Tratamento para Dependentes Químicos

unidade para menores de idade

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unidade para menores de idade – Estamos enfrentando uma situação caótica que nos remete a tomar decisões rápidas e precisa para que possamos salvar nossos jovens das garras de um vicio que destruirá grande parte da nossa sociedade, pois são eles o futuro da nossa nação e não queremos uma nação doente aonde os vícios e suas conseqüências destruidoras falem mais alto .  O uso de drogas constitui um grave problema de saúde pública, com conseqüências pessoais e sociais. Até aí nenhuma novidade. Mas o que tem preocupado autoridades e pais é o crescimento do índice de crianças que fazem o primeiro contato com álcool ou drogas ilícitas antes mesmo dos 12 anos.

A unidade para menores de idade, trás em pauta uma questão no qual nem as autoridades e nem os pais estão conseguindo achar uma saída, para essa situação levando em conta que estamos lidando com jovens que estão em uma faze de autoconhecimento de si mesmo e da sociedade em que estão inseridos.  Para os especialistas da unidade para menores de idade, não são apenas os jovens que se encontram doentes, mas também seus familiares e a sociedade como um todo.  Pois na maioria das vezes é dentro do próprio lar que começa a experimentação do uso de bebidas alcoólicas, em reuniões familiares, pois sempre terá uma bebida para regar essas festas, como também terá algum familiar que tomara um porre na presença de um jovem, sempre usando como desculpa que é para descontrair e sentir mais a vontade ou para falar algo que nunca teve coragem ou simplesmente para afogar alguma mágoa que tanto o incomoda. Os profissionais, como psicólogos, terapeutas, psiquiatras e enfermeiros que atuam na unidade para menores de idade ressalta que é esse o primeiro passo para levar um jovem ao uso de bebidas ou outro tipos de drogas, pois os mesmos irão utilizar esses métodos para também se sentiram descolados ou para afogarem seus medos tão comuns nessa faixa etária, pois estão na fase do autoconhecimento e acabam acreditando que as substâncias químicas poderão lhe dar coragem ou força para enfrentar seus medos e suas dúvidas.

A unidade para menores de idade trabalha com essa premissa que cada ser é diferente um do outro e que cada jovem trás consigo seus medos, curiosidade  e sua rebeldia que é muito comum nessa faze da vida,  os psicólogos que atuma  na unidade para menores de idade explicam que  por muitas vezes os pais acham que estão ajudando quando proíbem o jovem a ter seus amigos ou de participar dos eventos que tanto gostam , mas isso é um grande engano pois estão tirando do jovem a responsabilidade e a confiança que eles precisam sentir dos pais , quando um jovem sente que está sendo manipulado ou pressionado ele irá procurar fora o que não acha dentro de casa , explica os especialistas da unidade para menores de idade e é nessa hora que surgem os amigos para oferecem a tal liberdade falsa que as substâncias químicas dá .

  A unidade para menores de idade enfatiza que ajuda mais adequada para cada jovem depende de suas características pessoais, da quantidade e padrão de uso de substâncias e se já apresenta problemas de ordem emocional, física ou interpessoal decorrentes desse uso.

A avaliação do paciente pode envolver diversos profissionais da saúde, como médicos clínicos e psiquiatras, psicólogos, terapeutas ocupacionais, assistentes sociais e enfermeiros. Quando diagnosticada, a dependência química deve contar com acompanhamento a médio-longo prazo para assegurar o sucesso do tratamento, que varia de acordo com a progressão e gravidade da doença.

Pensando nessa premissa em trazer o melhor tratamento para os jovens e conseqüentemente para seus familiares que acabam por adoecerem juntamente com o dependente a unidade para menores de idade, traz em seu quadro de profissionais médicos que irá avaliar o quanto o jovem  o organismo do jovem foi afetado pelas substâncias , indicando em alguns casos medicamentos que irão auxiliar na desintoxicação , para fazer a limpeza do organismo do mesmo ,  contamos também em nossa  unidade para menores de idade equipe com psiquiatras.O profissional fará uma avaliação que poderá  diagnosticar outras doenças que acompanham a dependência química. Muitos jovens dependentes sofrem também de depressão, ansiedade, síndrome do pânico e outras doenças psicológicas que vão precisar ser tratadas em paralelo.

É aí que entra a figura do psiquiatra: ele vai ministrar a medicação juntamente com o medico que ira passar uma ficha de como está o organismo do jovem para que o tratamento dessas e outras doenças que poderá acompanhar aquele paciente para ver a sua evolução ao longo do tempo. É essencial que o psiquiatra assuma esse papel, receitando remédios que não prejudiquem o processo de desintoxicação e observando se aquele paciente se adaptou ao medicamento ou se será necessário substituir.

Os psicólogos que atuma na unidade para menores de idade engloba esse trabalho trazendo suas experiências no tratamento com jovens dependentes com a ajuda dos psicológicos que irá auxiliar e complementar o tratamento psiquiátrico com suporte motivacional e auxiliar na manutenção da abstinência. O psicólogo pode seguir diferentes linhas e independente da linha que siga irá sempre procurar trabalhar o lado emocional ligado ao problema sem receitar medicamentos. Muitas linhas psicológicas consideram a família do paciente um componente importante do tratamento e por isso o seu envolvimento é bastante freqüente. Existem diversos tipos de tratamentos psicológicos, em grupo ou individuais, que atendem às diferentes necessidades/características das pessoas.

A unidade para menores de idade conta também com apoio de terapeutas especializados em tratar de jovens dependentes, o grande objetivo de uma terapeuta ocupacional na unidade para menores de idade nesse caso, é fazer com que o paciente consiga expressar seus sentimentos e compreender a realidade que o cerca. Isso é feito para que, aos poucos, o paciente possa se aliviar e conseguir voltar a viver a vida de maneira equilibrada, ou pelo menos mais equilibrada do que em seu estado enfermo.

A assistente social irá dar o apoio que a família necessita e também verificar o grau de envolvimento da família com o jovem e verificar se está na família o grande estopim para o jovem ter relacionado com as drogas.

CODEPENDÊNCIA E TRATAMENTO FAMILIAR Professora e Conselheira Angela Hollanda CODEPENDÊNCIA “A palavra Codependência surgiu nos centros de tratamento no final da década de 70. O termo surgiu simultaneamente em diversos centros de Minnesota usado para descrever pessoas cujas as vidas foram afetadas pelo envolvimento com um dependente químico. O codependente, filho, cônjuge, ou amante de um dependente químico, era visto como alguém que desenvolvera um padrão doentio de lidar com a vida, numa reação ao abuso de álcool ou drogas praticado por outra pessoa.” A idéia básica naquela época, quando surgiu a palavra codependência, era que os codependentes podiam ser definidos como pessoas que não conseguiam administrar suas vidas em função de uma relação comprometida com um depende químico. “O codependente é aquele que deixou-se influenciar pelo comportamento de outra pessoa, e que vive obcecado em controlar o comportamento desse outro.” É preciso deixar claro que o outro pode ser uma criança, um adulto, um amante, um cônjuge, um irmão ou irmã, um avô, pai, cliente ou melhor amigo. Pode ser um alcoólatra, dependente químico, um deficiente mental ou físico, alguém “normal” e que às vezes mergulha em sentimentos de tristeza, e/ou qualquer pessoa mencionada anteriormente. A codependência é uma doença? É uma doença emocional e comportamental, chegando na maioria das vezes desencadear doenças sérias como depressão, hipertensão, diabetes e outros males físicos. Uma das razões pelas quais chamam a codependência de doença é que muitos codependentes reagem a doenças (o alcoolismo, por exemplo), e o fato do problema ser progressivo. À medida que as pessoas que nos cercam tornam-se mais doentes, podemos reagir mais intensamente. Qualquer que seja o problema do outro, a codependência envolve um sistema habitual de pensar, sentir e comportar-se, em relação a nós mesmos e aos outros, que pode causar sofrimento. Comportamentos ou hábitos codependentes são mais autodestrutivos. Podemos mudar? Somos capazes de aprender outros comportamentos mais saudáveis? TRATAMENTO FAMILIAR O impacto que a família sofre com o uso de drogas por um de seus membros é emocionalmente tão devastador quanto às reações que o usuário de drogas possa ter. Existem alguns estágios que caracterizam este impacto pelo qual a família de um dependente químico na passa: 1 – Na primeira etapa, ocorre sempre o mecanismo de negação. Ocorre tensão e desentendimento e as pessoas deixam de falar sobre o que realmente pensam e sentem, não admitem e não aceitam que tal fato possa estar acontecendo na sua família, logo na sua família. 2 – Em um segundo momento, a família demonstra extrema preocupação com essa questão e tenta controlar o uso da droga, bem como as suas conseqüências físicas, emocionais, no campo do trabalho e no convívio social. Mentiras e cumplicidades relativas ao uso abusivo de álcool e drogas instauram um clima de segredo familiar. A regra é não falar do assunto, mantendo a terrível ilusão de que as drogas e álcool não estão causando problemas na família. 3 – Na terceira fase, a desorganização da família é imensa. Seus membros assumem papéis rígidos e previsíveis, servindo de facilitadores. As famílias assumem responsabilidades de atos que não são seus, e assim o dependente químico deixa de ter a oportunidade de perceber as conseqüências do abuso de álcool e drogas. É comum ocorrer uma inversão de papéis e funções, como por exemplo, a esposa que passa a assumir todas as responsabilidades de casa em decorrência o alcoolismo do marido, ou a filha mais velha que passa a cuidar dos irmãos em consequência do uso de drogas da mãe. 4 – O quarto estágio é caracterizado pela exaustão emocional, podendo surgir graves distúrbios de comportamento e de saúde em todos os membros. A situação fica insuportável, levando ao afastamento entre os membros e gerando desestruturação familiar. Embora tais estágios definam um padrão do impacto das substâncias, não se pode afirmar que em todas as famílias o processo será o mesmo, mas inevitavelmente existe uma tendência dos familiares de se sentirem culpados e envergonhados por estar nesta situação. Infelizmente, devido a estes sentimentos, muitas vezes a família demora muito tempo para admitir o problema e procurar ajuda externa e profissional, o que leva o problema a ser ainda mais agravado. Geralmente, um eventual momento de internação foi antecedido por várias tentativas de recuperação com o objetivo de evitar uma internação. Provavelmente, houve a intenção e a esperança de acertar, mas, infelizmente não deu certo! Inicia-se então, uma intensa e cansativa busca de um tratamento adequado. Nesta fase a família já se encontra quase sempre esgotada, desestruturada, sem esperanças e completamente adoecida. Assim sendo, no período de internação do dependente químico deve-se ter como um dos objetivos, a conscientização da família sobre a seriedade da doença da adicção, a dificuldade de vivenciar situações tão destruidoras sozinhos, e, paralelamente, alertá-la sobre a importância da busca de mecanismos de ajuda adequados como: profissionais especializados, grupos de apoio (AA, NA, Amor Exigente) etc, que a oriente e possa prepará-la para conviver adequadamente com esta doença. Caso contrário, a desordem estabelecida nesta família só vai se agravando. O que os familiares podem e devem fazer para ajudar? A família tem um papel extremamente importante na recuperação do dependente químico. Ela não só pode, mas deve ajudar seu ente querido na busca da recuperação de um problema tão grave. Entretanto, muitas vezes, o desespero e a fragilidade emocional a qual a família é submetida é tão grande que quase sempre a atrapalha de exercer adequadamente seus papéis. A família é fundamental no processo de recuperação e posterior manutenção na medida em que ajuda o dependente químico a resgatar valores, princípios e autoestima, mas, ao atuar como facilitadora e com atitudes inadequadas, poderá ser o disparo, que o levará à recaída de comportamentos, à irresponsabilidade e, certamente, ao uso de substâncias. A constatação dessa dura realidade, ou seja, o deixar-se vencer pela doença, poderá levá-lo a sentimentos de menor-valia, desânimo, frustração e descrença na própria capacidade de recuperação. O que não a família não deve fazer? Independente do motivo que causou a dependência, a família não deve envergonharse, isolar-se, fazer julgamentos e reprovações, apegar-se aos ressentimentos e, muito menos, fingir que o problema não existe. Estes comportamentos só farão com que se afaste da realidade dos fatos, dificultando e atrasando a busca adequada de soluções para enfrentar a doença. É de vital importância que a família não só entenda, mas que comunique a outros que a dependência química é uma grave doença e que, apesar de ser incurável, progressiva e fatal, há chances de recuperação e manutenção de uma boa qualidade de vida. Quanto mais rápida for a busca da conscientização para um melhor tratamento e acompanhamento, maiores serão as chances de recuperação. Todos necessitam de ajuda! Neste caso, a família precisa se fortalecer e se reequilibrar.

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