes podiam ser definidos como pessoas que não conseguiam administrar suas vidas em função de uma relação comprometida com um depende químico. “O codependente é aquele que deixou-se influenciar pelo comportamento de outra pessoa, e que vive obcecado em controlar o comportamento desse outro.” É preciso deixar claro que o outro pode ser uma criança, um adulto, um amante, um cônjuge, um irmão ou irmã, um avô, pai, cliente ou melhor amigo. Pode ser um alcoólatra, dependente químico, um deficiente mental ou físico, alguém “normal” e que às vezes mergulha em sentimentos de tristeza, e/ou qualquer pessoa mencionada anteriormente. A codependência é uma doença? É uma doença emocional e comportamental, chegando na maioria das vezes desencadear doenças sérias como depressão, hipertensão, diabetes e outros males físicos. Uma das razões pelas quais chamam a codependência de doença é que muitos codependentes reagem a doenças (o alcoolismo, por exemplo), e o fato do problema ser progressivo. À medida que as pessoas que nos cercam tornam-se mais doentes, podemos reagir mais intensamente. Qualquer que seja o problema do outro, a codependência envolve um sistema habitual de pensar, sentir e comportar-se, em relação a nós mesmos e aos outros, que pode causar sofrimento. Comportamentos ou hábitos codependentes são mais autodestrutivos. Podemos mudar? Somos capazes de aprender outros comportamentos mais saudáveis? TRATAMENTO FAMILIAR O impacto que a família sofre com o uso de drogas por um de seus membros é emocionalmente tão devastador quanto às reações que o usuário de drogas possa ter. Existem alguns estágios que caracterizam este impacto pelo qual a família de um dependente químico na passa: 1 – Na primeira etapa, ocorre sempre o mecanismo de negação. Ocorre tensão e desentendimento e as pessoas deixam de falar sobre o que realmente pensam e sentem, não admitem e não aceitam que tal fato possa estar acontecendo na sua família, logo na sua família. 2 – Em um segundo momento, a família demonstra extrema preocupação com essa questão e tenta controlar o uso da droga, bem como as suas conseqüências físicas, emocionais, no campo do trabalho e no convívio social. Mentiras e cumplicidades relativas ao uso abusivo de álcool e drogas instauram um clima de segredo familiar. A regra é não falar do assunto, mantendo a terrível ilusão de que as drogas e álcool não estão causando problemas na família. 3 – Na terceira fase, a desorganização da família é imensa. Seus membros assumem papéis rígidos e previsíveis, servindo de facilitadores. As famílias assumem responsabilidades de atos que não são seus, e assim o dependente químico deixa de ter a oportunidade de perceber as conseqüências do abuso de álcool e drogas. É comum ocorrer uma inversão de papéis e funções, como por exemplo, a esposa que passa a assumir todas as responsabilidades de casa em decorrência o alcoolismo do marido, ou a filha mais velha que passa a cuidar dos irmãos em consequência do uso de drogas da mãe. 4 – O quarto estágio é caracterizado pela exaustão emocional, podendo surgir graves distúrbios de comportamento e de saúde em todos os membros. A situação fica insuportável, levando ao afastamento entre os membros e gerando desestruturação familiar. Embora tais estágios definam um padrão do impacto das substâncias, não se pode afirmar que em todas as famílias o processo será o mesmo, mas inevitavelmente existe uma tendência dos familiares de se sentirem culpados e envergonhados por estar nesta situação. Infelizmente, devido a estes sentimentos, muitas vezes a família demora muito tempo para admitir o problema e procurar ajuda externa e profissional, o que leva o problema a ser ainda mais agravado. Geralmente, um eventual momento de internação foi antecedido por várias tentativas de recuperação com o objetivo de evitar uma internação. Provavelmente, houve a intenção e a esperança de acertar, mas, infelizmente não deu certo! Inicia-se então, uma intensa e cansativa busca de um tratamento adequado. Nesta fase a família já se encontra quase sempre esgotada, desestruturada, sem esperanças e completamente adoecida. Assim sendo, no período de internação do dependente químico deve-se ter como um dos objetivos, a conscientização da família sobre a seriedade da doença da adicção, a dificuldade de vivenciar situações tão destruidoras sozinhos, e, paralelamente, alertá-la sobre a importância da busca de mecanismos de ajuda adequados como: profissionais especializados, grupos de apoio (AA, NA, Amor Exigente) etc, que a oriente e possa prepará-la para conviver adequadamente com esta doença. Caso contrário, a desordem estabelecida nesta família só vai se agravando. O que os familiares podem e devem fazer para ajudar? A família tem um papel extremamente importante na recuperação do dependente químico. Ela não só pode, mas deve ajudar seu ente querido na busca da recuperação de um problema tão grave. Entretanto, muitas vezes, o desespero e a fragilidade emocional a qual a família é submetida é tão grande que quase sempre a atrapalha de exercer adequadamente seus papéis. A família é fundamental no processo de recuperação e posterior manutenção na medida em que ajuda o dependente químico a resgatar valores, princípios e autoestima, mas, ao atuar como facilitadora e com atitudes inadequadas, poderá ser o disparo, que o levará à recaída de comportamentos, à irresponsabilidade e, certamente, ao uso de substâncias. A constatação dessa dura realidade, ou seja, o deixar-se vencer pela doença, poderá levá-lo a sentimentos de menor-valia, desânimo, frustração e descrença na própria capacidade de recuperação. O que não a família não deve fazer? Independente do motivo que causou a dependência, a família não deve envergonharse, isolar-se, fazer julgamentos e reprovações, apegar-se aos ressentimentos e, muito menos, fingir que o problema não existe. Estes comportamentos só farão com que se afaste da realidade dos fatos, dificultando e atrasando a busca adequada de soluções para enfrentar a doença. É de vital importância que a família não só entenda, mas que comunique a outros que a dependência química é uma grave doença e que, apesar de ser incurável, progressiva e fatal, há chances de recuperação e manutenção de uma boa qualidade de vida. Quanto mais rápida for a busca da conscientização para um melhor tratamento e acompanhamento, maiores serão as chances de recuperação. Todos necessitam de ajuda! Neste caso, a família precisa se fortalecer e se reequilibrar.

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