Tratamento para Dependentes Químicos

unidade para meninas menores de idade

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unidade para meninas menores de idade – Com o fácil acesso a todos os tipos de drogas sendo ela licitas ou ilícitas, a cada dia aumenta o numero de jovens e sendo na maioria dos casos meninas que acabam se envolvendo com drogas através de outras amigas ou através de seus namorados que na maioria das vezes seus familiares nem sabem da existência, pois essas garotas estão na faze em que se acham saber de tudo da vida e não admitem que seus pais as tratem como crianças e querem a tal sonhada liberdade sendo que não conseguem lidar com esse mar de transformações que acontecem em seu organismo, à unidade para meninas menores de idade ressalta que a maneira como os pais ou a sociedade encara que adolescentes que usam álcool e drogas são “maus filhos” é equivocada e a interpretação de que este uso ou experimentação é um sinal de rebeldia e que pretendem “atacar” a posição autoritária dos pais também não é a correta. Pode até ser considerada como fator de uso em um pequeníssimo percentual entre adolescentes; mas essa tendência de uso, perigosa, não é tão simples ou unilateral. A fim de entender este comportamento, você tem que se colocar no lugar do adolescente e imaginar o que ele está realmente enfrentando. Você se lembra de como era ser um adolescente? Os profissionais da unidade para meninas menores de idade ressaltam que o entendimento é o primeiro passo para ajudar.
Os psicólogos da unidade para meninas menores de idade lembram que nessa faze a maioria adolescentes são tímidos e têm dificuldades para fazer amigos e não é só a questão de se fazer amizade a todo um contexto como se sentir inferior, ou não se sentir descolado como os outros ou até mesmo não se sentir tão bonitos ou até mesmo enfrentam problemas familiares como separações dos pais ou a própria ausência deles, e é nesse momento que a drogas e o álcool os ajudam a se sentirem mais confiantes. Ou mesmo para se relacionar com um grupo social que é conhecido pelo o uso destas substâncias, decorrente da necessidade de fazer amigos.
Pensando nesses jovens que se perderam nesse mundo de ilusão no qual se encontram fracos para encarar a realidade de forma limpa, a unidade para meninas menores de idade, trás em sua equipe de profissionais pessoas qualificadas que já atuam com jovens dependentes a mais de dez anos, auxiliados a enxergar suas capacidades e quanto são capazes para passarem por essa fase sem precisar de nenhuma substância para isso, e também dá todo apoio que seus familiares necessitam.
Vamos elencar para um maior esclarecimento o papel de cada profissional da unidade para meninas menores de idade, contando com psiquiatras, psicólogos, terapeutas, nutricionistas, enfermeiros, médicos e uma grande equipe que cuidará da parte de segurança e higiene da unidade para meninas menores de idade.
Dentre tantas funções de um psicólogo na unidade para meninas menores de idade ele irá realiza o tratamento do dependente químico, destaca-se sua aptidão para tratar o motivo que levou o dependente a recorrer às drogas como uma saída para os problemas.
Na maioria dos casos, um problema pessoal, familiar e, até mesmo, social gera a vontade de buscar as drogas e, por isso, é necessário resolvê-la para que o dependente não tenha recaídas ou crises de abstinência.
É também função do psicólogo na unidade para meninas menores de idade manter o controle mental do paciente mesmo após a desintoxicação. Quadros como ansiedade e pensamento acelerado podem surgir, prejudicando a recuperação já que podem ser gatilhos para recaídas.
Portanto, é evidente que o papel do psicólogo para a recuperação de um dependente químico é de suma importância, trazendo grandes benefícios ao paciente e à sociedade.
Na unidade para meninas menores de idade os psiquiatras sabem que nem todos os dependentes químicos que tentam se recuperar conseguem se livrar de seus vícios sem auxílio do uso de remédios. No exemplo de dependentes que usam drogas depressoras do Sistema Nervoso Central, como o álcool, por exemplo, a falta das substâncias pode gerar fortes crises de abstinência.
Nesses casos, é necessário o auxílio de um psiquiatra para a avaliação da necessidade de remédios e para o acompanhamento do paciente a fim de recuperá-lo da crise, evitando recaídas. Além disso, os medicamentos podem auxiliar na melhora dos sintomas de abstinências. Na unidade para meninas menores de idade a terapia ocupacional irá trabalha na recuperação do dependente químico que tem dificuldades em realizar as tarefas cotidianas. Ela tem foco na construção ou na reconstrução do cotidiano, de acordo com as necessidades de cada um.
O terapeuta ocupacional analisa o paciente como um todo, utilizando tarefas prescritas para alcançar seu objetivo. Essas atividades que farão parte do tratamento são feitas de maneira criteriosa por esse profissional para adequar todas as necessidades, observando sempre as dificuldades do dependente, além de visar sua satisfação dentro de seu tratamento.
A unidade para meninas menores de idade ressalta a importância de uma alimentação equilibrada, pois sabe que o organismo de um dependente químico, durante e após o processo de desintoxicação, fica bastante debilitado. É comum perda de peso, perda de cabelo e até mesmo alucinações graças à falta de nutrientes necessários ao corpo. Com isso, o organismo fica fraco e bastante suscetível a outras doenças.
Dessa forma, o nutricionista vem com o papel de tratar o organismo do paciente, concedendo a ele uma dieta balanceada que traga de volta a vitalidade para que ele volte a ser saudável. Assim, o indivíduo se torna mais propenso a aderir ao tratamento e não voltar à dependência.
Os enfermeiros que atuam na unidade para meninas menores de idade são responsáveis por um trabalho delicado: acompanhar de perto o passo a passo da recuperação do paciente. A dependência química é uma enfermidade que precisa de atenção e o enfermeiro é o responsável por isso.
O principal papel dele é dar assistência junto ao médico e atender em casos especiais às necessidades prescritas aos pacientes, como a dosagem e o acompanhamento de medicações, por exemplo.
Mas não podemos nunca esquecer que a participação dos familiares é de suma importância nesse novo recomeço, pois é para o seio familiar que essas jovens irão regressar.
CODEPENDÊNCIA E TRATAMENTO FAMILIAR Professora e Conselheira Angela Hollanda CODEPENDÊNCIA “A palavra Codependência surgiu nos centros de tratamento no final da década de 70. O termo surgiu simultaneamente em diversos centros de Minnesota usado para descrever pessoas cujas as vidas foram afetadas pelo envolvimento com um dependente químico. O codependente, filho, cônjuge, ou amante de um dependente químico, era visto como alguém que desenvolvera um padrão doentio de lidar com a vida, numa reação ao abuso de álcool ou drogas praticado por outra pessoa.” A idéia básica naquela época, quando surgiu a palavra codependência, era que os codependentes podiam ser definidos como pessoas que não conseguiam administrar suas vidas em função de uma relação comprometida com um depende químico. “O codependente é aquele que deixou-se influenciar pelo comportamento de outra pessoa, e que vive obcecado em controlar o comportamento desse outro.” É preciso deixar claro que o outro pode ser uma criança, um adulto, um amante, um cônjuge, um irmão ou irmã, um avô, pai, cliente ou melhor amigo. Pode ser um alcoólatra, dependente químico, um deficiente mental ou físico, alguém “normal” e que às vezes mergulha em sentimentos de tristeza, e/ou qualquer pessoa mencionada anteriormente. A codependência é uma doença? É uma doença emocional e comportamental, chegando na maioria das vezes desencadear doenças sérias como depressão, hipertensão, diabetes e outros males físicos. Uma das razões pelas quais chamam a codependência de doença é que muitos codependentes reagem a doenças (o alcoolismo, por exemplo), e o fato do problema ser progressivo. À medida que as pessoas que nos cercam tornam-se mais doentes, podemos reagir mais intensamente. Qualquer que seja o problema do outro, a codependência envolve um sistema habitual de pensar, sentir e comportar-se, em relação a nós mesmos e aos outros, que pode causar sofrimento. Comportamentos ou hábitos codependentes são mais autodestrutivos. Podemos mudar? Somos capazes de aprender outros comportamentos mais saudáveis? TRATAMENTO FAMILIAR O impacto que a família sofre com o uso de drogas por um de seus membros é emocionalmente tão devastador quanto às reações que o usuário de drogas possa ter. Existem alguns estágios que caracterizam este impacto pelo qual a família de um dependente químico na passa: 1 – Na primeira etapa, ocorre sempre o mecanismo de negação. Ocorre tensão e desentendimento e as pessoas deixam de falar sobre o que realmente pensam e sentem, não admitem e não aceitam que tal fato possa estar acontecendo na sua família, logo na sua família. 2 – Em um segundo momento, a família demonstra extrema preocupação com essa questão e tenta controlar o uso da droga, bem como as suas conseqüências físicas, emocionais, no campo do trabalho e no convívio social. Mentiras e cumplicidades relativas ao uso abusivo de álcool e drogas instauram um clima de segredo familiar. A regra é não falar do assunto, mantendo a terrível ilusão de que as drogas e álcool não estão causando problemas na família. 3 – Na terceira fase, a desorganização da família é imensa. Seus membros assumem papéis rígidos e previsíveis, servindo de facilitadores. As famílias assumem responsabilidades de atos que não são seus, e assim o dependente químico deixa de ter a oportunidade de perceber as conseqüências do abuso de álcool e drogas. É comum ocorrer uma inversão de papéis e funções, como por exemplo, a esposa que passa a assumir todas as responsabilidades de casa em decorrência o alcoolismo do marido, ou a filha mais velha que passa a cuidar dos irmãos em consequência do uso de drogas da mãe. 4 – O quarto estágio é caracterizado pela exaustão emocional, podendo surgir graves distúrbios de comportamento e de saúde em todos os membros. A situação fica insuportável, levando ao afastamento entre os membros e gerando desestruturação familiar. Embora tais estágios definam um padrão do impacto das substâncias, não se pode afirmar que em todas as famílias o processo será o mesmo, mas inevitavelmente existe uma tendência dos familiares de se sentirem culpados e envergonhados por estar nesta situação. Infelizmente, devido a estes sentimentos, muitas vezes a família demora muito tempo para admitir o problema e procurar ajuda externa e profissional, o que leva o problema a ser ainda mais agravado. Geralmente, um eventual momento de internação foi antecedido por várias tentativas de recuperação com o objetivo de evitar uma internação. Provavelmente, houve a intenção e a esperança de acertar, mas, infelizmente não deu certo! Inicia-se então, uma intensa e cansativa busca de um tratamento adequado. Nesta fase a família já se encontra quase sempre esgotada, desestruturada, sem esperanças e completamente adoecida. Assim sendo, no período de internação do dependente químico deve-se ter como um dos objetivos, a conscientização da família sobre a seriedade da doença da adicção, a dificuldade de vivenciar situações tão destruidoras sozinhos, e, paralelamente, alertá-la sobre a importância da busca de mecanismos de ajuda adequados como: profissionais especializados, grupos de apoio (AA, NA, Amor Exigente) etc, que a oriente e possa prepará-la para conviver adequadamente com esta doença. Caso contrário, a desordem estabelecida nesta família só vai se agravando. O que os familiares podem e devem fazer para ajudar? A família tem um papel extremamente importante na recuperação do dependente químico. Ela não só pode, mas deve ajudar seu ente querido na busca da recuperação de um problema tão grave. Entretanto, muitas vezes, o desespero e a fragilidade emocional a qual a família é submetida é tão grande que quase sempre a atrapalha de exercer adequadamente seus papéis. A família é fundamental no processo de recuperação e posterior manutenção na medida em que ajuda o dependente químico a resgatar valores, princípios e autoestima, mas, ao atuar como facilitadora e com atitudes inadequadas, poderá ser o disparo, que o levará à recaída de comportamentos, à irresponsabilidade e, certamente, ao uso de substâncias. A constatação dessa dura realidade, ou seja, o deixar-se vencer pela doença, poderá levá-lo a sentimentos de menor-valia, desânimo, frustração e descrença na própria capacidade de recuperação. O que não a família não deve fazer? Independente do motivo que causou a dependência, a família não deve envergonharse, isolar-se, fazer julgamentos e reprovações, apegar-se aos ressentimentos e, muito menos, fingir que o problema não existe. Estes comportamentos só farão com que se afaste da realidade dos fatos, dificultando e atrasando a busca adequada de soluções para enfrentar a doença. É de vital importância que a família não só entenda, mas que comunique a outros que a dependência química é uma grave doença e que, apesar de ser incurável, progressiva e fatal, há chances de recuperação e manutenção de uma boa qualidade de vida. Quanto mais rápida for a busca da conscientização para um melhor tratamento e acompanhamento, maiores serão as chances de recuperação. Todos necessitam de ajuda! Neste caso, a família precisa se fortalecer e se reequilibrar.

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