Tratamento para Dependentes Químicos

unidade para tratamento de menores de idade

unidade para tratamento de menores de idade

Segundo os especialistas da unidade para tratamento de menores de idade a experimentação de substâncias ilícitas é um fenômeno da juventude. A maioria das pessoas que utilizaram algum tipo de substância ao menos uma vez na vida o fez nessa fase.
Para os profissionais, que há anos pesquisam sobre o consumo de substâncias químicas, e que fazem parte do corpo de especialistas da unidade para tratamento de menores de idade a experimentação, por si só, não constitui um comportamento patológico do adolescente. Ela está incluída numa atitude global de busca por novas experiências que lhe façam sentido, na construção de uma identidade. Entretanto, alguns fatores de risco estão associados à manutenção deste uso:

Para a equipe da unidade para tratamento de menores de idade a curiosidade natural do adolescente é um dos fatores de risco mais importantes, posto ser o que o move para experimentar a substância, estando assim sob risco de desenvolver dependência, contando também com o fácil acesso ás drogas e as oportunidades de uso. Com pesquisas feitas pelo o IBGE (INSTITUTO BRASILEIRO DE GEOGRAFIA E ESTATISCA), os profissionais da unidade para tratamento de menores de idade enfatizam que ser do sexo masculino experimenta primeiro que as meninas, devido o modismo e a liberdade que se é dada para freqüentar lugares como baladas entre outros lugares, no qual na maioria das vezes a droga está presente sem ao menos que os pais o saibam. Condições familiares também é um aspecto que influencia muito, pois o individuo está em uma fase de transição, deixando de ser uma criança para ser um adolescente, com essa fase da vida aonde surgem às frustrações no qual o menor não sabe lidar, sendo assim se não encontra dentro do lar um apoio, irá procurar fora e é nesse momento em que a oferta das drogas aparece.

Os profissionais da unidade para tratamento de menores de idade enfatizam que uso de drogas afetas diretamente o desenvolvimento da criança e do adolescente, principalmente com relação às funções cognitivas, capacidade de julgamento, humor e os relacionamentos interpessoais. Quanto mais precoce o início do uso, maiores as deficiências nestas áreas.
Com relação ao tratamento, que é adotado na unidade para tratamento de menores de idade, os profissionais irão fazer uma avaliação neurológica e psíquica do adolescente, pesquisando-se condições associadas ou decorrentes do uso de drogas. Estas condições devem receber tratamento específico. A minuciosa análise dos fatores de risco pode ajudar no planejamento terapêutico.
Nunca devemos esquecer que o adolescente ainda está em processo de desenvolvimento e qualquer tratamento proposto deve respeitar esta condição. Um dos principais pontos do tratamento de adolescentes dependentes de drogas é auxiliá-los a se manterem abstinentes. Para isso, é necessário o envolvimento da família, que funciona como um limite externo concreto, inviabilizando o acesso do adolescente às drogas.
As abordagens feitas pelos terapeutas da unidade para tratamento de menores de idade será psicoterápicas, individual ou em grupo, devem ser propostas. Parece haver uma maior adesão dos adolescentes à psicoterapia em grupo. A família também deve ser encaminhada para atendimento psicológico, para que sejam identificados os pontos de fragilidade em acolher o adolescente usuário de drogas.
O uso de medicações que se dá pelo psiquiatra que atua na unidade para tratamento de menores de idade está indicado para duas situações: tratamento de sintomas-alvo e/ou comorbidades (antidepressivos para sintomas depressivos ou depressão associada, benzodiazepínicos para sintomas ansiosos etc.) e na abordagem inicial dos sintomas de abstinência (em geral, utilizam-se benzodiazepínicos de ação prolongada por curto período, já que a abstinência, quando presente, é bastante rápida). Benzodiazepínicos (de ação prolongada por curto período, já que a abstinência, quando presente, é bastante rápida).
Os psicólogos da unidade para tratamento de menores de idade irão auxiliar os dependentes, desde o período de tratamento para desintoxicação, a terem uma melhor adesão ao tratamento, ampliarem suas percepções e desenvolverem uma melhor qualidade de vida, podendo reavaliar suas ações e ressignificar suas questões individuais. Identificar os fatores que influenciam no desenvolvimento da dependência química, faz parte do processo do profissional que atua na unidade para tratamento de menores de idade
Os profissionais da unidade para tratamento de menores de idade consideram a dependência química, uma doença em que o portador perde o controle do uso de uma substância, podendo gerar prejuízos em sua vida psíquica, cognitiva, física e relacional, o transtorno gera sofrimento intenso ao usuário da substância e a toda sua família, que se envolve emocionalmente com a situação da dependência da droga como sendo algo bastante complexo e que envolve várias dimensões, sendo então entendido, como uma doença biopsicossocial. A definição dada no DSM-IV-TR (2002) é “presença de um agrupamento de sintomas cognitivos, comportamentais e fisiológicos indicando que o indivíduo continua utilizando uma substância, apesar de problemas significativos relacionados a ela.
As mudanças que ocorrem na vida do sujeito que se torna dependente, vão sendo progressivas, na medida em que ele torna o uso da substância o papel central na sua vida, e as demais áreas vai ficando prejudicadas. Sendo assim, não há como deixar passar despercebida a situação em que os sujeitos com dependência química se encontram, pois existe grande sofrimento psíquico. Os profissionais que atuam na unidade para tratamento de menores de idade entendem que, as áreas da saúde e da psicologia podem trabalhar com os indivíduos, de modo mais humanizado possível, contribuindo para minimizar esse sofrimento.
O ambiente aonde será realizado o tratamento é de suma importância enfatiza os profissionais da unidade para tratamento de menores de idade, pois o jovem deverá se sentir seguro e protegido e acolhido, visando o bem estar dos jovens na unidade para tratamento de menores de idade, eles terão espaços para lazer, como quadras para práticas de esportes, piscinas, salas de jogos, ambientes propicio para as reuniões tanto com o grupo como individual no qual a família terá acesso para participar, quartos arejados, refeitórios amplos e cuidadosamente limpos, salas para TV, seguranças 24 horas para garantir
a integridade do jovem, equipe de limpeza que cuidara para que as instalações estejam sempre organizadas. Lembrando sempre que a família tem um papel de suma importância nesse processo de reabilitação.
Codependência Química ocorre quando perde-se a noção de até onde deve-se ajudar o dependente de drogas e álcool. Conheça as características da doença.Descubra a quem recorrer para alcançar a cura.
Codependência Química – O que é?
A codependência química é um estado patológico em que pessoas ligadas a dependentes químicos, abrem mão de suas vidas para viverem em função dos problemas e sentimentos destes.
Indivíduos nesta situação de codependentes são afetados pela convivência com familiares ou amigos, vítimas das drogas ou do álcool. Se envolvem emocionalmente com o problema do outro a ponto de acobertarem as consequências dos atos destes dependentes.
O codependente acha-se inteiramente responsável pelo dependente e faz de tudo para minimizar as situações constrangedoras e dolorosas do álcool e das drogas.
Codependente e Dependente químicos – Os dois precisam de ajuda.
Os dois, tanto dependente quanto codependente precisam de ajuda e de tratamento. Mas, quem pode ajudar?
Quem trabalha com reabilitação humana e conta com profissionais inteiramente capacitados para lidar com os problemas do álcool e da droga.
O Grupo VIDA pode ajudar, pois trata e reabilita de dependentes químicos de drogas e álcool, desde 1988. Só quem tem tanto tempo de estrada neste ramo, pode saber como reverter esta doença.
A Clínica de Recuperação do Grupo VIDA conta com o melhor método de tratamento para estes casos. Possui elevado índice de recuperação comprovada e atua tendo como essência a humanidade no tratamento e a qualidade nos serviços prestados.
Se você ainda não conhece o Grupo VIDA, informe-se, ligue, venha ver de perto. Saiba que este é o lugar onde se pode alcançar a cura. Não somente para aquele que é codependente, mas também para seu ente querido, preso no infortúnio do vício.
Saiba que aqui moram a esperança e a conquista de dias mais felizes. Aqui pode-se sonhar com a libertação do mundo da codependência.
O Drama dos Codependentes químicos e alcoólicos?
Eles não se reconhecem como doentes emocionais. Vivem ao redor dos dependentes tentando ocultar todo o rastro deixado por eles. O objetivo é sempre esconder as situações ocorridas para evitar a qualquer custo o sofrimento do outro.
É uma relação doentia e que resulta em malefícios para ambos. Para o dependente é uma situação ruim porque facilita e encoberta seu vício. Para o codependente é terrível, pois ele sente-se culpado pelas ações do outro.
Constantemente se responsabiliza por elas. Não percebe que está vivendo uma situação irreal e que precisa de muita, muita ajuda. Vive o vício do outro, morre a cada dia um pouco, sem esperança de cura.
Com sua atuação o codependente acha que está ajudando o familiar ou amigo que tenta proteger. Na verdade só adia o reconhecimento da dependência e atrasa o começo de um tratamento sério.
Na verdade, facilita e torna cômoda a continuação do vício. Tira de sobre os ombros do dependente toda a responsabilidade de seu mal. Este jeito de agir, não caracteriza auxílio e apoio. Significa que existe um relacionamento doentio entre ambos. O codependente se compromete e assume a culpa do vício, enquanto o dependente se acomoda, se embebeda ou se droga.
O Que Caracteriza a Codependência Química?
A codependência química é um estado doentio. É uma doença crônica e progressiva. Aqueles que sofrem com esta doença desenvolvem algumas características e apresentam alguns sinais como:
• Tomam para si toda a responsabilidade dos atos do outro.
• Assumem os sentimentos, as escolhas, as ações e até os pensamentos e destino do dependente químico.
• Vivem ansiedade, remorso infundado, piedade intensa e culpa em relação ao problema e situação do outro.
• Tentam a todo custo ajudar e ficam enraivecidos quando a ajuda não funciona.
• Possuem autoestima baixa.
• Tem verdadeira obsessão em controlar o comportamento do dependente.
• Considera o protegido mais importante do que ele próprio.
• Não consegue falar abertamente de seus sentimentos em relação ao outro.
• Prefere sofrer em silêncio a ter que ferir o outro.
• Tem dificuldades em entender que esta codependência é doentia e que precisa de tratamento.
Codependência Química e o Tratamento
A codependência química tem tratamento. A pessoa afetada quando busca tratar-se é levada a enfrentar o desafio de aceitar suas limitações quando se trata do outro.
O paciente passa a perceber até onde pode ir e até que ponto é possível ajudar alguém. É reestabelecida a linha entre amor e permissividade.
O tratamento do codependente possibilita a redescoberta da autonomia e objetiva colocar o paciente como ser humano importante. Além disso, proporciona oportunidade de construir projeto de vida próprio sem codependência de outros.
São Metas do Tratamento:
• Levar à aceitação de si e do outro.
• Promover a elevação da autoestima.
• Proporcionar ao paciente valorização de si mesmo.
• Enfrentamento da realidade.
• Levar a expressar seus sentimentos sem culpa.
• Levar a percepção de que é fundamental auxiliar, dando ao outro a oportunidade de decidir que tipo de ajuda deseja

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